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AP
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Em Nova York, o índice Dow Jones fechou em alta de 0,12%
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Depois de abrir em alta, com movimento forte ainda por causa do vencimento de opções sobre ações na segunda-feira, a Bovespa virou na hora do almoço, acompanhando as Bolsas norte-americanas, e assim permaneceu até o final. O volume financeiro, que prometia ser robusto no início do dia, também perdeu o fôlego e terminou mais comedido do que o que se esperava inicialmente. O Ibovespa terminou o dia em baixa de 0,78%, aos 69.341,38 pontos, na mínima do dia. Na máxima, atingiu 70.486 pontos (+0,86%). No mês, a Bolsa acumula ganhos de 4,27% e, no ano, de 1,10%. Na semana, o índice subiu 0,72%. O giro financeiro negociado ontem totalizou R$ 5,822 bilhões.
Nos Estados Unidos, os índices também viraram para baixo, mas não se mantiveram nessa trilha o resto do dia: ficaram no sobe-e-desce, ao redor da estabilidade, até o fim. O Dow Jones encerrou em alta de 0,12%, aos 10.624,69 pontos, o S&P acabou em baixa de 0,02%, aos 1.149,99 pontos, e o Nasdaq terminou com queda de 0,03%, aos 2.367,66 pontos. O dólar encerra a semana enfraquecido ante o Real, depois de quatro quedas em cinco dias. Pesaram nesta sexta-feira o giro fraco internamente, em um dia sem noticiário que afetasse o segmento de câmbio, e o recuo da moeda norte-americana ante outras divisas, como o euro e a libra.
Ao final do pregão de ontem, o dólar pronto na BM&F fechou em queda de 0,42%, a R$ 1,7620, mesma cotação do balcão, onde a retração foi de 0,45%. A divisa oscilou, ao longo do dia, entre a máxima de R$ 1,7680 e a mínima de R$ 1,7600. A cotação foi a menor desde 13 de janeiro e acumula, nesta semana, recuo de 1,34%. Em março, o dólar tem depreciação de 2,44%, mas, em 2010, alta de 1,09%. O giro financeiro das operações com liquidação em dois dias foi de US$ 2,6 bilhões, superior ante os US$ 2,181 bilhões de ontem.
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