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Depois da enchente
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São José do Rio Preto, 26 de Janeiro, 2010 - 1:26
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Canteiros da Bady e Andaló terão grama
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Divulgação/Prefeitura de São José do Rio Preto
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Canteiro central destruído da avenida Bady Bassitt será inteiramente coberto com grama, conforme projeção da Prefeitura
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A Prefeitura de Rio Preto vai reconstruir os canteiros centrais das avenidas Alberto Andaló e Bady Bassitt com grama esmeralda. Os locais ficaram totalmente destruídos devido à forte chuva que atingiu a cidade na madrugada do último dia 18. O projeto de recomposição foi apresentado na manhã de ontem pelo prefeito Valdomiro Lopes. “A medida é ecologicamente correta e muito mais barata. Já que os estudos sobre as soluções para os problemas dos canais das avenidas levarão alguns meses para ficarem prontos”, afirma.
O projeto urbanístico prevê ainda passagem para pedestres a cada 100 metros. A escolha a colocação da grama foi devido o fato de as pedras se soltarem com facilidade e entupirem os bueiros. De acordo com a prefeitura, são necessários aproximadamente 30 mil metros quadrados de grama esmeralda. O valor estimado por metro quadrado é de R$ 3,50. A intervenção vai custar cerca de R$ 100 mil. Ainda não há data para o início das obras.
Para o urbanista e especialista em gestão ambiental, Roberto de Carvalho Júnior, a ideia é boa, desde que sejam avaliados alguns critérios. “O solo tem que estar compacto e não pode existir infiltração”, disse. Além do projeto de recomposição dos canteiros centrais, foi aberta licitação para as obras emergenciais. Entre as obras prioritárias está a reconstrução da ponte na rua Abraão Thomé, no cruzamento com a avenida José Munia. “Estou indo hoje falar com o governador José Serra. Depois, irei a Brasília para buscar mais recursos para as obras emergenciais”, disse o prefeito.
Para solucionar os problemas das enchentes, o prefeito informou também que estão sendo feitos estudos sobre os canais das principais avenidas, para verificar a real situação e definir as medidas necessárias. A estimativa é que esses projetos levem cinco meses para serem concluídos. Durante o evento, o prefeito anunciou também a concessão de créditos especiais, por meio da Caixa Econômica Federal e da Nossa Caixa Desenvolvimento, para empresários que sofreram prejuízos com as chuvas. Estiveram presentes secretários municipais, vereadores, membros da Associação Comercial e Industrial de Rio Preto (Acirp), além de representantes das instituições bancárias.
Limpeza
Funcionários da Prefeitura ainda trabalham na retirada dos entulhos e barro que estão espalhados nas principais avenidas da cidade. Até o último sábado haviam sido recolhidas 3 mil toneladas de terra e pedras que se soltaram dos canteiros das avenidas, segundo a prefeitura. “Os funcionários continuam trabalhando na limpeza dos bueiros e bocas-de-lobo das avenidas”, disse o secretário de Serviços Gerais, Paulo Pauléra. A expectativa é que os trabalhos de limpeza das avenidas Alberto Andaló e Bady Bassitt sejam concluídos nesta semana.
Juros menores e mais prazo
Para auxiliar os empresários e pessoas físicas vítimas da enchente, a Caixa Econômica Federal irá reduzir pela metade a taxa de juros de suas linhas de crédito e ampliar o prazo de pagamento dos empréstimos. “Vamos fazer um atendimento pontual”, informa o gerente regional da Caixa Econômica Federal, Clayton Rosa Carneiro.
A Nossa Caixa Desenvolvimento, por meio da Linha Emergencial para Recuperação Econômica dos Municípios Paulistas, irá disponibilizar duas linhas de crédito com baixas taxas de juros e prazos ampliados. “Na próxima quinta-feira iremos assinar o convênio com a Acirp que será o ‘nosso braço’ na cidade”, afirma o gerente de negócios de operações da Nossa Caixa Desenvolvimento, Eduardo Tadeu Saggiorato. A Acirp estima que 450 empresas sofreram prejuízos que somam mais de R$ 20 milhões.
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COMENTÁRIOS
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Carlos Guilhermitti
postado em
30/01/2010
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A princípio fiquei espantado com tamanha visão da prefeitura, porém logo ví que aquilo que seria a solução para os problemas de enchentes em São José do Rio Preto se aplicará apenas nas avenidas Andaló e Bady e não em todas as residencias da cidade. Talvêz seja preciso mais mortes e destruição de nossas principais avenidas para que vejam que a água que cai tem que penetrar na terra e que se em cada residência isto se fizesse, com certeza não teriamos enchentes. Falta visão.
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Jorge Gerônimo Hipólito
postado em
26/01/2010
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A avenida não pode viver de aparências e isso me reporta ao velho adágio, ou seja, “Por fora bela viola; por dentro pão bolorento” A avenida não é apenas uma linha no mapa da cidade, na verdade, ela é um organismo vivo e que no dia a dia exerce funções que dão suporte a vida das pessoas. Não basta maquiá-la, pois, nas próximas lágrimas, isto é, enchente, a maquiagem (grama) vai se acumular nas calçadas e entupir as bocas de lobos. Eu tenho uma idéia que vai ajudar o prefeito e os engenheiros, só não sei se eles a aceitariam. Segue a idéia:
Instalar tubulação em todas as ruas paralelas as Avenidas Alberto Andaló e Bady Bassitt. Iniciar a instalação a partir da Rua Voluntários de São Paulo, ou seja, no sentido bairro-centro a direita da Bernardino e na General Glicério que seria do lado esquerdo e, assim, continuar até chegar à última próxima a Avenida Alberto Andaló e a última próxima a Avenida Bady Bassitt. Atentai para um detalhe: cada tubulação teria diâmetro condizente com a capacidade da via, essa medida, nos daria ao final uma medida relevante se levar em conta as ruas existentes, por exemplo, da Voluntários até a Andaló. Toda água captada fluiria no sentido estação rodoviária, ferroviária, praça cívica e palestra. Próximo desses pontos, o serviço de engenharia implantaria captação (piscinão) e a água depois seria direcionada para a calha do rio preto.
Eu reconheço que se trata apenas de um rascunho de idéia, mas se aperfeiçoada poderia dar certo. Imaginemos a hipótese de haver cinco tubulações com 1.5 metros de diâmetro cada uma até a Andaló, isso corresponderia a um diâmetro de 7.5 metros. Percebam que esse volume de água não alcançaria a Andaló. Essa mesma rede poderia ser implantada no outro lado da Andaló, (Santa Cruz) bem como do outro lado da Bady Bassitt (Boa Vista). Agora, na Avenida José Munia e Juscelino Kubistchek, talvez, as bacias de contenção e/ou piscinões pudessem resolver. Eu sei que a idéia é simples, mas pelo menos estou tentando ajudar. Importante lembrar que o custo do projeto também seria simples.
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JOSE F FIGUEIREDO
postado em
26/01/2010
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Ate q enfim uma ideia boa..Alem de ecologicamente correto, ficara muito mais bonita a avenida, como tambem auxiliara na prevenção de enchentes. Boa idéia!..Merece os Parabéns! Deveria-se fazer em todas as avenidas.
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