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Gastões
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São José do Rio Preto, 7 de Março, 2010 - 3:03
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Deputados ‘torram’ R$ 77 mil nas férias
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Thomaz Vita Neto
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O deputado federal Regis de Oliveira (PSC) lidera o ranking dos gastos
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Os cinco deputados federais que representam a região de Rio Preto gastaram quase R$ 77 mil para manter em funcionamento seus escritórios políticos e divulgar atividades parlamentares, em janeiro, período de “férias” na Câmara dos Deputados. O deputado federal Regis de Oliveira (PSC) lidera o ranking dos gastos, com despesas que chegam a R$ 23,8 mil. Na sequência aparece o deputado João Dado (PDT), que gastou R$ 18,5 mil.
O deputado federal Julio Semeghini (PSDB), terceiro no ranking, registrou despesas que chegam a R$ 15,4 mil. O tucano é seguido pelos deputados federais Eleuses Paiva (DEM) e Vadão Gomes (PP), que gastaram R$ 9,9 mil e R$ 8,9 mil, respectivamente. Os valores incluem o pagamento de combustível, assessoria de imprensa, consultoria e aluguel de carros, além de despesas com serviços postas e telefone. Essas despesas são custeadas com verbas pública chamada de Cota para Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap), antiga verba indenizatória.
Cada um dos 513 deputados federais tem salário de R$ 16,5 mil, além de verba de gabinete no valor de R$ 60 mil para contratar assessores e direito de usar R$ 15 mil por mês para despesas correntes com gasolina, consultorias etc, além de passagens áreas e selos pagos pelos cofres públicos.
As notas fiscais e recibos referentes às despesas são apresentadas à Câmara dos Deputados, que libera os recursos financeiro para o pagamento dos gastos dos parlamentares. Do valor total em notas e recibos apresentados por Regis, R$ 9 mil estão ligados às despesas para a “divulgação da atividade parlamentar”. Nesse mesmo item Semeghini gastou R$ 5,3 mil e Dado outros R$ 5 mil. A maior despesa de Eleuses está ligada à “manutenção de escritório político”, que chegou a R$ 3,4 mil.
O item no qual Vadão registrou maior gasto foi “despesas com telefone”, que chegou a R$ 3,3 mil, seguido do “aluguel de veículos”, com notas e recibos que somam R$ 2 mil. “Só gasto aquilo que é necessário”, afirmou o deputado do PP. Ao comentar o ranking ele ironizou os companheiros. “Não consigo gastar esse recurso. Não sei como os outros conseguem. E eu ando o Estado inteiro”, afirmou em relação às despesas dos demais deputados que registraram gastos acima de R$ 10 mil.
Além de Vadão, Dado e Semeghini registraram gastos acima de R$ 3 mil com ligações telefônicas. Os deputados ainda podem incluir na Ceap despesas com a contratação de “consultoria e pesquisa”. Semeghini apresentou recibos que somam aproximadamente R$ 4 mil relacionados a esse item. As consultorias e pesquisas podem ser relacionadas a projetos de leis apresentados pelos deputados ou a estudos de comissões parlamentares.
Já o item “manutenção de escritório político” está relacionado as despesas com aluguel de imóveis para abrigar os “quartéis” dos deputados em cidades da região, geralmente no local de maior votação ou de domicílio eleitoral do parlamentar. Eleuses, por exemplo, mantém um escritório político na região central de Rio Preto.
Juntos os cinco deputados federais gastaram aproximadamente R$ 11 mil com despesas de combustível. Já os gastos com locações de veículos pelos parlamentares somaram R$ 4,7 mil no mês de janeiro. A Ceap é utilizada ainda para o pagamento das despesas de hospedagem e alimentação durante as viagens dos deputados federais a seus redutos eleitorais.
Por meio de sua assessoria de imprensa, Eleuses afirmou que “está sendo rigoroso na economia” dos recursos da Ceap e que gasta “apenas o necessário”. Regis não foi localizado para comentar os gastos de janeiro. A assessoria de João Dado afirmou que apesar do período de recesso, o deputado manteve sua atuação parlamentar e intensificou as visitas em cidades da região. Até o fechamento desta edição a assessoria de Semeghini não havia localizado o parlamentar para conceder entrevista à reportagem sobre os gastos da Ceap de janeiro de 2010.
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luiz sergio raposo
postado em
08/03/2010
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Por que o Eleuses gasta novel mil e o prezado colega gasta 23000? deve haver alguma discrepância na conduta desse ou de outro?Mas como o diheiro é da sra. Joana, vulgo "mãe Joana", paciência.Volto a repetir o problema não é o funcionário público ser malandrão, esperto, gastador, ou coisa pior, se é que me entendem, é o individuo ser eleito por nós de novo, na próxima eleição, perpetuar seu mandato.Nós é que somo culpados, ele está lá na função dele, usando a maquina em beneficio dele e dos amigos do rei.Eles deveriam pensar igual judeu pensa, porém, , com dinheiro alheio não é a mesma coisa.
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