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Trânsito
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São José do Rio Preto, 9 de Março, 2010 - 3:04
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Obra interdita trecho da Bady por 24 dias
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Thomaz Vita Neto
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Carros trafegam em trecho da Bady Bassitt que será interditado
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Nos próximos 24 dias, o trecho da avenida Bady Bassit, entre as ruas Independência e Penita, em Rio Preto, ficará interditado no sentido zona sul-centro. O Serviço Municipal Autônomo de Água e Esgoto (Semae) inicia hoje a construção de emissários da rede de esgoto, que passa pela avenida, e deve beneficiar moradores da zona sul da cidade.
A obra, orçada em R$ 2,5 milhões, está prevista para terminar em janeiro de 2011 e, durante esse período, outros trechos da Bady e da avenida Presidente Juscelino Kubitschek ficarão intransitáveis. A rua Mirassol, entre a Imperial e a Bady, também ficará interditada. Durante as obras, o trecho da avenida no sentido contrário, centro-zona sul, não sofrerá nenhuma alteração.
De acordo com Antônio Tavares Ranzani, superintendente da autarquia, as mudanças foram aprovadas pela Secretaria Municipal de Trânsito. Para amenizar os problemas no trânsito, a obra foi dividida em 15 etapas. Luciano Nucci Passoni, gerente de planejamento, projeto e obras do Semae, conta que o período mais crítico deve acontecer em agosto, quando o trecho da avenida marginal Arthur Nonato estará em obras. Com isso, o acesso pela rodovia Washington Luís (SP-310) também será interditado.
“Haverá uma divulgação regional das obras, pois quem vier a Rio Preto pela rodovia terá que entrar pela cidade pelas avenidas Clóvis Oger, na rotatório do Instituto Penal Agrícola (IPA), ou Alberto Andaló e Murchid Honsi.” Ao todo, serão construídos 2.678 metros de emissários. Hoje, o superintendente do Semae vai se reunir com comerciantes da Bady na Associação Comercial. “Queremos ouvir sugestões e saber o que eles pensam sobre a interdição. É impossível fazer uma obra desse tamanho sem causar transtornos, mas é uma necessidade.”
O novo emissário vai atender uma demanda de crescimento populacional para, pelo menos, os próximos 30 anos. João Luzin, que tem uma loja de móveis na avenida, diz que o prejuízo da interdição será transformado em benefício para o futuro. “Não é porque a rua ficará interditada que as vendas vão cair, afinal, há ruas paralelas, e o outro lado da avenida vai funcionar normalmente.” Segundo Ranzani, o atual emissário, que foi construído há mais de 30 anos, não suporta mais a vazão do esgoto da zona sul de Rio Preto, por isso ocorre o vazamento de dejetos para o Córrego Borá, o que provoca mau-cheiro na avenida.
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