|
|
|
|
|
›
Recuperação
|
|
São José do Rio Preto, 3 de Março, 2010 - 4:18
|
|
MP exige desassoreamento de represa em Fernandópolis
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Sérgio Menezes
|
|
|
Em 2007 a então prefeita Ana Bim firmou um acordo com o Departamento Estadual de Proteção aos Recursos Naturais (DEPRN) para construir uma calçada no entorno da repres
|
O promotor do Meio Ambiente de Fernandópolis, Denis Henrique Silva, ingressou na Justiça com ação civil pública contra a prefeitura local devido ao assoreamento e falta de recuperação da mata nativa da represa Beira-Rio, a principal da cidade.
Um estudo elaborado há dois anos pela própria administração municipal apontou que 66,04% da represa está assoreada com 97,7 mil metros cúbicos de areia e matéria orgânica. Mesmo assim, o problema não foi corrigido. O resultado é que, quando chove muito, segundo o promotor, a represa enche e inunda a avenida que dá acesso à Fundação Educacional de Fernandópolis (FEF) e ao Recinto de Exposições.
Além disso, em 2007 a então prefeita Ana Bim firmou um acordo com o Departamento Estadual de Proteção aos Recursos Naturais (DEPRN) para construir uma calçada no entorno da represa. Em troca, plantaria 200 árvores no local. A obra foi feita e as árvores, plantadas, mas todas morreram por falta de manutenção. “A represa está hoje completamente abandonada”, critica o promotor.
Na ação, Silva pede que a prefeitura faça o plantio novamente e desassoreie a represa, além de pagar uma indenização por danos ambientais no local, em valor a ser fixado pelo juiz da 1ª Vara Cível de Fernandópolis. O diretor de meio ambiente da Prefeitura de Fernandópolis, Ângelo Veiga, informou por meio da assessoria de imprensa que a prefeitura busca recursos financeiros para regularizar os problemas ambientais da represa Beira-Rio.
|
|
|
|
|
|
|
OPINE SOBRE ESTA MATÉRIA
|
|
|
|
Não sou cadastrado |
Clique aqui
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
COMENTÁRIOS
|
|
|
|
|
|
Nenhum comentário cadastrado.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
ENVIE PARA UM AMIGO
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|