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Paladar mais 'oriental'
São José do Rio Preto, 12 de Setembro, 2010 - 9:52
Comida japonesa ganha força em Rio Preto

Elen Valereto e Maria Stella Calças

Thomaz Vita Neto
Barca com shushis e sashimis é um dos pratos mais populares
A culinária japonesa já toma conta do paladar do rio-pretense. A procura pela comida leve e saudável, antes mais restrita e conhecida pelos orientais, alcança aqueles que não têm descendência asiática. Prova disso é a abertura de mais três restaurantes japoneses este ano em Rio Preto, o que totaliza, atualmente, 13 estabelecimentos espalhados pela cidade, além de duas lojas especializadas na venda de produtos específicos para o preparo dos alimentos.

O proprietário do Harmony 2, Márcio Tanaka, que inaugurou há menos de um mês seu segundo restaurante no setor, no bairro Redentora, diz que o número crescente de estabelecimentos está adequado para a cidade. “O Harmony 1 foi aberto há 10 anos e Rio Preto comporta todos os restaurantes, pois a comida japonesa caiu no gosto de todos”, garante.

O empresário Alceu Junior conta também que há três anos, quando decidiu abrir o restaurante Sakaná, no mesmo bairro, viu que o mercado estava em expansão, além de apreciar a culinária. “Experimentei a comida há muitos anos e gostei, e então, depois de algum tempo, resolvi investir no negócio. Toda semana tenho de comprar 150 quilos de salmão para o restaurante, que vem de São Paulo, para atender a demanda.”

Rubens Cardia
Uramaki de salmão: opção de prato leve na culinária japonesa


No cardápio, os frequentadores dos restaurantes têm um leque de opções com os mais variados preços. Os pratos individuais podem variar, em média, de R$ 14,50 a R$ 42, mas a escolha pelo rodízio é a mais indicada para quem quer apreciar uma diversidade maior, o que pode custar até R$ 38.

“O rodízio vem com uma variedade de opções, como sushis, sashimis, harumakis (rolinho primavera), guiozas (pastelzinhos de carne), yakissoba, mushi yaki (salmão e tilápia cozidos ao vapor com legumes), temaki (cone de alga com recheios diversos)”, explica Junior. A comida do rodízio, no entanto, não fica ‘circulando’ pelo ambiente, assim como em churrascarias com carnes vermelhas. “O rodízio é servido em uma barca com sushis e sashimis, e quando as pessoas terminam a refeição, podem pedir mais”, conta Tanaka.

Junior acrescenta que o rodízio é pedido também por quem ainda não conhece toda a culinária japonesa. “O rodízio é o carro-chefe do restaurante e, talvez pelos nomes complicados, as pessoas ainda não conseguem identificar como é um prato descrito no cardápio, e optam pelo rodízio.”

Rubens Cardia
Hot roll: variações de empanado


A bancária Nathália Takemoto Takahashi, de 26 anos, que cresceu conhecendo a culinária devido à descendência japonesa, explica que opta pelo rodízio pela variedade e que frequenta o restaurante pelo menos uma vez por mês. “Gosto do temaki, dos sushis empanados e dos pratos quentes que são servidos. Vamos ao restaurante em datas especiais também.”

O namorado de Nathália, o administrador Flávio Terradas Menis, de 28 anos, revela que os pratos crus são seus preferidos no rodízio. Além disso, conta que aprendeu a gostar da culinária quando começou a namorar com a descendente oriental. “Já faz oito anos que aprecio a comida japonesa, e prefiro os sushis e os sashimis, que são crus.”

Já a coordenadora do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Maria Angélica Del Arco, e o professor de dança country, Willian Brioni, têm como prato favorito o shimeji - tipo de cogumelo pequeno cozido no vapor com shoyo e manteiga. Os dois são frequentadores assíduos de restaurantes orientais. “Duas ou três vezes na semana vamos a um restaurante japonês, é muito bom”, garante Brioni. Maria Angélica brinca: “Deveria ter cartão fidelidade”, brinca.

Thomaz Vita Neto
Willian Brioni e Maria Angélica são frequentadores assíduos: ‘Deveríamos ter cartão fidelidade’
Opções para preparar o prato em casa

Para quem gosta da comida japonesa, mas prefere apreciá-la em casa, tanto pela comodidade quanto pelo preço, o “sushi popular” é uma boa opção. Supermercados, por exemplo, vendem em bandejas pequenas porções a preços acessíveis. “Enquanto não inauguramos uma área específica para o setor, fazemos o pedido do cliente na hora, com porções de 8, 9 e 12 unidades de sushis. Os preços variam entre R$ 7 e R$ 12,90”, informa a sushiwomen (preparadora de sushis) do supermercado Pão de Açúcar, Marcela Priscila Menotti.

Também existem lojas especializadas em vendas de produtos para o preparo da culinária oriental. Há mais de 30 anos, a comerciante Sumie Okuyama Aoki, de 56 anos, é sócia do supermercado Primavera, na Vila Maceno, local onde são vendidos ingredientes comuns para o preparo dos pratos japoneses, como o arroz, o macarrão, o shoyo e até o saquê - bebida alcoólica japonesa - para batidas e caipirinhas. “Até damos sugestões para os clientes e explicamos como preparar o sushi e o yakissoba. Todos procuram uma comida saudável e estão gostando do que estão provando.”

Rubens Cardia
Flávio Menis descobriu com a namorada Nathália Takahashi os prazeres da culinária japonesa
Cuidados na escolha do restaurante

Alguns cuidados devem ser tomados em relação à higiene e estrutura física do local, antes de escolher o restaurante japonês. A fiscal sanitária e médica veterinária da Secretaria Municipal de Saúde, Luciane Bilia de Moraes, alerta que os frequentadores e adeptos da comida oriental devem observar as condições físicas do estabelecimento, se há licença da Vigilância Sanitária e, principalmente, como os alimentos são manuseados. “Devem ficar atentos à uniformização dos funcionários, ao modo como os manipuladores do alimento fazem o preparo e servem às mesas, e à higiene de um modo geral.”

Ela destaca que a Vigilância fiscaliza a condição de armazenamento de alimentos em todos os estabelecimentos comerciais e o modo de congelamento dos peixes. “Essas carnes devem ser acondicionadas em freezer ou câmara de congelamento com a temperatura média entre -12°C e -18°C. Já a temperatura da geladeira deve ser mantida em até 4°C.”

Uma notícia que não irá agradar aos consumidores da culinária japonesa é que há risco de infecção na ingestão da carne de peixe crua. “Se o peixe possuir a larva infectante, o ser humano que consumir essa carne crua ou mesmo mal cozida pode desenvolver uma doença intestinal que vai desde desconforto abdominal até uma obstrução intestinal. Toda carne crua oferece esse risco”, alerta.





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