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Entrevista
São José do Rio Preto, 23 de Março, 2014 - 1:50
Atriz Fernanda de Freitas: garota sangue bom

Juliana Ribeiro

Editoria de Arte/Orlandeli
Rio-pretense da gema, carioca de coração. Assim é a atriz e modelo Fernanda de Freitas Sahdo. Dona de uma gargalhada contagiante, ela se diverte durante as respostas, mostra ser acessível e que a fama não subiu à cabeça. Foi nas ruas do Jardim Fuscaldo e das vilas Ercília e Diniz que Fernanda cresceu brincando de jogar bola, pular corda, amarelinha, bolinha de gude, carrinho de rolemã. Mesmo alegando que a infância foi tranquila, ela sorri ao lembrar que sempre preferiu as brincadeiras dos meninos e que, aos 9 anos, mesmo com os avisos do irmão mais velho para tomar cuidado e parar de correr senão poderia quebrar um dente, continuou e dois minutos depois quebrou o dente, como se “praga” de irmão pegasse.

Sua mudança para o Rio de Janeiro foi incentivada a apoiada pela família, principalmente pela mãe que, desde o início, acreditou no sonho da filha. Apaixonada pela Xuxa, Fernanda sempre quis ser paquita, e acabou virando a Garota do Zodíaco no Planeta Xuxa. Foi por causa do programa que ela pisou pela primeira vez em um palco e se apaixonou. Até então nunca tinha pensando em ser atriz, mas a paixão foi tanta que, além da aula uma vez por semana que era obrigada a fazer com as demais meninas do elenco, pagou um curso extra e passava pelo menos três dias na Casa das Artes das Laranjeiras (CAL).

De lá para cá, muitas águas rolaram. No começo da carreira, a comparação com a atriz Deborah Secco, devido à semelhança física entre elas, era muito forte. De acordo com Fernanda, a comparação existe até hoje, a diferença é que naquela época era algo que a incomodava, mas hoje ela tira de letra. Fernanda já mostrou a que veio. Ela estreou na novela “Coração de Estudante”, no papel da Heloísa, em 2002. Em seguida, “Kubanacan” (2003), “Como uma Onda” (2004), “Bang Bang” (2005), “Pé na Jaca” (2006), “Negócio da China” (2008) e “A Favorita” (2009).

Além das novelas, Fernanda assumiu em 2003 a apresentação da TV Globinho, ao lado de outras atrizes, fez participações no programa “A Turma do Didi” e nos seriados “Casos e Acasos” (2008), “S.O.S. Emergência” (2009/2010), no especial “Por Toda a Minha Vida” (2008), no programa “Cilada” (2009), na minissérie “Decamerão - A Comédia do Sexo” (2009), no “Programa Piloto” (2009) e no quadro “A História do Amor”, do Fantástico (2012).

No cinema, ela também deixou sua marca em “Cidade Baixa” (2005). Depois, fez “Zuzu Angel” (2006), “Tropa de Elite” (2007), “A Casa da Mãe Joana” (2008), “Malu de Bicicleta” (2010), e há dois anos filmou um longa, ainda sem nome, mas com previsão de estreia ainda neste semestre, uma história envolvente que mostra o poder da transformação da música clássica na favela de Heliópolis, em São Paulo.

No teatro, atuou no infantil “A Ver Estrelas” (2008) e na peça “Ensina-me a Viver” (2009). Seu trabalho de maior visibilidade até agora pode ser creditado ao seriado “Tapas & Beijos”. Semanalmente, há quatros anos (a quarta temporada foi confirmada pela Globo e deve estrear em 8 de abril), Fernanda é vista por milhares de brasileiros no humorístico, na pele da engraçada Flavinha, funcionária e mulher de Djalma (Otávio Müller) e colega de elenco de Sueli (Andréa Beltrão), Fátima (Fernanda Torres), Armane (Vladimir Brichta), Seu Chalita (Flávio Migliaccio), Jorge (Fábio Assunção), Lucilene (Natália Lage) e Jurandir (Érico Brás). Aos 34 anos, completados em 25 de fevereiro, Fernanda conta que se sente realizada na vida pessoal e profissional, mas que ainda tem vários sonhos a perseguir. Um deles é contracenar com a atriz Fernanda Montenegro.


