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Fora do prazo
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São José do Rio Preto, 10 de Março, 2010 - 3:04
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Hospital da Criança não tem data para abrir
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Guilherme Baffi
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Vista do Hospital das Crianças de Rio Preto: Estado não informa quando vai inaugurar a obra
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Prometido para ser inaugurado neste mês, o Hospital da Criança de Rio Preto não tem data prevista para começar a funcionar. As razões do atraso não foram explicadas pela Secretaria de Estado de Saúde, que financia a obra. A pasta, que informou que não trabalha com março como data para entrega da obra, não sinalizou quando o hospital será inaugurado.
O diretor da Fundação Faculdade Regional de Medicina de Rio Preto (Funfarme), Humberto Liedtke Junior, diz que as fortes chuvas de janeiro tiveram impacto no calendário. “A construtora me informou que as chuvas atrasaram algumas obras”, diz. Ele não soube mensurar o quanto a construção está atrasada. “Faltam algumas coisas no espaço físico, mas a maioria da estrutura está pronta.” O Diário apurou que faltam algumas obras de acabamento, os equipamentos e a contratação de pessoal.
Liedtke Junior afirma que o término da obra pode levar alguns meses. Já a inauguração e o funcionamento do hospital devem demorar mais. “Depois de finalizar a estrutura, é preciso montar os recursos humanos, contratar o pessoal”, diz. “Enquanto isso, vamos discutindo qual será o modelo de administração e de gestão.” De acordo com ele, o funcionamento da instituição deve ser gradual. “A estrutura é muito grande para começar de uma só vez. A ocupação será por módulos.”
A construção do Hospital da Criança começou em 11 de setembro de 2007 e vai custar cerca de R$ 50 milhões aos cofres estaduais. Mais R$ 50 milhões devem ser investidos para equipar os oito andares da instituição, que terá 201 leitos para atender casos de alta complexidade.
Lucy Montoro
O Centro de Reabilitação Lucy Montoro, que vai funcionar em uma ala anexa ao HC, deve ficar pronta primeiro. “Por ser uma área térrea, com equipamentos próprios, a finalização deve ser mais rápida. A previsão que recebi do Estado é que dentro de dois meses as obras terminam.”
O complexo vai atender crianças com lesões medulares, amputações, lesões encefálicas como traumatismo craniano e acidente cardiovascular, paralisia cerebral e severas restrições de mobilidade.
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COMENTÁRIOS
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luiz sergio raposo
postado em
11/03/2010
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Funcionar uma estrutura dessa é semelhante a um "buraco negro". Os custos são elevadissimos e a natureza do empreendimento, não agrega tanto valor em termos de captação, como agregaria um hospital do câncer por exemplo.Ainda não temos nada do gênero em nossa cidade.Talvez seja a próxima empreitada do estado junto a FAMERP ou FUNFARME como queiram.
A atual diretoria herda um panorama adverso da que saiu e está engrenando as coisas e o tempo ainda é inimigo.O orçamento atual da instituição não permite tocar esse novo hospital juntament com o já exsitente- h. de base. É preciso que o estado crie uma nova folha de verbas, para novas contratações e aquisição de equipamentos, logistica operacional para que o envelope operacional esteja bem definido.O ano eleitoral talvez seja favorável, mas também pode não ser uma vez que o orçamento sofre direcionamentos outros por parte da maquina estatal, talvez atrasando ou quem sabe acelerando o evento final, que é o funcionamento.
Se fosse um hospital loigado ao câncer, talvez fosse mais rápido a mobilização de recursos e doações, equipamentos, etc.. mas essa é uma outra história ainda embrionária, quem sabe?
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