O Vinho e os Prazeres
   
13 de dezembro
2014
Os vinhos da Odfjell e a cultura biodinâmica
 
Fui convidado, pela “Suporte Comunicações”, para participar de uma palestra sobre vinhos da chilena Odfjell, além de um almoço de harmonização com seus vinhos.

A apresentação ficou por conta do simpático diretor de viticultura Arturo Labbé que deu uma aula sobre culturas biodinâmicas.

A história da Odfjell Vineyards começou há mais de 30 anos, quando o norueguês armador de navios Dan Odfjell apaixonou-se por um pequeno terroir no Valle do Maipo. Nesse momento, decidiu criar uma vinha de altíssima qualidade que fosse o reflexo desse solo.

Como uma marca familiar que tem cruzado as gerações da família Odfjell em seu país de origem, impôs à vinha um caráter imperecível e sustentável, com um profundo respeito pela agricultura e o meio ambiente. Daqui, a definição “orgânica” que se tomou como meta desde seus inícios, por uma profunda convicção de que um manejo da fruta, de tais características, permitiria uma melhor expressão do terroir em seus vinhos.

A vinícola Odfjell tem sido pioneira no manejo de seus campos e também na vinificação, sendo a primeira no Chile a construir uma adega gravitacional no ano de 1998 e a primeira em elaborar e exportar um vinho 100% Carignan de categoria Premium.

Além da região do Maipo, a vinícola decidiu buscar novos terroirs para aumentar o portfólio de vinhos memoráveis, somando assim vinhedos em Colchagua, Lontué e Cauquenes, em muitos casos com videiras de mais de um século e manejo 100% orgânico.

Hoje em dia, vende anualmente 70.000 caixas (cifras 2013), majoritariamente exportando para os mercados de Estados Unidos, China, Noruega, Inglaterra e Brasil,

A Odfjell produz hoje, entre outras, as variedades de Carignan, Carmenère, Malbec, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc.

A escolha do Chile se baseou nestes fatos:

-O país possui uma barreira natural que protege a agricultura, que é a cordilheira dos Andes.

-O oceano Pacífico e a cordilheira permitem uma maturação lenta e constante das uvas, com alta exposição à luz solar.

-Grande variedade de microclimas ideais para a viticultura de diferentes tipos de cepas.

Com o objetivo de produzir vinhos de qualidade, o maior trabalho é feito no vinhedo, num compromisso com a agricultura sustentável e práticas de respeito ao meio ambiente.

Na Odfjdell a adubagem é feita através de preparados biodinâmicos.

Os vinhedos têm baixo rendimento e as uvas são colhidas à mão e colocadas em pequenos recipientes, de forma a não ferirem a fruta.

O clima do Chile e suas barreiras permitem produzir uvas orgânicas, sem utilização de agroquímicos. Estas práticas, junto com a melhora da biodiversidade nos vinhedos, torna-os mais saudáveis e com uvas de qualidade.

Arturo, no início da palestra, começou a falar sobre a cultura biodinâmica, citando o provérbio chinês, que diz: “A agricultura é a arte de colher o sol”.

O início do estudo sobre a agricultura orgânica começou no início do século XX, quando o homem notou os efeitos da degeneração da agricultura química. Apareceu então Rudolf Steiner, que foi o criador da Antroposofia (o conhecimento do homem).

Em 1924, na Polônia, foram criadas as bases para o desenvolvimento da agricultura biodinâmica. O objetivo deste trabalho foi o de criar alimentos com alto valor biológico e nutricional, livres de agrotóxicos, produzidos em meio ambiente são e com o reconhecimento do agricultor ciente do valor de criar um organismo vivo.

Os objetivos da agricultura biodinâmica são:

-Criar alimentos que asseguram a boa saúde para o corpo e para o espírito.

-Criar um clima energético favorável à expressão da vida no plano físico

-Promover a produção, respeitando as comunidades, os animais e vegetais.

-Potencializar o meio ambiente onde se desenvolve.
Terminada a apresentação, partimos para um almoço, com pratos oferecidos que harmonizaram com tais vinhos:

Entrada: Bruschetta de queijo de cabra com geléia de damasco e pistache. Como acompanhamento tivemos o vinho Armador Sauvignon Blanc 2012, que estava com bom frescor, acidez e com leve aroma herbáceo.
Primeiro prato: Tortelli de Javali ao seu jus, maravilhoso! Acompanhou o vinho Winemaker’s Travesy 2009, das cepas: Malbec (43%), Carignan (32%) e Syrah. Os aromas do vinho eram de frutas vermelhas, flores e café. Perfeita combinação.
Segundo prato: Paleta de cordeiro cozida em baixa temperatura ao seu jus de alecrim, acompanhado de farofa de castanha do Pará e tubérculos assados. Combinou com o Aliara 2010, das cepas: Carignan (32%), Malbec (26%), Syrah (22%) e Cabernet Sauvignon. O vinho apresentou no nariz, muita fruta seca e chocolate. É um vinho muito bom, com bom corpo, complexo e persistente. Um grand finale para nosso evento!