Fernando Torquatto




Diário da Região - Você nasceu em Rio Preto. Como foi sua infância? Tem alguma recordação importante?
Fernanda de Freitas - Minha infância foi maravilhosa, eu jogava bola na rua, pulava corda, amarelinha... Me lembro das festas juninas nas ruas, onde se fechavam quarteirões e tinha guloseimas feita por moradores. Eu sempre gostei mais das brincadeiras consideradas de menino. Lembro uma vez que meu irmão mais velho pediu para eu parar de correr senão acabaria quebrando o dente. Dois minutos depois eu cai e quebrei o dente. Tadinho, ele até ficou com peso na consciência.

Diário - Sua família ainda mora em Rio Preto? Você vem sempre para cá? Como é sua relação com a cidade?
Fernanda - Só meus pais e alguns amigos moram aí. Eu adoro Rio Preto! Quando vou visitar meus pais eu adoro passar pela Represa, pelos bares da Andaló e botecos em geral. Gosto de reunir meus amigos e família em algum boteco para bater papo e matar a saudade. Hoje, devo ter uns três amigos que sempre que eu estou em Rio Preto a gente se encontra. Eles também já vieram me visitar. Foram para festas e eventos aqui comigo. Conhecem meus amigos atores. Acho bacana essa mistura. Não ligo de ninguém tietar, desde que eu não precise bater a foto, tudo bem (risos).

Diário - Como foi a decisão de sair de Rio Preto e ir para o Rio de Janeiro?
Fernanda - Eu amava a Xuxa. Sempre quis ser paquita e, uma vez, teve um concurso Garoto e Garota Planeta Xuxa, em que você desfilava e ganhava uma jaqueta. Foi um pretexto para eu vir para o Rio. Logo depois anunciaram na TV as inscrições para as Garotas do Zodíaco, que iriam substituir as paquitas. Na época eu estava prestando vestibular e minha mãe que anotou tudo pra mim. Então eu escrevi uma carta dizendo que adorava a Xuxa, era bailarina, dava aula para crianças e queria trabalhar com ela. Quando a produção ligou em casa, a sensação foi louca. Não sei explicar o que eu senti. Era um sonho se tornando realidade.

Diário - Aos 14 anos você já era professora de balé. Ainda dança? Como é sua relação com o corpo?
Fernanda - Eu sou bailarina formada. Sempre gostei de dançar. Naquela época eu dançava por prazer, mas trabalhava pra ganhar o meu dinheiro. Até hoje eu faço balé todos os dias. Quando não posso ir acordo mais cedo e vou pedalar na Orla. Não tenho nenhum estresse com o meu corpo, mas não consigo ficar um dia sequer sem fazer alguma atividade física. Sabe aquelas pessoas que não passam o dia sem tomar café, comer chocolate? Então, eu sou assim quando o assunto é colocar meu corpo em movimento. Eu sinto falta e preciso.

Diário - Ser atriz era uma vontade ou aconteceu?
Fernanda - Nunca pensei em ser atriz. Na verdade, me lembro de, no Natal, eu e uma prima montarmos peças com temas natalinos. Nós duas é que escrevíamos, dirigíamos e colocávamos os outros primos para serem nossas cobaias. Ator sempre é um pouco cobaia (risos). Tirando essa brincadeira, não me lembro de falar em casa que eu gostaria de ser atriz, eu queria era ser paquita e pronto. Na época que entrei no programa da Xuxa, a Marlene Mattos colocava todas as meninas para fazer aula de dança, etiqueta e teatro. E, já na primeira aula de interpretação, vi que era isso que queria para a minha vida. Nós tínhamos aula uma vez na semana e eu comecei a pagar outro curso em paralelo. Ia três vezes na semana fazer aula. Aí eu tirei meu registro de atriz e fui numa agência de modelo para trabalhar em comerciais. Meu primeiro trabalho foi um comercial do Suco del Valle. Depois fiz Havaianas, Coca-cola e fui conhecendo produtores que foram me indicando para testes na TV. Fiz teste para “Malhação” e não passei, mas conheci o diretor Ricardo Waddington, que me convidou para fazer “Coração de Estudante”, minha primeira novela.

