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Um mês depois
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São José do Rio Preto, 18 de Fevereiro, 2010 - 3:22
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Empreiteiras começam trabalho de recuperação
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Edvaldo Santos
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Máquinas começaram recuperar erosão no final da Juscelino
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As empreiteiras contratadas emergencialmente para as obras de recuperação de Rio Preto começaram a trabalhar ontem, um mês depois das chuvas que destruiram avenidas como Alberto Andaló, Bady Bassitt, Juscelino Kubitschek e outras. Os contratos sem licitação somam R$ 3,3 milhões e foram assinados na última sexta-feira com oito empresas, sendo que uma delas, a Premix, pegou três serviços.
A obras mais cara é a de “restauração da passarela e contenção de erosões na Represa Municipal”, estimada em R$ 539,9 mil. O contrato foi assinado com a Double J.M.COnstrutora Ltda. Depois, aparece a “restauração da erosão na Juscelino com a rua Xingu”, obra que será executada pela Locapi Engenharia a um custo de R$ 530,2 mil.
O prefeito de Rio Preto, Valdomiro Lopes (PSB), chegou a manifestar irritação com seus assessores por conta da demora na restauração da cidade. Um mês depois das chuvas, a Prefeitura não conseguiu ainda nem consertar os canteiros centrais das principais avenidas, como a Bady e Andaló. Numa reunião semana passada com os secretários de Serviços Gerais, Paulo Pauléra, e de Obras, Luís Carlos Calças, o prefeito deu murros na mesa cobrando agilidade. Para custear as obras sem licitação, a Prefeitura conseguiu R$ 3,5 milhões a fundo perdido do governo do Estado de São Paulo. Outros R$ 34 milhões foram solicitados à Secretaria Nacional da Defesa Civil e estão em análise pelo órgão. O dinheiro seria usado em obras estruturais de combate às enchentes.
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