O Vinho e os Prazeres
   
16 de setembro
2014
Restaurante Nou
 
Visitamos o restaurante Nou, várias vezes, pois ele tem boa qualidade de pratos e preços razoáveis (rua Ferreira de Araujo 419, Pinheiros, fone;2609-6939).

Da última vez que lá estivemos, pedimos o prato do dia, composto de um escalope ao molho de vinho tinto, com risoto de cebola caramelizada e ervas. Seu preço: R$46,00.

Para acompanhar o prato, pedimos uma garrafinha de Château Bel Air, de Bordeaux, que é um vinho simples, mas agradável.

Voltei lá em outra ocasião, para um almoço executivo. Eram 14 horas e ainda havia espera, o que é sinal de sucesso.

Serviram como entrada, uma saladinha de folhas verdes que combinou com o molho cítrico. A outra opção era uma sopa.

Como prato principal, pedi um Penne com Shitake, tomate, abobrinha e agrião, que estava muito bom!

As alternativas oferecidas eram: Moqueca de badejo com arroz e farofa e Milanesa com purê de batata e salada de rúcula.

De sobremesa, optei por um bom abacaxi com raspas de limão e mel.
A outra opção era um mousse de chocolate.

Para acompanhar o prato, pedi a cerveja Colorado Cauim. Ela é uma cerveja Premium America Lager, original de Ribeirão Preto, produzida com os melhores ingredientes importados e também com a brasileiríssima mandioca.

De saída, veio um café Astro, um pouco sem espuma. Talvez a máquina não estivesse bem regulada.

A conta ficou em R$ 60,96,bem razoável pelo consumido.

Um dos donos estava no balcão, ao meu lado e conversamos. Eu disse a ele que achava inteligente aquela forma de fazer um restaurante criativo, com bons ingredientes e preço razoável.

Acho mesmo que São Paulo tem pouco espaço para restaurantes caros, ainda mais diante da crise financeira em que estamos vivendo!

 
 

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12 de setembro
2014
Bergamo, norte da Itália.
 
Aproveitei a tarde de domingo na Itália, para rever a cidade antiga de Bergamo, onde eu já tinha estado e tido uma excelente experiência anterior.

Bergamo fica na região da Lombardia Italiana.
A cidade se divide em duas partes: cidade alta (Sita Otta), onde fica o centro histórico, cercado por muralhas e cidade baixa (Sita Basa).

A cidade de Bergamo foi fundada por etruscos e lígures. Foi conquistada pelos romanos no século II AC, quando foi rebatizada de Bergomum. Com a queda do império romano, a cidade foi saqueada várias vezes, até a chegada dos lombardos, que lá instalaram um ducado.

Pois bem, voltando então à cidade que já conhecia, apanhei bastante para chegar desta vez à sua parte alta, de carro.
Através do GPS, fui seguindo um caminho, com ruas estreitas que mal davam para passar um carro.
Acho que não é boa ideia ir até lá de carro, inclusive pela dificuldade que é estacionar na cidade alta.
É preferível estacionar ali em baixo e pegar um funicular que nos leve pra cima.

Na primeira vez em que lá estive, peguei um bondinho que nos levou a um local no alto de um morro. Neste local havia um excelente restaurante, onde almoçamos uma deliciosa salada de camarões e uma ótima massa a bergamasca, acompanhadas de um vinho da região.

Através de uma das portas da cidade alta, pode-se atravessar as muralhas venezianas e se deslumbrar com a beleza da cidade.

Igrejas, museus, restaurantes e até noivos se casam em Bergamo, uma cidade que é um monumento à arte.

Lá passei pelo famoso Al Donizetti (degustazione vini formaggi & salumi) onde vi na vitrine, lindas tortas doces. Não resisti e provei uma fatia da Torta Della Nonna, que tinha pinolis e crema pasticciera. Uma experiência divina. (via Gombito 17).

Passei também pela Piazza Vecchia, onde os turistas assistem a shows de música ao vivo. Uma praça com prédios do tipo venezianos e uma bela fonte de 1780.

Na Piazza Duomo, está o Duomo construído entre os anos 400 e 600. Recentemente foram descobertas mais 2 catedrais: a catedral paleocristã e outra românica, em baixo do Duomo.

Na mesma praça fica o magnífico battistério, construído em 1340, junto à basílica di Santa MariaMaggiore.

Pelas ruas da cidade, além de suas belezas, as pizzas com os seua mais diversos sabores, provocavam em mim, intensa fome.

Acabei então, indo almoçar na Caffeteria Corsasola. Decidir ali, qual prato deveria provar... foi uma tortura!!! Escolhi o prato típico da cidade: cansoncelli alla bergamasca, que estava delicioso!