Diário - Em algum momento você sentiu medo ou vontade de voltar?
Fernanda - Medo? Claro! Tudo era novo pra mim: a cidade, as pessoas, o trabalho, estar sozinha... Por isso, dava muita insegurança, incerteza, mas vontade de voltar, não. Só para matar saudade!!! Acho difícil, com a profissão que eu escolhi, morar no Interior. Os estúdios onde gravamos as novelas estão todos no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Diário - Como foi trabalhar com a Xuxa?
Fernanda - Foi mágico, porque eu sempre sonhei em trabalhar com ela. Era um sonho um tanto distante que acabou se tornando realidade. O nosso contato sempre foi profissional, mas sempre carinhoso. Um dia, estava no Projac e a encontrei no estúdio, e ela me convidou para ir ao seu camarim, ficou mostrando fotos da Sasha e depois pediu pra tirar uma foto comigo e postou no seu Instagram. Fui embora pra casa pensando: “Poxa, eu sonhei tanto em estar no camarim da Xuxa, eu estive, e ela ainda pede uma foto comigo?” Naquele momento, a história da minha vida passou pela minha cabeça.

Diário - Você sofreu preconceito por ser do Interior?
Fernanda - Nenhum! A pessoas aqui no Rio de Janeiro adoram o pessoal do Interior... Mas eu tive que tirar o ‘R’, pelo menos para atuar... Ator não pode ter sotaque, só se o personagem pede, então eu fiz fonoaudiologia. Logo na primeira novela o diretor me orientou e eu comecei a trabalhar isso, mas no fim, hoje, as pessoas no Rio me chamam de “Feinanda”, porque meu ‘R’ não ficou nem do Interior e nem de carioca: sumiu (risos).

Diário - No começo as pessoas não paravam de comparar a semelhança entre você e a Deborah Secco. Em algum momento isso te incomodou ou você acha que até ajudou?
Fernanda - Não paravam??? Não PARAM! (gargalhada). Já fui muito insegura em relação a isso. No começo eu tinha um pouco de medo, não sabia se eu tinha escolhido a carreira certa e, quando eu apareci, as pessoas começaram a falar muito da semelhança, tinha medo, porque não sabia o quanto ser parecido com uma atriz que já fazia sucesso poderia me prejudicar. Às vezes, as pessoas não iriam querer trabalhar comigo por eu lembrar ela. Hoje, faço piada! Dentro do Projac meu maquiador me chama só de Deborah. Eu conheço ela, já fizemos um comercial juntas, mas não somos amigas. Até acho que demorou para as pessoas usarem nós duas em uma novela ou algo assim.

Diário - Desde 2000 você já atuou em novela, teatro, cinema, seriados. Tem preferência por algum?
Fernanda - Adoro todos os veículos! Mas o teatro é formador! Quando um ator vai para o palco, ele amadurece muito! E a sensação de entrar em cena é única!

Diário - Você prefere fazer humor ou drama? Tem algum segmento que acha mais fácil de atuar?
Fernanda - Amo drama! Tô doida pra fazer uma tragédia, mas a comédia tem sido presente neste momento da minha carreira. E acho isso muito bom porque considero mais difícil fazer rir do que chorar... O filme que eu falei que está para estrear é um megadrama. Jovens que estão soltos na favela e então eles encontram um sopro de vida na música clássica. É muito bonito e a minha personagem é bem trágica. Uma violoncelista, que namora o protagonista, que é o Lázaro Ramos.

