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Acidente
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São José do Rio Preto, 5 de Novembro, 2009 - 19:56
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Engavetamento deixa trânsito caótico na Washington Luís
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Rubens Cardia
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No total, três pessoas ficaram feridas, mas nenhuma corre risco de morte
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A forte chuva que atingiu Rio Preto no início da noite desta quinta-feira, dia 5, foi a provável causa de quatro engavetamentos na rodovia Washington Luís (SP-310), sentido Rio Preto-Mirassol, no trecho entre as avenidas Alberto Andaló e Bady Bassitt. Os acidentes causaram congestionamento de quatro quilômetros. Ao todo, duas motos e 12 carros se envolveram na batida. Quatro pessoas ficaram feridas e foram socorridas em hospitais da cidade. Nenhuma delas corre risco de morte.
A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) estima que o primeiro acidente tenha acontecido por volta das 18h. Testemunhas contaram aos policiais que Diego Lenon Rodrigues, 19 anos, perdeu o controle da direção da moto que conduzia e caiu na rodovia, no pontilhão sobre a avenida Bady Bassitt. O motorista que seguia atrás dele conseguiu frear. O mesmo não aconteceu com uma Land Rover, que atingiu a traseira de um Gol. O veículo foi jogado para o canteiro da rodovia e só não caiu na avenida Bady Bassitt porque ficou preso no guard-hail.
“O rapaz que vinha atrás da moto parou o carro e ligou o pisca-alerta. Três carros pararam, mas o motorista da Land Rover não conseguiu frear o suficiente. Um foi batendo na traseira do outro”, diz o ferramenteiro Rodrigo Zanfolim, 32 anos, que estava em um dos veículos envolvidos. No total, seis veículos se chocaram nesse acidente. De acordo com o auxiliar contábil, Hebert Roger Fávero, 27 anos, um ônibus atrapalhou a visão de alguns motoristas, o que contribuiu para o engavetamento. “Um foi batendo na traseira do outro. Por sorte, ninguém ficou ferido.”
O segundo acidente com vítimas aconteceu cerca de 100 metros atrás. O entregador Luiz Soldate, 38 anos, não conseguiu frear a tempo e atingiu a traseira de uma Saveiro. O veículo, por sua vez, bateu na moto que estava na frente. “Chovia muito na hora do acidente. Foi tudo muito rápido. Os carros foram reduzindo a velocidade e eu não consegui frear o suficiente. Tentei tirar o carro da pista, mas não deu tempo. Bateu na traseira da Saveiro”, diz Soldate.
Fratura
A Saveiro foi atingida pelo veículo que seguia na pista ao lado e pegou a moto, onde estavam Cláudia Cristina Diogo, 20 anos, e seu pai, José Diogo. Cláudia teve uma fratura exposta na perna e foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros. O motorista da Saveiro, Edvaldo Gomes da Silva, 36 anos, teve ferimentos leves. “Senti a batida na traseira. Foi tudo tão rápido que não pude fazer nada”, afirma. Outros dois acidentes envolvendo dois carros cada um aconteceram poucos minutos depois dos primeiros, próximo à alça de acesso à avenida Bady Bassitt. Nos dois casos, os motoristas não conseguiram frear e bateram na traseira do carro que seguia na frente. Ninguém ficou ferido.
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COMENTÁRIOS
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Rogério Luz
postado em
06/11/2009
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Gisele, infelizmente você se equivocou, quando informou a seus leitores que os vários acidentes descritos acima foram causados pela chuva ocorrida naquele local, posso lhe garantir que aquela chuva, coitada, não teve ação alguma sobre os veículos que se envolveram nos acidentes. Os motoristas amadores que estavam guiando aqueles veículos é que são os verdadeiros culpados, infelizmente esses pobres motoristas sabem mais não acreditam que em condições de pista molhada, deve-se aumentar a distância de seguimento e reduzir a velocidade, pois o veículo necessita de mais espaço para parar completamente. Em alguns casos de chuva muito intensa, é muito mais seguro parar em local seguro, evitando o risco.
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Rodrigo da Cunha
postado em
06/11/2009
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Então. Isto tem ocorrido com uma frequência absurda ultimamente. Quase semanal. Está faltando fiscalização da polícia neste trecho de rodovia, dificilmente se vê uma viatura que não esteja parada na base com luzinhas acesas "marcando presença" somente. Outra constante é a falta de educação do motorista. Todos andam literalmente colados uns aos outros, eu mesmo sou sempre pressionado por veículos desesperados para ultrapassarem e logo saírem pelas alças de acesso às avenidas pela direita, ou seja... tanta pressa para nada.
O limite de velocidade no trecho é de 90km. Ontem fui ultrapassado por dois caminhões bi-trem e eu estava a 90km. E na traseira deles estava escrito "Velocidade controlada por tacógrafo - 80km - 60km com chuva." E chovia. E ninguém fiscaliza. Será que li errado e na verdade eram 80 Milhas por hora? Ou era aquele modelo de tacógrafo que é utilizado para cheirar cocaína somente, conforme veiculado aqui neste jornal em outra matéria? (Caminhoneiros drogados fazendo Rio Preto - SP em 4 horas. - 3 horas se cheirarem mais umas dez gramas).
O mais irônico? Os caminhões não reduziram ao passarem pela Base da Polícia Rodoviária. E a viatura com as luzinhas acesas marcando presença tava lá.
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