Na saída da cidade cercada, descobri a casa em que morou o compositor Donizetti. Lá comprei um disco muito interessante dele.

Depois de curtir a cidade voltei ao Lago Iseo.

 

 

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07 de setembro
2014
Evento Wines of Chile
 
Em Julho de 2014 a Wines of Chile, uma associação responsável pela divulgação dos vinhos do Chile no mercado mundial, promoveu um evento em São Paulo.

Dele participaram 30 vinícolas que apresentaram seus diversos vinhos. As vinícolas foram: Bisquertt, Bodegas y Viñedos de Aguirre, Calcu, Caliterra, Casa Silva, Casablanca, Casas Toqui, Chateau los Boldos, Cono Sur, De Martino, Echeverria, El Principal, Emiliana. Falerina, Loma Larga, Miguel Torres, Misiones Reguengo, Montes, Odfjell, Requingua, San Pedro, Santa Carolina, Santa Ema, Santa Helena, Siegel, Tarrapacá, Valdiveso, Viña Lauca, Viña Ventisquero e Yali.

O Chile fechou o 1º semestre de 2014, com uma participação de quase 50% no mercado de vinhos no Brasil, se tornando o principal destino de investimentos do Chile. O Brasil tornou-se assim, o 5º lugar na lista de exportações de vinhos do Chile.

Neste evento participei também da Masterclass, que se denominou: Os extremos do Chile, por realçar vinhos elaborados sob condições extremas de terroirs do país. A apresentação ficou por conta de sommelier Héctor Riquele.

O Chile cada vez estende mais seu terroir, incluindo até mesmo o Deserto de Atacama e Patagônia.

Os vinhos apresentados no evento foram:

Lago Ranco Sauvignon Blanc 2013, produzido pela Casa Silva na região austral, no terroir mais sul do Chile, Patagônia. É um vinho agradável, com boa acidez, um vinho amável e intenso. A importadora é Vinhos do Mundo (www.vinhosdomundo.com.br).

Talinay Chardonnay 2012, produzido por Tabali, na costa fria do norte Chile, no vale Limarí. Este é um vinho agradável, com boa mineralidade, boa persistência e final de boca. Ele é produzido na costa fria do norte do Chile, com influência marítima.

Los Patricios Chardonnay2010, produzido por Pandolf Price. Apresentou aromas que lembram acetona. Na sua produção são usadas leveduras selvagens com fermentação em barricas. É um vinho agradável, equilibrado e com bom corpo. Tem boa mineralidade e um final persistente e elegante.

Galardia del Iata Cinsault 2013, produzido por De Martino, no vale Itata, região de alta pluvionometria. É um vinho fácil de beber, equilibrado, com muitas frutas vermelhas. Ele é importado pela Decanter (www.decanter.com.br).

Outer Limits old Roots Cinsault 2013, produzido por Montes no vale Iata. Ele tem uma cor intensa. É um vinho agradável. Gostei dos Cinsault do Chile que provei. O importador é a Mistral (www.mistral.com.br).

Tara Red Wine 1 2012, da Ventisqueiro, tendo como base a cepa Pinot Noir. Este vinho é produzido num oásis do deserto de Atacama, vale Huasco. É um vinho de boa estrutura, com taninos firmes e delicados. Ele é importado pela Cantu (fone: 984048601).

Los Despedidos Pais 2013, produzido pela San Pedro no vale Itata. É um vinho bem interessante, de produção artesanal, autoria de 3 enólogos. A cepa utilizada é uma Cinsault da região. É um vinho moderno e o seu nome surgiu pois os enólogos seriam despedidos se fizessem um vinho ruim, pois estas uvas eram usadas para vinho de mesa. O importador é a Interfood (www.interfood.com.br)

Syrah Aconcagua Costa 2012, produzido pela Errazuris com a cepa Syrah, no vale do Aconcagua. É um vinho saboroso, fresco, com acidez integrada. É um vinho jovem com personalidade. A vinícola produz grandes vinhos no Chile, como o Dom Maximiniano.

El insolente Rogue Vine Carignan 2010, da Rogue Vine. Gostei muito deste vinho que fica em barrica neutra por 14 meses.

Piedras Pizarras Cabernet Sauvignon 2013, Produzido pela Santa Carolina, no vale de Cachapoal. O aroma me lembrou licor de cereja. Mostrou-se interessante e é importado pela Casa Flora (www.casaflora.com.br).


Depois da Masterclass fui à feira, onde vários vinhos da Masterclass não estavam disponíveis.

