|
|
|
|
|
›
Pesquisa
|
|
São José do Rio Preto, 11 de Dezembro, 2011 - 1:48
|
|
Rio Preto é o 33ª melhor cidade do País para trabalhar
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Arquivo
|
|
|
Em 2010, Rio Preto havia ocupado a 28ª posição
|
Os profissionais que escolheram Rio Preto para fazer carreira ou aqueles que pretendem vir para cá têm motivos para comemorar. A cidade continua na elite neste ano, entre as 50 melhores do País nesse quesito. Pesquisa do professor Moisés Balassiano, da Fundação Capixaba de Pesquisas em Administração, Contabilidade e Economia (Fucape) Business School, mostra que Rio Preto ficou na 33ª colocação no ranking geral.
O resultado continua bom, mas já foi melhor para a cidade. Em 2010, Rio Preto havia ocupado a 28ª posição e, no ano anterior, a cidade havia ocupado a 32ª posição no levantamento. “A cidade perdeu cinco posições no ranking geral. Embora tenha subido 14 posições na dimensão educação, a melhoria foi ofuscada pela perda de 12 posições no ranking de vigor econômico e duas no de saúde”, explica Balassiano.
No quesito educação, a cidade passou do índice 95,33 para 96,58, o que fez com saísse da 58ª colocação e fosse para a 44ª neste ano. No quesito economia, por outro lado, caiu da 44ª posição para a 56ª, ao ver os índices mudarem de 100,62 para 97,21. No item saúde, a cidade passou da 12ª colocação para a 14ª, com o índice passando de 128,95 para 126,37. “O ranking vigor econômico tem peso dois no geral e o saúde está relacionado à infraestrutura.” O levantamento mostra que Rio Preto ficou à frente de cidades de porte similar, como Piracicaba (34ª) e Presidente Prudente (42ª). Mas, a cidade ficou atrás de locais como Jundiaí (23ª), Ribeirão Preto (17ª) e São José dos Campos (25ª).
Pesquisa
A pesquisa de Balassiano é realizada anualmente a pedido da revista Você S/A, de circulação nacional e tem o objetivo de medir o potencial de desenvolvimento profissional dos habitantes. No item educação, são consideradas a quantidade de cursos de graduação, mestrado, doutorado e o número de graduados. Esse é o item de maior peso no cálculo.
O quesito vigor econômico, com peso dois, considera o Produto Interno Bruto (PIB) per capita divulgado pelo IBGE e o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) per capita. No quesito saúde, de menor peso para o cálculo, são avaliados a oferta de leitos e o número de profissionais do setor disponíveis na cidade.
Qualidade de vida
A estudante de psicologia Nathália Cristina Melheiros, 22 anos, está se formando neste ano e escolheu Rio Preto para construir a carreira. A jovem passou a viver em Rio Preto quando começou o curso, em 2007, mas durante um período precisou voltar para a casa, em Catiguá e continuou viajando diariamente. Agora, que arrumou um emprego na área, voltou a viver na cidade. “Estou muito feliz, satisfeita”, conta.
Segundo Nathália, Rio Preto tem uma série de atrativos, como o mercado de trabalho favorável e as muitas opções de lazer e cultura disponíveis, o que melhora a qualidade de vida. Além disso, fica perto de Catiguá, o que diminui a distância entre a família e os amigos. “No ano que vem vou fazer pós-graduação em gestão de pessoas”, afirma a estudante.
Profissional atento deve se manter atualizado
Para a gestora de recursos humanos Ana Paula Vicente Makhoul, da Oportuni, Rio Preto encontra-se bem colocada no ranking, com a gestão em período de investimentos e perspectivas positivas para o ano que vem. “Rio Preto é uma cidade grande com aspectos de interior, o que atrai crescimento.” Segundo Ana Paula, os trabalhadores precisam entender que conhecimento não tem limites e devem se atentar às demandas do mercado, que busca boa postura, habilidade com o idioma e vontade de crescer. Atualmente, segundo ela, as empresas estão buscando profissionais para vendas, analistas financeiros e todos os cargos da construção civil.
Segundo o professor Moisés Balassiano, os jovens que entram para o mercado de trabalho almejam perspectivas de crescimento da carreira. As empresas que tiverem esse ingrediente podem atrair e, principalmente, manter as pessoas na cidade. “E para o trabalhador que busca de destacar-se em sua carreira, a receita é manter-se atualizado, qualificado, ou seja, fazer o que poucos fazem de modo próprio. Isso traz e faz a diferença”, disse.
Para Ana Carolina Verdi Braga, diretora da Cegente Educação Corporativa, a distância de Rio Preto para a capital interfere no resultado, diferente do que ocorre com São José dos Campos e Jundiaí, que estão mais próximas. “A educação tem peso maior e como Rio Preto tem muitas faculdades, isso pesa na escolha, sem contar a qualidade de vida, que não se compara a outros grandes centros”, disse Ana Carolina.
|
|
|
|
|
Quer ler o jornal na íntegra? Acesse aqui o Diário da Região Digital
|
|
|
|
|
|
|
OPINE SOBRE ESTA MATÉRIA
|
|
|
|
Não sou cadastrado |
Clique aqui
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
COMENTÁRIOS
|
|
|
|
|
Seu Madruga
postado em
11/12/2011
|
O título da reportagem diz que Rio Preto é a 33ª melhor cidade do país para trabalhar, Rio Preto pode até ser a 1ª melhor cidade do país para trabalhar, mas com toda certeza é a pior do mundo para se receber salário. Não existe salário pior que o daqui. Aqui em Rio Preto trabalhar é fácil, mas receber um salário digno pelo seu trabalho é impossível, ninguém paga o que o seu trabalho vale! Aqui é exigido nível superior para um salário de R$ 700,00.
Agora tente o milagre de sobreviver com essa porcaria de salário, tendo que pagar as seguintes contas:
Faculdade R$ 350,00 - Já que para ganhar R$ 700,00 é exigido nível superior.
Aluguel R$ 600,00
Energia Elétrica R$ 70,00
Água R$ 25,00
Transporte coletivo (R$ 105,00 para ir ao trabalho + R$ 52,50 para ir a faculdade).
Despesas com alimentação, vestimenta e demais despesas de uma casa para uma pessoa sozinha R$ 750,00.
Custo total para uma pessoa: R$ 1952,50
Nem com uma mágica da Bruxa do 71 é possível uma pessoa pobre e trabalhadora sobreviver com dignidade em Rio Preto.
Antigamente(cerca de 30 anos atrás), as pessoas "trabalhavam para viver", hoje em dia, as "pessoas vivem para trabalhar".
Eu não estou questionando a veracidade dos dados publicados na reportagem, mas fica a pergunta, com que tipo de público foram feitas essas pesquisas?
Vale lembrar que mudando o tipo de público pesquisado, as respostas obtidas também mudam.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
ENVIE PARA UM AMIGO
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|