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Público X privado
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São José do Rio Preto, 2 de Dezembro, 2009 - 0:02
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Ética livra Furquim e Maurin de inquérito
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Sérgio Menezes
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Por cinco votos contra um, Conselho de Ética absolve vereadores: reportagem flagrou mau uso da estrutura
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Terminou em pizza na Câmara de Rio Preto o pedido de investigação contra os vereadores Gerson Furquim (PP) e Maurin Ribeiro (PC do B) suspeitos de usarem a estrutura de seus gabinetes - mantidos com dinheiro público - para, respectivamente, alugar salão de festas e brinquedos infantis. Ontem, por cinco votos a um, os integrantes do Conselho de Ética arquivaram a representação contra Furquim e Maurin alegando que não houve dolo e prejuízo ao erário.
Pedro Roberto (Psol) foi o único integrante do conselho que foi a favor da abertura de comissão de inquérito para apurar suposta quebra de decoro parlamentar por parte de Furquim e Maurin, que utilizaram seus gabinetes como escritórios particulares. Eduardo Piacenti (PPS), Nilson Silva (PSDB), Manoel Conceição (PPS), Carlão dos Santos (PTB) e Sebastião Santos (PRB) foram favoráveis a enterrar as denúncias contra os colegas. O presidente do conselho, Marco Rillo (PT), só votava em caso de empate.
Para rebater a acusação, Furquim anexou na sua defesa um atestado médico alegando que o seu assessor Dirceu Félix estava afastado das suas funções. O atestado é referente ao atendimento do neto do servidor e é assinado pelo médica da Santa Casa Célia Regina Rodrigues. Ela foi procurada ontem para esclarecer se o afastamento de um dia, como consta no documento era para o familiar do assessor, mas ela não atendeu o seu telefone celular. Em outra ligação disse que estava em consulta médica.
O assessor durante o horário de expediente foi até o salão de festas de Furquim, localizado no bairro Duas Vendas, e apresentou o lugar à reportagem do Diário. Segundo Félix, que prestou serviço no local ao instalar extintores no salão, o custo do aluguel era de R$ 150.
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Fotos: Thomaz Vita Neto
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Furquim aluga salão no 2 Vendas e Maurin negocia brinquedos
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Há gravações telefônicas da negociação no gabinete do vereador e do assessor no local, além de fotografias. O Ministério Público investiga a suspeita de ato de improbidade administrativa cometido por Furquim e Maurin. O promotor de Justiça Carlos Romani abriu inquérito civil e já recebeu a defesa dos dois parlamentares.
De acordo com Furquim, o salão de festas foi construído com o objetivo de “atender pessoas carentes” e “gratuitamente.” O vereador do PP afirmou ainda que houve “má-fé” da reportagem que “induziu um senhor de quase 60 anos de idade ao erro.” “Não teve dolo. Ele (Furquim) apresentou até um atestado médico do afastamento do assessor”, afirmou Nilson para tentar justificar a decisão do Conselho de Ética sobre o assunto.
Rillo comentou o novo arquivamento de representações no Conselho de Ética. Para o petista, os vereadores contrários à investigação dos fatos terão de prestar contas à população. “É lamentável”, afirmou. Na sua defesa Maurin disse que apenas empresta brinquedos, principalmente, às escolas. Como Furquim, há ligações telefônicas de uma das assessoras do comunista negociando o aluguel dos brinquedos usando o telefone da Câmara. Para Furquim, as gravações feitas pela reportagem “são provas ilícitas.”
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COMENTÁRIOS
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Maryah Cydah Abrantes Martiniano Ferreira
postado em
02/12/2009
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O Conselho de Ética da Câmara Municipal de Rio Preto não pode fazer mais do que esta fazendo. Depende do voto da maioria dos membros para tomar qualquer atitude. So o Marco Rillo e o Pedro Roberto estão lutando, os demais são da base aliada e votam unidos para se protegerem. Um da cobertura para outro. O Marco Rillo não desiste e sabe que pesa sobre seus ombros quase metade dos votos dos eleitores de Rio Preto. Tem obrigação de mostrar ao povo o que esta acontecendo na câmara. Se a população se conscientizar e cobrar lealdade do seu candidato a coisa muda de figura. O político começa a temer e trabalhar. Político precisa ser vigiado. O Conselho de Ética deveria ser formado por cidadãos idôneos. Ai a investigação não acabava em pizza. O político quando consegue sair ileso, sente-se poderoso e ousa vôos mais altos. Esquece que não tem asas e quanto mais alto, maior e a queda.
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luiz sergio raposo
postado em
02/12/2009
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Construir para atender pessoas carentes e gratuitamente é uma resposta excelente.Precisamos realmente de gente desse quilate na política par salvar o Brasil,que afunda dia a dia ,nessa massaroca de indulgência com dinheiro alheio, público, no caso nosso.Vamos aproveitar e doar também vossos salários aos pobres, já que estão construindo salões para os carentes,sem fins lucrativos.O gente bem intencionada, sinto até vergonha de estar cobrando consultas dos meus pacientes, vou começar a atender na "faixa" e seguir esse belíssimo exemplo.Essa gente que você vê ai, fazendo essas "mercadorias", foram vocês que colocaram lá, eleitores de rio preto.Então vocês têm o governo que merecem,eu também ,porque em vez de votar melhor eu viajei na eleição.Vaidades, vaidades vaidades, tudo é vaidade, está lá na Biblia.Sinal dos tempos.Vou iniciar uma campnha aqui nessas páginas: "sr. furquim o homem do ano".
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Basílio José de Almeida Neto
postado em
02/12/2009
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Eta Conselho de Ética bão sô, os caras são especialistas em laranja, terreno publico, panfletagem política, barganha sinuca com selos, isto que é capacidade de produzir grandes projetos sociais para a nossa cidade. Agora que acabou, eles vão para o terreno publico, jogar sinuca, tomar laranjada e pedir votos para o deputado chefe.
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