Sobremesa: Panna cota de frutas vermelhas.
Como uma forma de representar os diversos terroirs, Odfjell conta com seis linhas de vinhos, cada uma com características especiais que os fazem únicos:
A linha Armador representa a própria história de Odfjell Vineyards, contando com safras desde 1999. É um vinho 100% fresco, balanceado e com grande expressão em suas variedades. Armador se apresenta nas variedades Cabernet Sauvignon, Carmenère, Merlot, Syrah e Sauvignon Blanc.

A linha Capítulo se refere a uma série de blends especiais de caráter regional, onde cada safra conta uma particular historia, dependendo do ano, as chuvas, a expressão da fruta e sua mistura, representam um novo ‘capítulo’ na história da vinha. Dentro de suas variedades, sobressaem Carignan, Malbec, Cabernet Sauvignon e Carmenère.

A linha Orzada representa o espírito pioneiro e inovador de Odfjell por produzir vinhos memoráveis, elegantes, complexos e gastronômicos. Daí, a origem de seu nome: Orzada é um termo náutico que define a navegação contra o vento antes de estabelecer uma direção. Destacam Carignan, Malbec, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Syrah.

Os vinhos da linha Blends são produções limitadas de exemplares modernos e memoráveis, atualmente são dois vinhos: Winemaker's Travesy, uma viagem de pontos diferentes para expressar o melhor do Terroir, um blend de uvas tipicas de três vinhedos: Lontué, Cauquenes e Maipo, e o Family Saga é uma comemoração do centenário da Família Odfjell.
Aliara é a linha Ícone de Odfjell. É um blend com mais de 10 safras históricas com produções limitadas que se destacam por sua elegância e complexidade. Dentro das cepas selecionadas para a última edição de Aliara (2010) podemos mencionam Syrah, Carignan, Malbec e Cabernet Sauvignon.

O evento foi em alto nível, tanto pelos esclarecimentos dados sobre agricultura orgânica, como pelos vinhos apresentados, além dos deliciosos pratos preparados pelo restaurante EAT!

 

 

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08 de dezembro
2014
Piran, Litoral da Eslovênia
 
De Postojna, partimos para a Croácia e paramos para conhecer a cidade litorânea eslovena de Piran, que fica no caminho, na região da Ístria.

A cidade tem uma arquitetura medieval, com ruas estreitas e casas geminadas pequenas, encravadas na costa do mar Adriático. Ela é cercada por uma muralha.

Até o século XX, o italiano era a língua dominante de Piran, pois foi incorporado ao Império Romano entre os séculos 177 e 178 AC, mas substituído pelo esloveno, depois.
Piran fez parte também do império veneziano entre o século XIII e XVIII.

A arquitetura da cidade é muito influenciada pela república de Veneza, que acabou por deixar sua marca na maioria das cidades da Ístria.

Ao chegar à cidade, tentamos entrar de carro, mas isto só é possível para moradores locais. Existe um estacionamento ainda no morro que circunda a cidade, onde deixamos o carro. Dali, fomos caminhando pela orla até o centro.

A cidade nos surpreendeu, com flores espalhadas, vista do mar de águas claras e sua peculiar beleza! Uma cidade muito agradável!

Nesta época de maio, ainda ventava frio, e eu acabei achando que deve ser mais interessante frequentar a cidade no verão.

Passamos pela praça Tartinijev, onde existe uma estátua do violinista e compositor Giuseppe Tartini. A praça é encantadora e conta com a igreja São Francisco de Assis.

Existe também na praça, um prédio vermelho, um incrível exemplo da arquitetura veneziana gótica. Foi construído por um rico mercador veneziano, para abrigar sua amante. Entre as janelas do prédio está inscrito: lassa pur dir (deixá-los falar).

Existe na cidade ainda, um museu marítimo e no seu topo, a igreja de St. George, cujo interior é bonito e fornece uma bela vista da cidade e do porto.

Não existem praias na cidade, mas é possível fazer um curso de mergulho no local.

Gisela quis tirar uma foto junto à uma estátua de sereia na orla.

A orla é cheia de restaurantes, bares e hotéis, inclusive o hotel Piran, de 1913, que parece mais um barco...

Paramos no restaurante Pavel, onde comemos uma deliciosa salada com camarões, acompanhada de vinho tinto local, que era bem simples.

