A concorrência pública para a obra antienchente de canalização do rio Preto habilitou 13 empresas. Ontem, a comissão de licitação da Prefeitura abriu os envelopes com as propostas técnicas das concorrentes. A obra vai consumir R$ 46,4 milhões e deverá ser realizada num prazo de dez meses. A empresa vencedora deverá executar além da canalização do rio Preto, a construção do interceptores de esgoto e sistema de drenagem superficial numa extensão de 2,5 quilômetros da avenida Philadelpho Gouveia Neto, às margens do rio.
Os serviços foram divididos em dois trechos, sendo o primeiro entre as ruas Assis Brasil e 9 de Junho e o segundo entre a rua 9 de Junho e avenida Antonio Marques do Santos. Parte dos recursos que serão aplicados na obra, cerca de R$ 34 milhões, será custeado pelo governo federal através do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). O restante, aproximadamente R$ 12 milhões, sairá dos cofres da própria Prefeitura. Para participar da concorrência, cada empresa pagou caução de R$ 464 mil. O valor corresponde a 1% do valor global da obra previsto pela administração municipal.
A comissão de licitação da Prefeitura ainda não definiu o prazo para a abertura das propostas financeiras apresentadas pelas concorrentes. As proposta técnicas serão analisadas e também não há data definida para a publicação do resultado desta fase da concorrência. As empresas poderão recorrer da decisão da comissão de licitação caso sofram impugnação. De acordo com a Secretaria de Planejamento, a canalização do rio Preto foi projetada pela primeira vez em 1982, na ocasião da elaboração do primeiro Plano Diretor da cidade.
Antienchente
O programa de obras antienchente da Prefeitura inclui também a construção, ainda sem data para ocorrer, de piscinões nas cabeceiras dos córregos Canela (avenida Alberto Andaló) e Borá (avenida Bady Bassitt).
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