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Violência no terminal
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São José do Rio Preto, 16 de Outubro, 2009 - 21:51
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Morre vítima de agressão na rodoviária
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Edvaldo Santos
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Jurandir levou um soco no peito, caiu no chão e bateu a cabeça
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O vigia da Empresa Municipal de Urbanismo (Emurb) R.R., 29 anos, responderá por lesão corporal seguida de morte contra o auxiliar de enfermagem Jurandir da Silva e Souza, 57 anos. O crime ocorreu dentro da rodoviária de Rio Preto no último dia 7. A decisão foi tomada pela Polícia Civil com a morte da vítima, anteontem, após oito dias internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Base. Segundo o delegado Genival Ribeiro dos Santos, do 1º Distrito Policial, as imagens do circuito interno da rodoviária, que captaram o momento da ocorrência, serão analisadas. “Já solicitei o vídeo à Emurb para que a Polícia Técnica faça uma melhor averiguação, pois as que tenho foram fornecidas pela família e não são as originais”, disse. De acordo com o boletim de ocorrência, R.R. teria agredido com socos no peito o auxiliar de enfermagem em frente a uma farmácia localizada dentro do terminal. Após a agressão ele desequilibrou-se, bateu a cabeça no chão e sofreu traumatismo craniano.
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Reprodução
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Câmeras do circuito interno da rodoviária no dia da ocorrência: Polícia Técnica
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Violência
O vigilante foi chamado pelo proprietário do estabelecimento para retirar o auxiliar, que estaria causando tumulto no local. Ele estaria desorientado. Testemunhas ouvidas pelo Diário no dia seguinte à ocorrência afirmam que a vítima não mostrava sinais de embriaguez, nem fazia nada para ser abordada com violência. Jurandir, inclusive, havia comprado um produto e estava tentando aferir a pressão arterial.
A família do auxiliar de enfermagem, que é de Catanduva, afirma que vai processar a Emurb. De acordo com a irmã da vítima, Terezinha Jaci Bernardes, 55 anos, “estamos aguardando a conclusão do inquérito para dar entrada na ação”. Em nota oficial, a Emurb informa que o processo administrativo disciplinar instaurado para apurar o caso deverá ser concluído até o próximo dia 23. Até lá, o vigilante continuará afastado de suas funções. O órgão municipal informa também que já se colocou à disposição para ajudar os familiares. A irmã de Jurandir, no entanto, diz que até agora não recebeu auxílio do poder público.
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