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Edvaldo Santos
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Árbitro Leandro Marinho deixou o campo sob protestos dos rio-pretenses e escoltado por PMs
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Além de ter participação direta na derrota do Rio Preto para o líder Red Bull por 1 a 0, quarta-feira à noite, no Riopretão, a arbitragem do jogo, comandada por Leandro Bizzio Marinho, pode complicar ainda mais a vida do Jacaré na sequência do Campeonato Paulista da Série A-2. Na súmula da partida, Marinho relatou que um objeto foi atirado nas costas do auxiliar número 1, Márcio D’Ávila Tragante, pela torcida esmeraldina que estava atrás do banco de reservas, no momento em que expulsou o técnico André Oliveira.
“Não conseguimos identificar (o objeto). Por ser de tamanho pequeno, se perdeu no campo de jogo”, relatou Marinho na súmula. Em razão do incidente, na próxima semana, o Rio Preto deve ser citado pelo Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) da Federação Paulista de Futebol (FPF), correndo o risco de ser punido com multa ou até perda de mando de campo. Neste caso, teria que realizar seus jogos fora de Rio Preto, ou então, no estádio Anísio Haddad, com os portões fechados.
O técnico esmeraldino, o presidente Vergílio Dalla Pria Netto, o massagista Pedrinho Alves Filho, além dos jogadores Jô e Miltinho, também devem ser citados. Todos foram expulsos. “Meu time foi aguerrido, lutou, buscou o resultado, mas o árbitro viu o peso da camisa do adversário, que tem alto investimento. Fui para jogar futebol, mas ninguém tem sangue de barata”, comentou Oliveira.
Dalla Pria contra-atacou e afirma que está preparando uma representação contra o quarteto de arbitragem, que ainda teve o auxiliar 2, Thiago Alborghetti, e o quarto árbitro, Simões Marconi Ferrari. O cartola enviará o documento ao TJD. “O árbitro minou nosso time. Em dois lances de pênalti, um duvidoso e outro claro, não marcou nada e ainda expulsou nosso atleta (Jô)”, disse dirigente.
Aliás, Oliveira terá de quebrar a cabeça para montar o time que enfrenta o Audax, amanhã, às 17 horas, no estádio Nicolau Alayon, em São Paulo. Além de Jô e Miltinho, suspensos pela expulsão, o atacante Lila segue no departamento médico. “Vamos ver as condições do Cacique, se poderá ser uma opção no meio, e temos o Eric para o ataque”, afirmou Oliveira. Ontem, o Jacaré anunciou a dispensa do zagueiro Fabão. O ex-defensor do Santa Helena, de Goiás, não correspondeu às expectativas do técnico. “Não buscaremos outro. Renovamos com o Raphael Silva e já estamos com cinco zagueiros no grupo”, destacou Dalla Pria.
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