Depois do almoço descobrimos um ônibus que passava pela cidade e nos levava até o estacionamento. Ônibus gratuito.

Depois de visitar Piran, passamos ainda na Eslovênia, pela cidade marítima de Portonhoz e partimos em seguida para a cidade de Rovinj, no litoral da Croácia.

 

 

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03 de dezembro
2014
Vinhos da Alsácia no Bistrot Charlô
 
Fui convidado pelo Clube da Alsácia, através de Caroline Putnoki, da Cap Amazon, para um jantar, com degustação comentada de vinhos da Alsácia, no Bistrot Charlô.

Os comentários neste evento foram conduzidos pelo sommelier Olivier Bouse, embaixador dos vinhos da Alsácia.

Depois da apresentação de Caroline Putnoki, Oliver Bourse fez uma explanação sobre os vinhos da Alsácia.

Em seguida tivemos um jantar harmonizado com os vinhos:

Aperitivo: Dadinho de tapioca com queijo de coalho e dip de agrião, que foi acompanhado pelo Crémanta d’Alsace Chardonnay Brut 2007, produzido por Dopff au Moulin (importado pela Mistral por R$137,00).

Entrada: Royal de aspargos, acompanhado do vinhos Pinot Blanc Auxerrois 2013, produzido pela Domaine Albert Mann.

Segunda entrada: Carapau marinado, com abacate e pan grabato. Este prato foi acompanhado pelo Riesling Cru Osteberg 2009, da Cave Rebauvillé (importado pela ChezFrance por R$169,00). O peixe estava defumado, maravilhoso!

Prato principal: Codorna recheada com foie gras e maçã, servida com purê de mandioquinha e vagens. O acompanhamento foi o Pinot Gris 2011 da Domaine Paul Blanck (importado pela Decanter por R$145,00). Este prato foi o ponto máximo do jantar, praticamente indescritível.

Sobremesa: Compota indiana com sorvete de côco, acompanhada do vinho Gewurztraminer Turkheim 2011, produzido por Domaine Zind Humbrecht (importado pela Delacroix por R$108,00, excelente relação custo / benefício).

O evento foi muito bem organizado, com serviço impecável.

Caroline sempre se esmera nas suas produções.

Os vinhos harmonizaram perfeitamente com os pratos, com destaque para o Crémant e, principalmente o Gewurtztraminer, que era muito aromático e agradável!

 

 

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29 de novembro
2014
Restaurante Clos des Tapas
 
Mais uma vez aproveitei a promoção do Personalité Itau para conhecer outro restaurante, O Clos des Tapas (rua Domingues Fernandes 548, Vila Nova Conceição fone: ).

O termo “Clos” se referem aos terroirs europeus conhecidos por produzirem as melhores uvas de cada safra.

A idéia do Clos des Tapas é explorar o singular, misturando a ingredientes brasileiros, ingredientes e características da cozinha espanhola. A cozinha deste restaurante tem acentuado toque ibérico e mediterrâneo.

O ambiente ali é muito agradável e bonito. A casa tem um pé direito alto e é muito simpática!

Sua adega é grande, contando com mais de 400 rótulos, e está dividida em 2 zonas de temperatura. Ela fica no segundo andar, junto ao bar.

O serviço é gentil, inclusive do sommelier, que nasceu no Porto, e hoje praticamente não tem mais sotaque. Ele me sugeriu o vinho Pago de Cirsus 2010, Vendemia Selecionada Navarra, que custou R$123,00, enquanto na importadora Decanter ele vale R$95,70 (sobrepreço de menos de 20% bem razoável). O enólogo me disse que o restaurante repassa ao cliente o desconto dado pela importadora.

A água servida é o ponto negativo, pois por ser importada custa R$12,00. Temos águas brasileiras tão boas quanto às italianas e a preços melhores.

Neste menu, que custava R$85,00 por pessoa, temos incluído um couvert, entrada, prato principal e sobremesa.

Vou relatar minha refeição agora:

Couvert: composto de pães artesanais, gazpacho, azeitonas temperadas, manteiga de amburana com castanha do pará e conserva de legumes caseira, deliciosos!

Entrada:

Salada de abobrinha com folhas frescas e queijo de cabra.

Tartare de pato com gema de ovo de codorna crua em cima, abacaxi, mostarda ancienne. Estava divino.

Pratos principal:

Pancceta com salada de feijão fradinho e ar de tucupi. Este foi o primeiro prato de barriga de porco que já provei e que não achei muito gorduroso.

Arroz cremoso de ervilhas e abóboras.

Apesar da diversidade dos pratos, o vinho escolhido não era muito encorpado mas caiu bem.

