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Jardim Arroyo
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São José do Rio Preto, 5 de Março, 2010 - 3:14
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Comerciante é alvo de 15 assaltos
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Edvaldo Santos
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Comerciante Carlos Junqueira foi assaltado 15 vezes em 16 meses
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“Sou refém dos bandidos e cada vez mais me sinto mais humilhado.” A frase é do comerciante Carlos Maurício de Andrade Junqueira, 50 anos, que em 16 meses teve seu mercado e casa de carnes, instalados no Jardim Arroyo, zona norte de Rio Preto, invadidos 15 vezes por ladrões. Três das invasões ocorreram num intervalo de 12 horas. Nesse período, ele já soma mais de R$ 20 mil em prejuízo.
Em razão da grande quantidade de assaltos de que foi vítima e todos filmados pelo circuito de segurança que custou R$ 18 mil, o comerciante já é conhecido pela polícia e imprensa. Em setembro do ano passado o Diário acompanhou o drama de Junqueira, que procurou a Polícia Civil para ter de volta a tranquilidade e conseguir trabalhar em paz, mas não conseguiu nenhuma resposta.
Segundo ele, após a publicação da reportagem os assaltos diminuíram. “A polícia começou a fazer mais rondas, os policiais se tornaram amigos dos comerciantes do bairro, mas isso durou pouco mais de três meses. Agora, tudo voltou ao normal e o medo predomina.” Anteontem à tarde, enquanto a vítima lavava assadeiras nos fundos do estabelecimento comercial, um ladrão aproveitou para furtar moedas e maços de cigarro da prateleira. Ao perceber que Junqueira retornava ao caixa, ele fugiu.
Menos de duas horas depois, um outro rapaz invadiu o minimercado e furtou o restante de dinheiro e os maços de cigarro que restaram. “Desse jeito não dá. Eu nem havia me recuperado de uma ocorrência e já teve a segunda.” O comerciante conta que não procurou a polícia devido à pequena quantidade de dinheiro e mercadoria que foram levados. No entanto, na madrugada de ontem, pela terceira vez, um ladrão entrou no estabelecimento após fazer um buraco no forro. Ele só descobriu o caso quando chegou para trabalhar e percebeu que faltavam cerca de R$ 380 no caixa e mais R$ 210 em pacotes de cigarro.
A ação do criminoso durou pouco mais de quatro minutos. Nem mesmo as quatro câmeras de segurança inibiram a ação. Os dois sensores do estabelecimento também não conseguiram captar a movimentação no local e não dispararam. “Não há câmeras, alarmes, cerca elétrica que segurem esses bandidos. O jeito é colocar nas mãos de Deus.”
Polícia
O delegado Valdir Carvalho da Silva, do 4º Distrito Policial, área a que pertence o Jardim Arroyo, disse que Junqueira deve procurar a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e levar cópia das imagens. “Lá existe um álbum fotográfico dos criminosos, que pode ajuda a identificar o autor do crime.”
Segundo o tenente Miller Moschin Crepaldi, do 17º Batalhão da Polícia Militar, deve haver aumento das rondas naquela região. Ele explica que existem outras áreas que também merecem atenção, e as viaturas não são suficiente para fazer a cobertura de toda a zona norte em todos os horários.
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COMENTÁRIOS
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Paulo Alessandro
postado em
05/03/2010
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Depois de ver a notícia que os assassinos do bombeiro morto no ano de 2006 no ataque de uma facção criminosa foram absolvidos por "medo" daqueles que caberiam botar esses vermes na cadeia, Sr. Carlos, a sociedade tem o que merece, o Sr teve prejuizos materias, enquanto a família do bombeiro não tem mais a alegria de tê-lo ao leu lado.
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