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São José do Rio Preto, 25 de Fevereiro, 2010 - 11:33
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Acidente na BR-153 deixa uma pessoa morta
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Um acidente na rodovia Transbrasiliana (BR-153), às 23 horas de ontem, em Nova Granada, deixou três pessoas feridas e causou uma morte. Laís Pontes, de 19 anos, passageira de um Santana, ficou gravemente ferida, foi socorrida à Santa Casa de Nova Granada e transferida ao Hospital de Base (HB) de Rio Preto. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu por volta das 5h30 de hoje.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o motorista Manoel Neves de Souza, 27, perdeu o controle da direção do veículo e capotou. Souza sofreu apenas ferimentos leves com o capotamento. Camila Romero, 21, e Simone Aparecida Seranti, 18, que também estavam no Santana, estão internadas no HB.
Segundo a assessoria do hospital, Camila encontra-se em estado grave e internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Já Simone está estável, em um quarto do HB. A Polícia Rodoviária apura os motivos que levaram o motorista do Santana a perder a direção e capotar.
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COMENTÁRIOS
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Jorge Gerônimo Hipólito
postado em
26/02/2010
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Tempos atrás, enquanto viajava pela rodovia Marechal Rondon no sentido capital x interior e sob forte calor sentia a necessidade de parar para tomar água ou suco. Ao longe avistei a margem da rodovia um guarda-sol com listas azuis e brancas. Eu fui desacelerando e quando me aproximei para minha surpresa naquele local não se vendia água ou sucos, ali estava posicionado um radar. Observei o profissional que o monitorava e continuei a viagem. Eu fiquei muito contente, vez que aquele instrumento não se encontrava escondido, ou melhor, ele estava as vistas e numa área em que o horizonte se distancia. Normalmente, avistamos radares próximos as guardas das pontes ou próximos as moitas que, às vezes invadem os acostamentos etc. Os radares escondidos nos faz pensar que a educação de trânsito demoraria muito para receber o selo ISO. Por quê? Ora, por exemplo, em se tratando de bem educar, um bom pai jamais se esconderia do filho, ou seja, a boa educação, inicialmente, se faz olhando um nos olhos do outro. Educação, não ocorre numa condição de adversidade, mesmo porque usuários de vias públicas não são adversários, eles são sim parceiros. Outro exemplo, condutores de veículos automotores são trabalhadores que recolhem impostos ao estado e que permitem, por conta disso, a construção de rodovias, algumas pedagiadas, outras ainda não, mas que gera emprego e renda. A educação de trânsito deve ser no Tete- a-tete, na minha opinião. Concluindo, quanto mais próximo o policiamento estiver da população, melhor será a integração, bem como a educação, no entanto, aqueles que infringirem a legislação, a eles, simplesmente, a sanção.
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Jorge Gerônimo Hipólito
postado em
25/02/2010
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Normalmente, tomamos conhecimento de acidentes graves, onde vidas são ceifadas, principalmente, por causa da imprudência dos condutores, obviamente, com ênfase no excesso de velocidade. Certamente, vai demorar para que a pista da BR-153 seja duplicada, assim, os veículos competem no espaço oferecido. Eu sugeriria ao Ministério do Transporte (DENIT) para que instalasse lombadas eletrônicas naqueles pontos que propiciam aos condutores exercerem maiores velocidades. Notadamente, todos teriam que tirar o pé do acelerador o que iria contrariar muitos, no entanto, penso que seria alternativa mais viável para amenizar o sofrimento daqueles que perdem os seus entes queridos. As lombadas seriam relevantes, mas, o ideal mesmo seria o patrulhamento, isto é, a presença dos policiais uniformizados em pontos estratégicos das rodovias desestimula a desobediência a legislação. Rotineiramente, depois que motoristas percebem que está havendo fiscalização, muitos emitem sinais de farol, automaticamente, todos ficam preocupados o que pode ser considerado natural, vez que ninguém quer ser multado. Alertar motoristas sobre a fiscalização também me parece se tratar de infração, todavia, considerando que o objetivo não é multar para arrecadar, mas sim educar, significa que o ato de avisar, passa a contribuir para a prevenção, ou seja, os pontos de fiscalização corresponderiam à maior incidência de sinais de farol. Dessa forma diminuiria as multas, a velocidade, bem como os acidentes. Concluindo a reflexão, policiais rodoviários na pista significa solução.
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marcelo
postado em
25/02/2010
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Boa tarde!
Passei na hora do acidente e vi o qunato foi grave, so acho que devia existir mais de um ponto de socorro ou mais de uma uti nessa nossa estrada pelo fato da rodovia ser um poco extença, igual ontem ouve esse acidente com tres vitimas ate que essa uti sai do local onde ela se encontrava, se nao fosse o pessoal de nova granada de que adiantaria essa uti da transbrasiliana que pode socorrer somente uma pessoa.
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