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Investigação
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São José do Rio Preto, 21 de Fevereiro, 2010 - 3:22
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CPI barra vereadores e povo em depoimento de Pedro
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Thomaz Vita Neto
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Nilson vai barrar populares para “evitar bagunça” e “manter ordem”
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O presidente da CPI do Assessor, Nilson Silva (PSDB), afirmou ontem que o depoimento do vereador de Rio Preto Pedro Roberto (Psol) amanhã, às 15 horas, será fechado ao público. O tucano disse que apenas a imprensa poderá acompanhar as perguntas da comissão ao parlamentar sobre o estágio do assessor Francisco Eudes Alves no mesmo horário de expediente na Câmara.
Neste caso, o tucano não permitiria sequer a participação de outros vereadores, como é o caso de Marco Rillo (PT). “Temos de manter a ordem para desempenhar o trabalho com calma. A reunião aberta vai se transformar em uma bagunça”, afirmou Nilson.
A “bagunça” a que se refere o tucano é a possível participação de padres que assinaram manifestos se solidarizando com Pedro e populares. O próprio bispo dom Paulo Mendes Peixoto assinou um dos manifestos de apoio ao vereador acusado de cometer infração político-administrativa. A punição prevista vai desde advertência até a cassação do mandato.
Questionado sobre a participação dos padres, o tucano disparou: “já faz uma reza e oração. Abençoa o local.” “Mas não vão poder entrar”, disse Nilson, que é evangélico, como os outros integrantes da CPI: Oscarzinho Pimentel (PPS) e Gerson Furquim (PP).
Um dos principais focos da investigação contra o vereador do Psol é a sua assinatura em folha de ponto do Legislativo no mesmo período e dia que Alves estava na Faculdade. O Diário revelou ontem com exclusividade documentos que comprovam a suposta irregularidade cometida pelo assessor.
O vereador Marco Rillo (PT) saiu em defesa do colega de oposição ao prefeito Valdomiro Lopes (PSB). “Essa folha de ponto não vale para nada. Não corresponde a realidade. Eles (membros da CPI) estão vendo que o barco está afundando”, afirmou o petista sobre as manifestações de apoio a Pedro durante última semana.
Pedro havia dito que a folha de ponto da Casa é documento “burocrático” no qual vereadores preenchem a frequência dos seus assessores das 8 horas às 12 horas e das 14 horas às 18 horas. Ontem, Nilson afirmou que pela acusação alguns parlamentares já cogitam denunciar o vereador do Psol no Conselho de Ética do Legislativo. Pedro, que não foi localizado ontem, afirmou que está sendo vítima de perseguição política.
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COMENTÁRIOS
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catarina elisa del campo guidi
postado em
21/02/2010
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Sinceramente,não sei o porquê do Sr.Nilson querer barrar populares para o tal depoimento.Mais há fatos que fico pensando...No mandato anterior do vereador Nilson,houve CPI e com fatos gravíssimos a população participou,a mídia mostrou muito bem a bagunça.Ora, será que o tal vereador esqueceu de seu passado?Não entendo muito de leis mais o povo "àqueles que não tem patentes mais dignidade"deve participar, defender ou julgar se necessário.Pelo que eu saiba, vivemos num país que graças a Deus é democratico não é?
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valter batista ferrari
postado em
21/02/2010
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acho que uma CPI que tem o Sr. Nilson Silva como presidente ja esta fadada a palhaçada com a população. vamos Ministerio Publico.
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