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Mercado Financeiro
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São José do Rio Preto, 3 de Março, 2010 - 3:18
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Estrangeiros ajudam e Bolsa sobe 0,82%
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Divulgação
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Em dia positivo no mercado de ações, o pregão da Nasdaq subiu 0,32% e fechou aos 2.280,79 pontos
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A Bovespa voltou a flertar com os 68 mil pontos na sessão de ontem, empurrada para cima pelos investidores estrangeiros. Eles contribuíram para o índice renovar várias vezes a máxima pontuação do dia durante a tarde, mas o fôlego diminuiu no final, por causa da fraqueza do Dow Jones.
No geral, o clima favorável deste pregão foi garantido pela menor aversão ao risco no mercado internacional, diante da percepção de que uma solução para a Grécia está próxima de ser atingida.
O Ibovespa subiu 0,82%, aos 67.779,16 pontos. Na mínima do dia, atingiu 67.228 pontos (estabilidade) e, na máxima, os 68 250 pontos (+1,52%). Nestes dois pregões de março, já tem ganhos de 1,92%. Em 2010 até ontem, no entanto, ainda recua, 1,18%. O giro financeiro ontem totalizou R$ 6,672 bilhões.
A agenda de ontem estava vazia de indicadores relevantes - nos EUA, os destaques foram os números de vendas de veículos -, mas o clima estava favorável, depois que a Austrália elevou sua taxa básica de juros - indício de recuperação econômica - e dos rumores que indicavam uma solução à vista para a Grécia.
Segundo fontes, o país da zona do euro poderá anunciar amanhã um pacote de austeridade de cerca de 4 bilhões de euros (US$ 5,4 bilhões) em um esforço para cortar seu grande déficit em quatro pontos porcentuais neste ano. Além disso, o país estaria preparando uma emissão de bônus de 10 anos que deverá levantar entre 3 bilhões e 5 bilhões de euros.
As bolsas europeias terminaram o dia em alta e as norte-americanas caminharam para o mesmo desfecho. O Dow Jones chegou a virar para baixo na última hora, mas conseguiu fechar no azul. Avançou 0,02%, aos 10.405,98 pontos, o S&P subiu 0,23%, aos 1.118,31 pontos e o Nasdaq ganhou 0,32%, aos 2.280,79 pontos
O destaque nos EUA ontem foram os números do setor automotivo: Ford vendeu 43% mais, GM, 11,5% acima, enquanto a Toyota teve vendas 8,7% menores, segundo os números de fevereiro ante o mesmo mês do ano passado.
No Brasil, os investidores estrangeiros voltaram às compras, principalmente de Vale. A mineradora terminou com ganho de 2% na ação ON e 1,88% na PN. Petrobras subiu bem menos: 0,59% na ON e 0,54% na PN.
Câmbio
Os ventos continuaram a favor dos países emergentes ontem. A perspectiva de novas ofertas públicas de ações - como a da OSX de Eike Batista - em um momento em que se aproxima a alta dos juros básicos da economia tornou o real ainda mais atraente e, por isso, o mercado continuou a desmontar posições compradas na moeda americana, que ontem caiu pelo terceiro pregão consecutivo.
No mercado à vista, o pronto da BM&F fechou a R$ 1,7820 (queda de 0,81%), mesma cotação da moeda no balcão, onde a divisa perdeu 0,89%, depois de oscilar entre a máxima de R$ 1,7910 e a mínima de R$ 1,7810. Esta foi a menor cotação do dólar balcão desde 19 de janeiro deste ano, quando fechou em R$ 1,772. O giro financeiro em D+2 projetado para hoje é de US$ 3,9 bilhões, superior ante os US$ 2,636 bilhões registrados ontem.
O euro ganhava, perto das 16h40, 0,47%, a US$ 1,3597, enquanto o dólar sofria queda de 0,72%, a 88,72 ienes.
Juros
O mercado de juros teve movimentos comedidos nesta terça-feira, refletindo a agenda local de indicadores e eventos sem destaques. Ao término da negociação normal da BM&F, o volume de contratos negociados arrefeceu em comparação com as sessões anteriores e os DIs estavam perto da estabilidade. O DI janeiro de 2011 (181.180 contratos) estava em 10,44%, de 10,46% no ajuste de ontem. O DI julho de 2010 (138.000 contratos) projetava 9,31%, de 9,32% ontem. O DI janeiro de 2012 (64.870 contratos) marcava 11,56%, de 11,57% ontem
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