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São José do Rio Preto, 24 de Julho, 2010 - 4:12
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Prefeito cede a pressão para assinar ‘TAC antienchente’
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Edvaldo Santos
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Valdomiro e o promotor Sérgio Clementino (centro) selaram, diante das obras no rio Preto, um pré-acordo
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O prefeito Valdomiro Lopes (PSB) cedeu à pressão do Ministério Público (MP) e aceitou assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para a execução de novas obras antienchentes em Rio Preto. O promotor Sérgio Clementino exigiu e o prefeito aceitou abrir nova licitação, para uma das obras do “pacote” antienchente no prazo de um ano, em agosto de 2011.
Valdomiro e o representante do MP se encontraram ontem, durante visita à obra de alargamento do canal do rio Preto. Eles ainda não definiram qual será a próxima obra a ser licitada. Entre as opções está a construção dos piscinões de contenção de água nas bacias dos córregos Canela, na avenida José Munia, e Borá, na avenida Juscelino Kubitschek.
Estimativa da Prefeitura aponta que as obras previstas no pacote anti-enchente consumirão aproximadamente R$ 130 milhões. “Nós podemos assumir, em tese, que daqui a um ano nós vamos iniciar a licitação de uma nova obra dentro desse complexo de obras antienchentes, ou na bacia do Borá ou do Canela”, afirmou o prefeito. Sem dinheiro em caixa, a Prefeitura de Rio Preto inscreveu os projetos do “pacote” antienchente na segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) do governo federal.
A próxima licitação dependerá do andamento dos projetos em Brasília e da análise feita por técnicos da União. “Quando a gente inscreve obras e vai buscar recursos fora, porque não temos recursos próprios, você se sujeita às análises de técnicos que não são da Prefeitura”, completou Valdomiro. O TAC deverá ser assinado oficialmente no início de agosto. Enquanto isso, o Ministério Público e a Prefeitura selaram um “pré-acordo”.
Na próxima quarta-feira, dia 28, Clementino e representantes da Prefeitura, entre eles o secretário de Obras, Luís Carlos Calças, e o procurador-geral do município, Luiz Tavolaro, voltam a se reunir para definir as cláusulas do termo de ajustamento. “A gente estabeleceu um pré-acordo. Primeiro nós conversamos e definimos que vai ser feito o TAC.
Ficou definido como início das licitações o prazo de um ano”, afirmou o promotor. “Para fechar o TAC eu preciso dos prazos de conclusão (das novas obras), que não podem ficar em aberto. Então vamos ver o que é razoável em termos de conclusão e aí, a gente formatando ele todo, já parte para a assinatura do TAC”, disse ainda.
Cronograma
De acordo com o promotor, a ideia principal do termo é a de estabelecer um cronograma de trabalho para resolver o problema das enchentes em Rio Preto. “No futuro isso não precisará ser rediscutido. Com a enchente do início do ano, o problema que já vinha de muitos anos tornou-se a prioridade maior. Todo mundo voltou os olhos para essa questão”, afirmou o representante do MP.
Clementino disse ainda que o TAC não deverá ter um prazo único estabelecido para a execução de obras. “A gente pode estabelecer prazos para início e o término de cada etapa (das obras), porque na hipótese de precisar renegociar prazos, faremos apenas pequenas alterações pontuais no TAC”, concluiu o promotor.
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COMENTÁRIOS
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MELL BRASIL
postado em
24/07/2010
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Que o problema das enchentes é gravíssimo, todo mundo sabe, e usam nas campanhas políticas, para angariar votos, prometendo a solução. Quem é eleito tenta escapar das promessas e abandona o povo. O prejuízo que vem causando aos comerciantes da Avenida Aberto Andalo, Bady Bassitt, Philadelfo Gouveia Neto e outros pontos da cidade. Os bravos soldados do Corpo de Bombeiros arriscam a vida para salvar as vitimas de afogamento inclusive, perdemos o soldado Luciano com 24 anos de idade. A falta de compromisso dos ex-prefeitos de Rio Preto que deixaram a banda tocar e passar, sem nada fazerem para resolver o problema. Todos maquiaram as principais avenidas. Maquiagem por mais bem feita, a água provoca estragos. Não adianta ficar maquiando, jogando o dinheiro do contribuinte nos esgotos. O prefeito tem que solucionar o problema. Como nada foi feito. O prefeito Valdomiro Lopes não teve outra alternativa, cedeu à pressão do Ministério Público (MP) e aceitou assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para a execução de novas obras antienchentes em Rio Preto. O promotor Sérgio Clementino exigiu e o prefeito aceitou abrir nova licitação, para uma das obras do “pacote” antienchente no prazo de um ano, em agosto de 2011.
Se todos os promotores seguissem o exemplo do promotor Sergio Clementino o Brasil melhoria 100%. Ele pinga i, o j, e corta o t, não tem, bla, bla, bla. A lei existe para ser cumprida por livre e espontânea vontade, ou por pressão das autoridades competentes. E o nosso promotor em questão é extremamente competente e luta em favor do povo.
O meu agradecimento em nome da população e principalmente da vitimas das enchentes de Rio Preto.
Parabéns e continue lutando pelo povo. Estamos juntos nessa luta. Para o BEM DE RIO PRETO, Ministério Publico exige compromisso do Prefeito.
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