|
|
|
|
|
›
Gás natural
|
|
São José do Rio Preto, 28 de Maio, 2010 - 3:49
|
|
Petrobras anuncia compra da distribuidora Gás Brasiliano
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Arquivo
|
|
|
Concessão é para distribuição de gás natural em 375 municípios das regiões Oeste e Noroeste paulistas
|
A Petrobras anunciou ontem que assinou com a companhia de petróleo e gás italiana ENI contrato de aquisição de 100% da Gas Brasiliano Distribuidora (GBD), que possui a concessão para distribuição de gás natural em 375 municípios das regiões Oeste e Noroeste paulistas, que inclui Rio Preto, tanto para demanda industrial como para comercial, residencial e do setor de transportes da região. A operação, com valor aproximado de US$ 250 milhões, sujeito a ajustes em função do valor do capital de giro da empresa na data da liquidação da operação, foi realizada por meio da subsidiária Petrobras Gás (Gaspetro).
O contrato de concessão da GBD teve início em dezembro de 1999, com duração de 30 anos, podendo ser estendido por mais 20 anos. Em 2009, a rede de distribuição da companhia alcançou 734,5 quilômetros e o volume de vendas foi de aproximadamente 529 mil metros cúbicos de gás por dia. Consultada pelo Diário, ontem, a Petrobras não informou os planos para abastecimento de Rio Preto e região com gás natural.
Para a Petrobras, esta aquisição irá posicionar a empresa na atividade de distribuição no maior mercado brasileiro para o gás natural, região de São Paulo, e próximo à entrada do gás fornecido pela Bolívia e transportado pelo Gasbol e às reservas de gás da região Sudeste. A transferência do controle estará sujeita a conclusão da transação, condicionada à aprovação dos órgãos regulatórios relevantes no Brasil.
Alcoolduto
O vice-presidente de operações agroindustriais da ETH, Luis Felli, defendeu ontem a fusão entre os três grandes projetos de alcooldutos para transportar a produção do Centro-Oeste até São Paulo. A ETH herdou da Brenco um dos projetos, orçado entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões, cujo traçado original atravessa a região de Rio Preto, onde haveria um terminal coletor de etanol.
Os outros dois são os projetos da PMCC, que tem a Petrobras, Mitsui e Camargo Corrêa como sócios; e o da Uniduto, consórcio formado por 12 grandes grupos do setor sucroalcooleiro detentores de cerca de 90 usinas responsáveis por um terço da produção brasileira de etanol. Os principais sócios da Uniduto são Cosan, Copersucar e Crystalsev, cada um com participação de 26,17%.
“Existem vários projetos e não faz sentido termos três ou quatro alcooldutos com traçados semelhantes”, afirmou Felli, em entrevista após participar do 3º Fórum Brasil-União Europeia, no Rio. O executivo argumentou que a construção de infraestrutura logística para escoar a produção de etanol é fundamental, por garantir uma redução de custos entre 20% e 30% no preço final do produto, garantindo maior competitividade no produto tanto no mercado interno quanto no exterior.
Quer ler o jornal na íntegra? Acesse aqui o Diário da Região Digital
|
|
|
|
|
|
|
OPINE SOBRE ESTA MATÉRIA
|
|
|
|
Não sou cadastrado |
Clique aqui
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
COMENTÁRIOS
|
|
|
|
|
|
Nenhum comentário cadastrado.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
ENVIE PARA UM AMIGO
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|