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São José do Rio Preto, 15 de Julho, 2012 - 1:48
Zona norte de Rio Preto é bom negócio

Raul Marques

Hamilton Pavam
Sueli era dona de mercado, mas mudou de segmento e abriu, há 15 dias, uma loja de bijuterias
Investir na região norte de Rio Preto se tornou um bom negócio. O setor é endereço de 30% da população da cidade (120 mil pessoas), tem demanda por serviços e diversos tipos de estabelecimentos comerciais e abriga principalmente consumidores da classe C, que aumentou o seu poder aquisitivo nos últimos cinco anos e se transformou na vedete da economia brasileira.

Para ajudar os empreendedores a desbravar esse eldorado, o Diário elaborou um guia com dez tipos de negócio que são inéditos ou têm campo para crescer nesse setor da cidade. O mapa foi elaborado com orientação da Associação Comercial e Empresarial de Rio Preto (Acirp) e da Cia de Franchising.

Lanchonete, salão de festa, padaria, barzinho, revenda de carros seminovos, loja de artigos infantis, restaurante self service, cartório, estacionamento e farmácia são ideias de estabelecimentos que apresentam boas oportunidades. O investimento vai de R$ 15 mil (lanchonete) a R$ 200 mil (revenda com oito veículos).

O diretor da distrital norte da Acirp, Denilson César Marzocchi, afirma que há campo para investir, mesmo com a inauguração do Shopping Cidade Norte, em 12 de outubro. O empreendimento custou R$ 120 milhões e terá 110 lojas, além de cinema, Mc Donald’s e Caixa Econômica Federal.

Somente 23% (3,5 mil) dos 15 mil estabelecimentos de Rio Preto ficam na região norte. “Tem muito dinheiro circulando. A classe C, que consome bastante, é maioria. O morador quer resolver tudo por aqui, sem a necessidade de perder tempo ao se deslocar para o Centro.”

Para Marzocchi, a presença do shopping pode criar novas oportunidades e nivelar, por cima, o comércio local. “A tendência é de que traga mais competitividade. O consumidor da região norte está exigente. Quer frequentar um ambiente seguro, com boas instalações e preços atrativos.”

O exemplo é a recepcionista Gleytiane Gonçalves da Costa, 24 anos, que mora e trabalha na localidade. Ela compra quase tudo perto de casa. As exceções são roupas e sapatos, que prefere adquirir no Centro. “É mais barato e tem opção. Com a abertura do shopping, acredito vou resolver tudo aqui mesmo.”

Os próprios empresários já perceberam essa tendência. Ivaldo Adão de Andrade e Airton Valandro abriram uma churrascaria há oito meses na avenida Mirassolândia, um dos principais polos comerciais. O investimento, de R$ 600 mil, incluiu reforma total do prédio e compra de equipamentos, cadeiras e mesas novas.

O estabelecimento gerou nove empregos e vende o almoço a R$ 17,90. “A gente fez pesquisa e detectou a necessidade. O público está correspondendo”, afirma Andrade. A mesma postura foi adotada pelas sócias Nayara Potiguara, 25 anos, e Sueli Silva, 32 anos. Há duas semanas, abriram uma loja de bijuterias e acessórios no Vetorasso.

Gastaram R$ 25 mil. “Procuramos um negócio que não tinha no bairro e que fosse a nossa cara. Estamos satisfeitas”, afirma Sueli. As duas eram donas de um mercado, mas trocaram de segmento de atuação. “Era cansativo. Tinha que trabalhar até no domingo.” O economista e presidente da Cia de Franchising, Marcos Nascimento, afirma que Nayara e Sueli agiram corretamente. Quem pensa em se tornar comerciante deve, em primeiro lugar, buscar uma área que tenha afinidade.

Hamilton Pavam
Ivaldo Adão investiu, com um sócio, em uma churrascaria: “O público está correspondendo”
Pesquisa

Se optar por franquia, um passo essencial é pesquisar até três marcas e entrar em contato com os franqueadores. “É importante conhecer outros franqueados para saber se estão felizes, se ganham dinheiro e se recebem atenção.” Segundo Nascimento, a região norte de Rio Preto se caracteriza pela predominância de um tipo de público. “A classe C aumentou a renda e modificou as estruturas de compra no Brasil. Para abrir uma loja, é necessário saber o que essas pessoas querem e precisam.”

Na opinião do economista, quem toma esses cuidados aumenta a chance de ter sucesso. Antes de abrir um estabelecimento comercial, é necessário adotar uma estratégia preventiva que pode definir o sucesso ou o fracasso do negócio. Arthur Achoa, gerente regional do Sebrae, afirma que é importante fazer um planejamento para definir o setor em que pretende trabalhar.

“Tem que escolher uma área em que tenha prazer, não que signifique sacrifício. Isso faz toda a diferença”, afirma. Também é fundamental verificar qual público pretende atender, o tipo de serviço que vai oferecer, espaço físico, se tem concorrência por perto e quanto dinheiro será investido no empreendimento. Além disso, é preciso ter capital de giro, uma reserva financeira para garantir a manutenção do negócio nos primeiros meses de funcionamento, sem depender exclusivamente do que entra no caixa.

O próprio Sebrae oferece orientação gratuita para quem pretende abrir um estabelecimento comercial. Mostra qual é o espaço físico adequado, número de empregados ideal, equipamentos principais e valor do investimento. Os interessados podem comparecer ao escritório, na rua Presciliano Pinto de Toledo, 3184, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17 horas. Quem preferir pode ligar gratuitamente para o 0800-570-0800.





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