Os vinhos que mais me impressionaram foram:

Montes Alpha M 2011, para mim era o melhor vinho da feira (R$420,69), produzido pela Montes.

Q Clay 2011, das cepas Syrah e Cabernet Sauvignon, da Bisquertt Family Vineyards, importado pela World Wine (33839348) por R$150,00.

Memorias 2009, das cepas Cabernet Sauvignon e Petit Verdot, produzido por Viña el principal e importado pela Decanter por R$164,90.

Orzada Carmenere e o Malbec 2011, produzido pela Odjelll (R$82,3) e importado pela World Wine.

Ventisquero Vertice 2009, das cepas Carmenere e Syrah, produzido pela Vinha Ventisquero e importado pela Cantu (R$149,99).

Altura 2008 (R$664,80) que está com preço absurdo para o que ele apresenta e Carmenere Microterroir de Los Linues 2007 (R$279,00), que é o melhor Carmenere que já provei, ambos produzidos por Casa Silva.


O evento foi muito bem organizado pela Ch2a Comunicação, sob a supervisão da Alessandra Battochio Casolato.

Os espaços foram bem dimensionados e o serviço estava impecável.

Agradeço o convite.

 
 

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31 de agosto
2014
Trattoria do grupo Fasano
 
Logo que descobri um novo restaurante do grupo Fasano, o “Trattoria” (rua Iguatemi, s/n), resolvi ir lá para conhecê-lo.

Apesar de se chamar Trattoria, o restaurante é sofisticado e traz sua gastronomia do sul da Itália.

O prédio tem 210m2, atende 100 pessoas. Conta ainda com uma área externa para 30 pessoas e um salão privado para 16 lugares.

O cardápio foi feito com os cuidados de Rogerio Fasano, através dos olhos atentos do chef Luca Gozzani e comandado pelo chef Zé Branco.

O restaurante funciona de segunda a quinta das 12 as 15 e das 19 às 24 hs. Sexta e sábado está aberto das 12 às 16 e das 19 à 1h. Domingo fecha.

Na primeira vez que fui lá, descobri que o antigo Gerente do Nono Ruggero, outro da rede Fasano, é o simpático Victor Rizzo que agora trabalha no Trattoria. Uma boa notícia, pois apesar de novo, é muito simpático e competente!

Victor me sugeriu de entrada, um prato de ervilhas grelhadas com pancetta, que estava muito bom.

Em seguida, pedi dois meios pratos para conhecê-los. Polpetone e Espaguete à carbonara. Ambos estavam muito saborosos. O polpetone é feito ao forno, sem adição de pão, com delicioso molho de tomate.

Pedi ainda um café, que estava no ponto e a conta, que saiu R$87,01, o que não é caro para o tipo do restaurante (não me cobraram a entrada).

No meu aniversário de 2014, no dia de um dos jogos do Brasil, fui comemorar na Trattoria e infelizmente Victor estava de folga, devido ao baixo movimento do dia.

Desta outra vez, levei um Barolo que acabara de provar e trazer do Piemonte, o Borgogno Riserva 2003, que estava no ponto ideal de abertura. Sua cor estava acastanhada e seus aromas terciários de bosque e couro estavam divinos. Na boca demonstrou equilíbrio entre potência e suavidade.

Pedimos os pratos:

Lasagna verde alla Bolognesi, um prato delicado, coberto com um queijo excelente (R$60,00).

Tagliatelle com Ragu de cordeiro, que além de delicioso, combinava bem com o Barolo (R$58,00).

Terminamos a refeição com um ótimo café e fomos para casa assistir ao jogo do Brasil.

Pretendo voltar lá outras vezes com amigos.

 
 

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27 de agosto
2014
Os espumantes Franciacorta da Vinícola Montenisa
 
A vinícola Montenisa fica no coração da região de Franciacorta, ao sul do lago Iseo. Esta propriedade tem 60 ha de vinhas, além de um antigo complexo de imóveis.

O edifício mais importante deste complexo é o Palazzetto Maggi, construído no século XVI e restaurado em 1530.

Faz parte deste complexo também, a igreja de Santo Stefano, que fica no meio das vinhas.

A Franciacorta se refere, ao mesmo tempo, a uma área geográfica, um vinho e um método de produção.

O solo da região ali é rico de minerais, além de fértil e bem drenado, sob um clima ventilado e temperado.

A zona vinícola recebeu a denominação DOC, onde é produzido o espumante Franciacorta. O vinho, que passa pela segunta fermentação em garrafa, recebe a denominação de DOCG Franciacorta.

O primeiro e único Brut italiano DOCG, com obrigação de ser feita a segunda fermentação natural em garrafa, teve o início da sua produção em 1995.