Diário - Você teve aula de violoncelo. Aprendeu a tocar?
Fernanda - Eu tive aula, mas em um mês não deu para aprender a tocar. Deu para aprender a como pegar o instrumento, a postura e todo o resto, mas temos dublê, porque a personagem tem que tocar muito e não é possível fazer isso em um mês. Já faz dois anos que eu gravei esse filme, mas no Brasil cinema ainda é complicado, você grava, aí no meio do caminho é preciso buscar mais verba, patrocinadores e, com isso, o filme não estreia. No ano passado eu voltei para fazer algumas cenas e agora ele deve estrear, mas ainda está sem nome.

Diário - Em 2011 você passou a integrar o elenco de “Tapas & Beijos”. Como é fazer humor ao lado de Fernanda Torres, Andréa Beltrão e Otávio Müller?
Fernanda - É um prazer! Uma dádiva!! São atores extraordinários, que têm uma bagagem incrível! Fizeram muito teatro, TV e cinema, e continuam respirando a arte! A Andréa tem um teatro, a Fernanda escreve livros, o Otávio, além de atuar, dirige também. Portanto, estou cercada de verdadeiros artistas! Me orgulho disso! Estamos sempre juntos em festas, ‘reuniõezinhas’...

Diário - Como você define a personagem Flavinha na sua vida profissional?
Fernanda - É um presente. Eu já tinha feito uma série com o diretor Maurício Faria, aí ele me convidou para fazer “Tapas & Beijos”, um projeto que a Globo estava acreditando muito e que hoje é um sucesso na TV. O mais legal da série para o ator, além de você ter mais trabalho, é que você também tem mais tempo para trabalhar. A série tem um giro de personagem, assim todos têm tempo para contar a sua história. Às vezes são três semanas com a história de um personagem, depois ela começa a perder força para entrar a do próximo, e isso vai acontecer sempre. Ao contrário da novela, que tem muitos personagens e no fim alguns vão perdendo força e quase não aparecem, na série a rotatividade de histórias é maior, então tem espaço para todo mundo.

Diário - Você está estudando ou trabalhando em algum projeto paralelo?
Fernanda - Por enquanto, não. Projetos são projetos, mas nada concreto. O ano está só começando...

Diário - Como foi o Carnaval? Foi desfilou em alguma escola?
Fernanda - Eu amo o Carnaval, mas nunca desfilei em nenhuma escola. Já passei com a camisa da diretoria, mas eu adoro assistir. Gosto de curtir do camarote, assim eu consigo ver todas as escolas, sem ter que correr. Não gosto muito de tumulto. Esse ano eu não fui na avenida nem para curtir. Fui pra Salvador. Pulei três dias lá e depois fui para a ilha de Boipeba para descansar.

Diário - Você já recebeu algum convite para posar nua?
Fernanda - Já recebi sim, mas não aceitaria. Nu na TV, tudo bem. Já fiz e não tenho problema, se o personagem pede eu faço, mas acho que é mais um direcionamento de carreira. Gostaria muito de ganhar o dinheiro que se ganha para posar na Playboy, eu gosto de ganhar dinheiro, mas espero poder ganhá-lo fazendo cinema, TV, teatro, pelada ou não (risos).

Diário - O que você mais gosta de fazer no Rio?
Fernanda - Praia, com certeza. Eu adoro a natureza, mas sempre lugares mais tranquilos. Evito ir para a praia quando tem muita gente. Em dias de mais movimento acabo indo para praias mais isoladas. Praias desertas eu gosto demais.

Diário - Tem planos de casar?
Fernanda - Não. Namoro a menos de um ano. Não moramos nem juntos. Tá gostoso assim. Não penso em mudar.

