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Expolact
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São José do Rio Preto, 28 de Agosto, 2010 - 3:13
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Produtores de leite debatem desafios do setor
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Guilherme Baffi
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A dificuldade para encontrar mão-de-obra qualificada foi apontada em todos os grupos de discussão
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O produtor entrega o leite ao invés de comercializá-lo. Essa foi uma das conclusões do 1º Work-shop Expolact, promovido pela Faculdade de Tecnologia (Fatec), ontem pela manhã, no Recinto de Exposições Alberto Bertelli Lucatto, que também discutiu a carência de profissionais qualificados. Cerca de 60 pessoas, entre técnicos e produtores de leite participaram do evento que discutiu e destacou os problemas da atividade leiteira.
Divididos nos grupos “Sanidade”, “Nutrição e Manejo”, “Reprodução” e “Gestão e Comercialização”, os produtores redigiram resumos sobre cada tema que foram apresentados em plenário. A falta de mão-de-obra qualificada foi o único problema identificado nos quatro grupos de discussão. No grupo Gestão e Comercialização, foram apontados também falta de gestão e de política de preço mínimo, penalização do leite que não tem qualidade invés de pagamento maior pela qualidade, definir preços de operação, valor recebido pelo litro de leite e caução por parte dos laticínio pelo produto entregue.
O grupo Sanidade apresentou como pontos que merecem mais destaque a mastite, a necessidade de criar um calendário de vacinação, a criação de um fundo para indenizar produtores que tiveram animais abatidos por causa da brucelose, como prevê o Plano Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose (PNCEBT), e a própria brucelose, além de outras que prejudicam a reprodução do rebanho.
O grupo Reprodução apontou a dificuldade na obtenção de prenhezes, levantamento de índices reprodutivos, uso e custos de novas tecnologias, acompanhamento ginecológico, metodologia de reprodução (monta natural, inseminação, transferência de embriões).
Nutrição e manejo destacou, entre outros pontos, custo elevado de volumoso e concentrado, dificuldade de formação de custos, queda de preços durante a estiagem, falta de transferência de tecnologia, suporte com técnicos independentes, dificuldades na recria de bezerros. O diretor da Fatec, Waldir Fernades Júnior afirmou que no próximo workshop vão ser discutidas soluções para as questões levantadas.
Quer ler o jornal na íntegra? Acesse aqui o Diário da Região Digital
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