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1º duelo
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São José do Rio Preto, 16 de Junho, 2010 - 1:50
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Galera festeja vitória do Brasil, mas espera melhora
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Guilherme Baffi
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Torcedores soltam o grito de gol num bar da avenida Andaló, após a Seleção abrir o marcador
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Apesar de a Seleção Brasileira deixar a desejar, a galera comemorou intensamente a vitória sobre a Coreia do Norte na estreia do Mundial. Na avenida Alberto Andaló o clima foi de festa. Em dos bares, cerca de 300 pessoas acompanharam a partida. De acordo com Patrícia de Paula, promotora de eventos do Zero Grau, quase todas as mesas foram reservadas com antecedência.
O local foi decorado nas cores verde e amarelo e o cardápio escolhido foi comida de botequim. “Estamos fornecendo drinks nas cores do Brasil e a cada partida, uma comida típica brasileira.” Segundo ela, o bar investiu R$ 15 mil só para receber o público nesta copa. “Compramos três televisores de LED e estamos com mais dois telões.” O advogado Eder Rocha, 34 anos, deixou de lado o trabalho para assistir a partida. Acompanhado do amigo Guilherme Fedossi, 21 anos, levaram uma réplica da taça do penta e animados tocavam uma barulhenta buzina.
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Guilherme Baffi
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Funcionários de uma clínica e amigos se reuniram num bar
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Os funcionários da clínica Kaiser, também paralisaram as atividades para acompanhar a partida. Comandados pela oftalmologista Fernanda Kaiser, 32 anos, cerca de 30 pessoas, entre funcionários e acompanhantes, assistiram ao jogo. O atacante Marcel, natural de Mirassol, atualmente jogador do Santos, aproveitou a folga dos treinos para acompanhar a partida em Rio Preto. “Tivemos 15 dias de folga e aproveitei para acompanhar a estreia do Brasil.” O jogador não gostou do desempenho da Seleção “O time está muito defensivo, é preciso mais movimentação.”
Em outro bar, todas as mesas estavam ocupadas e os torcedores animados. No início do segundo tempo, ao coro de “Eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor”, cerca de 200 pessoas comemoraram os dois gols. As buzinas e os gritos empolgaram o público. Animação que deu lugar a preocupação quando, aos 42 minutos, a Coreia do Norte diminuiu a vantagem brasileira.
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Guilherme Baffi
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Mesmo com a vitória magra, rio-pretenses foram para a Andaló celebrar a estreia brasileira
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Fim de jogo. A avenida foi tomada por torcedores, carros e motocicletas, que dividiam o mesmo espaço. As buzinas dos veículos e fogos de artifício anunciavam a vitória da Seleção Brasileira. No cruzamento da rua Silva Jardim, dezenas de torcedores comemoraram o triunfo. Logo adiante, na esquina com a rua Saldanha Marinho, outro aglomerado de pessoas festejava os primeiros três pontos do Brasil no Mundial.
Para as amigas e estudantes Thaisa Chiccoli de Carvalho, 16 anos, e Rosina Parise, 19 anos, a Seleção ganhou, mas deixou a desejar. “Poderia ter sido melhor. Espero que no próximo jogo o time crie mais chances de gol”, afirmou Thaisa.
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Thomaz Vita Neto
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Torcedores acompanham o primeiro tempo no Plaza Avenida
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Rio-pretenses acompanham em telões
A missão que parecia fácil ao Brasil ganhou tons de drama e preocupação para o torcedor rio-pretense. Na etapa inicial, olhos desconfiados e atentos no telão, expressão fechada, aliviada com os contínuos gritos de uhuhuh, quando Robinho ou Kaká tentanvam furar a defesa da Coreia do Norte ou arriscava um chute a gol. Não foi fácil segurar a onda.
Somente aos 6 minutos da etapa final, com o gol meio sem querer de Maicon, foi que a torcida soltou o grito de gol e partiu para festa. “Vai ficar 3 a 0, o Dunga escalou um time bom, tá ganhando”, afirmou entusiasmado André do Santos, 20 anos, que junto dos amigos Fábio Benevides, 20, e Thiago Cezarino, 26, deixaram o serviço em uma loja do shopping e foram acompanhar o duelo em um telão instalado na praça de alimentação. “Daqui já vamos sair para comemorar”, emendou Benevides.
O estudante Gabriel da Silva Dorneles, 19, em outro shopping da cidade e fantasiado com uma peruca nas cores verde e amarela, apostava em um placar magro de 1 a 0, ainda no primeiro tempo. “O Kaká e o Robinho precisam jogar um pouco mais”, reclamou Dorneles, que ficou em cima do muro na hora de escolher um favorito ao título do Mundial da África do Sul.
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Thomaz Vita Neto
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Os chefs Hélio Rodrigues e Benedito Pereira, e o decorador de pratos Fernando, no Harmonia
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Ao final, depois do gol de Elano e do primeiro gol coreano, alguns torcedores ficaram preocupados. “Foi horrível o primeiro tempo, só no segundo com a entrada do Nilmar melhoramos. O Kaká não jogou nada”, disse a professora Maira Crisostomo, 22 anos, não acreditando na conquista do hexa pelo Brasil.
Longe das ‘muvucas’ dos centros de compras, outros torcedores preferiram acompanhar o jogo de estreia do Brasil na Copa do Mundo em clubes associativos. “Nosso objetivo é trazer a família, da avó ao netinho, além de oferecer um cardápio típico”, afirmou o presidente do Harmonia, Aimar Matarazzo Ribeiro. Os associados e convidados puderam degustar yakisoba, arroz à primavera e dan dan mian - macarrão -, todos pratos populares da cozinha oriental.
Veja aqui na TV Diário como o torcedor rio-pretense acompanhou o 1º jogo do Brasil
Quer ler o jornal na íntegra? Acesse aqui o Diário da Região Digital
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