Diário - E filhos? Pretende ter?
Fernanda - Hoje eu não tenho nenhuma vontade de ser mãe. Não sei se um dia terei. Tô feliz sendo tia. Tendo dois sobrinhos, a Isabelli (7 anos) e o Diego (5 anos), que eu amo muito mesmo não entendendo o que eles falam (Rs). É que eles moram na Alemanha e conversam comigo em alemão. São dois ‘alemãezinhos’ lindos. Meu irmão mora lá há 11 anos, se casou com uma brasileira, que já morava lá. Passei o Natal de 2013 com eles. Minha irmã, que mora na Austrália, também foi pra lá com o marido. Foi uma delícia. Nos reunimos todos. O que é bem difícil de acontecer. Eu tenho um irmão, por parte de pai, o João, que mora em Araraquara. O Dani, na Alemanha, a Cris na Austrália e meus pais em Rio Preto. A família está toda separada, são difíceis os momentos de ter todos juntos. De vez em quando eles vêm me visitar. Minha mãe, quando está aqui, vai até nas aulas de balé comigo. Fazemos programas juntas. Eu gosto bastante e sinto falta deles.

Diário - Profissionalmente, o que você ainda almeja alcançar?
Fernanda - Muita coisa. Quero fazer teatro, um Shakespeare. Fazer cinema fora do Brasil. Uma vilã de novela... Tanta coisa.

Diário - E na vida pessoal?
Fernanda - Quero viajar muito, até o fim da minha vida! Sou viciada em Fernando de Noronha. Já estive lá dez vezes e sempre quero voltar.

Diário - Você sonha em trabalhar com quem?
Fernanda - Com a atriz Fernanda Montenegro e o cineasta Pedro Almodóvar.

Diário - Pelo fato de contracenar com Fernanda Torres, você já teve esse contato com a Fernanda Montenegro?
Fernanda - Já tive, sim. Não tenho um convívio diário com ela. Já a encontrei algumas vezes, mas fiquei paralisada. Sabe quando você encontra alguém que quer muito conhecer e, de repente, fica sem reação? Então, nas vezes em que eu a vi fiquei muito nervosa. Não consegui falar quase nada.

Diário - Pretende fazer algum trabalho fora do Brasil?
Fernanda - Quero muito. Na Argentina, Europa... Mas é algo que eu quero e não concreto, ainda.

Diário - Você é boa de garfo? O que gosta de comer?
Fernanda - Eu adoro comer. Feijoada eu amo!

Diário - Quais são as vantagens e desvantagens de ser uma celebridade?
Fernanda - O reconhecimento das pessoas é algo que nutre a carreira. E a falta de privacidade é o que chateia.

Diário - O assédio dos fãs te incomoda?
Fernanda - De forma alguma. Na verdade eu gosto muito desse reconhecimento.

Diário - Nas horas vagas, o que você gosta de fazer?
Fernanda - Gosto de namorar, ir à praia, ver filmes...

Diário - Hoje, a Fernanda é mais carioca ou Rio Preto ainda existe aí dentro?
Fernanda - A malandragem carioca só tem quem nasce aqui. No Rio, não dá pra ser ingênua. Se você estaciona o carro na rua e mostra para o flanelinha que não é da cidade eles vão se aproveitar. Eu já abro a porta falando: e aí, “mermão”, tudo bem?, mas eu sempre percebo que a menina do Interior aflora quando minha mãe ou algum primo vem para o Rio me visitar. Aí eu volto a falar porrrrta, puxando o ‘R’. Todo mundo no estúdio sabe que tem algum parente em casa quando eu solto na gravação um “pelo amorrrr de Deus”. Eles já começam a rir e falam: “Tem alguém de Rio Preto passeando no Rio de Janeiro” (risos). E não é só o fato de estar ou não no Rio. Eu tenho 34 anos. A idade ajuda a amadurecer. Os medos do passado já não existem mais. Me sinto em casa aqui. Hoje, o Rio é a minha casa.



 
     
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