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Fantasma
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São José do Rio Preto, 2 de Setembro, 2010 - 5:00
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Comissão pedirá cassação de Pedro
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Thomaz Vita Neto
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Pedro diz que CPI foi criada para prejudicá-lo, com sentença já formada
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O relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Assessor vai pedir que o vereador licenciado e candidato a deputado federal Pedro Roberto Gomes (Psol) devolva os cofres da Câmara de Rio Preto R$ 1.200,92, valor equivalente a 105 horas do estágio que o ex-assessor do vereador Francisco Eudes Alves participou no curso de Direito da Unilago em horário que deveria prestar serviços ao legislativo.
A reportagem apurou que o relatório será encaminhado ao Conselho de Ética da Câmara, pedindo a cassação do mandato de Pedro Roberto. O parlamentar do Psol se licenciou do cargo ontem para se dedicar à campanha eleitoral. Na vaga de Pedro Roberto assumiu o suplente de vereador Celso Henrique Silveira (Psol). O resultado da investigação também será levado à Delegacia Seccional de Rio Preto, de deverá apurar indícios de crime de falsidade ideológica, que teria sido praticado por Pedro Roberto.
Os vereadores Nilson Silva (PSDB), Oscarzinho Pimentel (PPS) e Paulo Pauléra (PP), membros da CPI do Assessor, se reunirão amanhã para assinar o relatório final, que deverá ser apresentado aos demais vereadores na sessão da Câmara da próxima quarta-feira, dia 8. O relatório final vai afirmar que ficou comprovado que o ex-assessor Francisco Eudes Alves, em grande parte dos horários declarados como trabalhados na Câmara de Rio Preto, participou de atividades estranhas às suas funções de assessor parlamentar.
No documento deverá constar ainda que o vereador Pedro Roberto quebrou o decoro parlamentar ao permitir que seu assessor participasse de um estágio universitário no horário de expediente da Câmara.
Depoimentos
No relatório da CPI do Assessor serão incluídos ainda trechos dos depoimentos de Pedro Roberto e Eudes, além de trechos dos depoimentos do coordenador de estágios da Unilago e de um motorista da Câmara, que afirmou aos membros da comissão que frequentemente deixava Eudes nas proximidades da faculdade quando retornavam de visitas a bairros. A CPI do Assessor cogitou pedir o reembolso de aproximadamente R$ 2,5 mil, que corresponderia a quase 200 horas de estágio, no entanto, os vereadores membros da comissão não tiveram acesso a todas as fichas de estágio do ex-assessor.
Pedro Roberto rebate as acusações da CPI do Assessor. Para ele, a comissão foi formada com uma “sentença já declarada”, a de tentar prejudicar seu mandato de vereador. Ele alega que as horas do estágio de seu ex-assessor foram compensadas com trabalho extra. O vereador licenciado admite que errou ao não comunicar a presidência da Câmara sobre as atividades universitários desenvolvidas por Eudes durante o horário de trabalho do legislativo.
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COMENTÁRIOS
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Nivaldo Moreira
postado em
02/09/2010
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Senhor Basilio não discuto os dois pesos e duas medidas. Ambos os vereadores prevaricaram. Críticas abundantes foram feitas contra o Oscarzinho e com razão e não sei porque muitos defendem o fantasma pago pelo Pedro. Ambos os fantasmas foram pagos pelo nosso dinheiro e em desacordo com a lei. Se a moda pega, daki uns tempos todos os vereadores vão aprontar coisas piores, pois saberão que se forem pegos com a boca na botija como os casos desses 2 fantasmas, todos vão arrriscar e devover a grana. Sem dúvida será um porta para as bandalheiras. Alguma coisa terá que ser feita para coibir essa farra do boi com o dinheiro público.
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Basílio José de Almeida Neto
postado em
02/09/2010
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Os vereadores desta comissão são todos iguais, mas, pensam que são mais iguais que os demais, é só lembrar das trocas de selos por mesas de sinuca, documentos do cartório eleitoral, divisão de salários, fantasmas que trabalhava somente em seu escritório, que não era na câmara, espertinho na lei do puxadinho. Porque não aplicar o mesmo corretivo que usaram no fantasminha do Oscarzinho ? Será que o fantasma do Oscarzinho é mais branco que o fantasma do Pedro Roberto ? Afinal a lei não é igual para todos ? A sabedoria popular traduz o que está acontecendo, aos amigos tudo, aos inimigos a lei. O povo precisa mostrar o que significa a ofensa “curva de rio “. O promotor que aceitou a devolução do dinheiro por parte do Oscarzinho, deveria intervir para propor o mesmo acordo, afinal o crime foi o mesmo.
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