Do lago Iseo, segui para a vinícola, onde, avistei uma bela casa, com afrescos pela parede.

Fui recebido pela Sra. Barbara Copler, que me levou a passear pela propriedade, onde haviam canteiros com diferentes clones de cepas de uva.

Dentro do prédio maravilhoso, conheci suas diversas salas com tapeçarias e afresco. Depois me dirigi para a área de produção dos espumantes.

Passamos primeiro pela cave, onde os vinhos envelheciam em barricas, numa área que fica abaixo da casa principal, com temperatura controlada.

Em seguida conheci a área onde ficam as cubas de aço inox, onde é feita para a primeira fermentação de parte das uvas.

Inúmeras garrafas ficam neste subsolo fresco, aguardando a segunda fermentação, sendo giradas diariamente neste processo.

Depois, partimos então para a divina sala de degustação, com uma antiga lareira rodeada de mais afrescos pelas paredes e tetos.

Os espumantes degustados nesta ocasião foram:

Montenisa Brut, feito com as cepas Chardonnay, Pinot Bianco e uma pequena quantidade de Pinot Nero. A sua primeira fermentação foi feita em cubas de aço inox e uma parte em barrica, e a segunda fermentação ocorreu em garrafa. Os levedos permanecem por um período de 30 meses, exaltando os perfumes de pêssego, mel e brioche. Sua cor é amarelada com reflexos dourados e sua perlage é persistente e fina. Na boca traz uma sensação de frutas maduras, com muita vivacidade.

O segundo espumante degustado foi o Montenisa Rosé, produzido com a cepa Pinot Nero, com muita personalidade e um aroma delicioso. Este vinho fica sob o levedo por um período de 30 meses, após a primeira fermentação em aço inox e barrica. A sua cor rosada é bonita e sua perlage é fina e persistente. Na boca ele é pleno, complexo, saboroso e equilibrado.

Montenisa Cuvée speciale que usa as cepas Chardonnay e Pinot Bianco e passa por 24 meses na sua segunda fermentação. Sua remuage é feita manualmente e após a dégorgemente, a garrafa descansa por um período de 3 meses antes de ir ao mercado. Tem uma cor levemente amarelada e uma perlage fina e persistente. É um vinho fresco, com boa estrutura e fragância.

Montenisa Satèn, da cepa Chardonnay, tem sua primeira fermentação em barrica e em aço inox. A segunda fermentação é feita na garrafa, seguida de um período de repouso de 30 meses com a levedura. Seu delicado aroma é de flores brancas e tem bom equilíbrio. A cor é amarela palha com reflexos dourados. Sua espuma é densa e sua perlage delicada, fina e persistente. Tem um sabor pleno e complexo, vivacidade e frescura.

Foi muito interessante conhecer os espumantes Franciacorta na sua zona de produção! Isto enriqueceu meus conhecimentos a respeito destes vinhos, que nada ficam a dever aos melhores espumantes do mundo!

Agradeço à Winebrands e ao meu amigo Johnny Mazzilli que me proporcionou esta visita!

 

 

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Me chamo Alberto Andaló Júnior. Nasci em Rio Preto no dia 23 de junho de 1947. Aqui nestas terras de São José fiz o primário no antigo Grupo Escolar Cardeal Leme. Em São Paulo, me formei em engenhariana pela Faap e em administração pelo Mackenzie. Hoje, trabalho como autônomo prestando consultoria. E-mail para contato: aajconsult@terra.com.br


O objetivo deste blog é falar sobre vinhos, viagens e gastronomia. A harmonização com os alimentos, assunto muito em voga, era feita de uma forma bem básica: o vinho tinto harmonizava com carnes vermelhas e o branco com os pescados. Hoje se sabe que uma boa harmonização entre o prato e a bebida acaba por valorizar a ambos. Sobre esse assunto, clique aqui e veja trabalho que fiz para a revista Lola da editora Abril.


Minha experiência com a bebida vem da infância, quando na minha casa, meu pais misturavam vinho com água, para que as crianças também participassem dos festejos. Quando morei em Rio Preto pela segunda vez, meu pai era então prefeito, desta cidade. Nesta época, eu tomava escondido um pouco do seu vinho português Grandjó, e apreciava sua doçura. Desde então, decidi incluir nas minhas viagens internacionais, algumas visitas às vinícolas.


Fiz curso de Sommelier na Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo, o que me ajudou a entender melhor este universo. Mantenho o blog O Vinho e os Prazeres, que pretendo dar continuidade aqui neste espaço. Espero que aproveitem os posts e agradeço desde já a participação de todos vocês com seus comentários!


 
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