A sobremesa do menu, o Clos Shake não estava disponível, mas foi trocada pelo alfajor de doce de leite com bolinho de chuva e sorvete de iogurte. Ela estava boa, mas não é o tipo de sobremesa que eu pediria...

O preço total da refeição para o casal foi R$349,00, com serviço incluído, o que é muito bom para a quantidade e qualidade dos produtos oferecidos.

Vimos no cardápio normal que o Clos é um restaurante com preços salgados.

O menu de 8 pratos custa, fora da promoção R$180,00 e o de 4 R$130,00. Vale a visita! Fica a dica!

 
 

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25 de novembro
2014
Apresentação de Vinhos da Casa Rothschild
 
O Consul geral da França no Brasil, convidou a imprensa, neste segundo semestre de 2014, para divulgar os vinhos da famosa casa Rothschild.

Trata-se de alguns vinhos e champagnes, da importante casa francesa Rothschild, conhecidos por sua tradição e excelência há mais de 250 anos. (http://www.youtube.com/watch?v=H4zBOU-tGoU)

Estiveram presentes neste evento, o Consul geral da França no Brasil, além de Phillipe de Nicolay Rothschild e Cédric Grelin, Diretor comercial da PRN Import.

Os vinhos oferecidos foram acompanhados de deliciosas comidinhas preparadas pelo chef Alain Uzan, do restaurante Avek. Não faltaram ostras frescas para harmonizar com os Chablis.

O Consul agradeceu a presença do Sr. Phillipe e enalteceu o trabalho de sua família que coincide com a história do vinho na França. Sr. Phillipe nos contou sua última empreitada na região de Champagne. Falou a respeito da produção de seus espumantes na região. Disse-nos que a casa produz apenas 1.200 garrafas da Champagne Extra Brut. Destas, ele trouxe para o Brasil, 10% do total.

Os vinhos provados nesta ocasião foram:

Os Champagnes:

Champagne Barons de Rothschild Brut, feito com as cepas: Chardonnay (60%), Pinot Noir (40%) e um pouco de Pinot Meunier. O vinho tem uma longa perlage, muito delicado e persistente na boca. Os aromas apresentam pêra, frutas secas e flores brancas. Um belo produto. O Sr Phillipe ressaltou que esta é a única brut que usa esta porcentagem da Chardonnay, pois esta uva é bem mais cara que a Pinot Noir.

Champagne Barons de Rothschild Rosé, das cepas: Chardonnay (85%) e Pinot Noir. Apresenta uma delicada perlage e sua cor salmonada é muito bonita. Na boca ele é seco, de corpo intenso e longa persistência.

Champagne Barons de Rothschild Blanc de Blancs, feito com a cepa: Chardonnay. O vinho tem um alto nível de pureza e intensidade. Ele é sedoso, cítrico, com frutas brancas. A perlage é longa e muito delicada. Maravilhoso.

Champagne Barons de Rothschild Extra Brut, feito com as cepas: Chardonnay (60%), Pinot Noir e Pinot Meunier (40%). O vinho é límpido, mostrando um tom dourado leve, com uma longa perlage. Os aromas apresentam pêra, frutas secas que se misturam com flores brancas e brioches. O ataque é fresco e vivo. Para mim, este foi o champagne que mais gostei nesta ocasião.

Os vinhos da região de Chablis, do produtor Daniel-Etienne Defaix, da mesma importadora dos outros produtos do evento:

Chablis Vielles Vignes 2009. Ele é produzido a partir de vinhas que tem em média 47 anos. O vinho é vivo e muito agradável. Um belo Chablis.

Vaillon Premier Cru Vaillon 2002. É um vinho bem frutado, com uma bela estrutura mineral. No nariz apresenta notas de manteiga, brioche, especiarias e compotas de frutas glaciadas. Na boca ele é redondo, mineral, com um belo final fresco e frutado.

Premier Cru, Côte de Lecht 2002. É um vinho de grande estrutura e excelente mineralidade. Delicado no nariz, com notas de lichia e pêssegos. Na boca ele é redondo, amplo e delicado. Foi o Chablis que mais gostei. Disse Daniel que as uvas deste vinho ficam na região mais inclinada da propriedade.

Premier Cru, Le Lys 2003. Ele apresenta aromas florais, com notas de chá, mel e acácia. Na boca ele é floral, com mineralidade e frescor. É um vinho muito equilibrado, com longo final. O pai do proprietário dizia que este é o mais intelectual dos Chablis.

Os vinhos de Bordeaux:

Réserve Spéciale Blanc 2013, das cepas: Sauvignon Blanc (50%) e Sémillon, produzidos com rendimentos limitados (35 hl/ha). O vinho é muito agradável, sem aquele aroma herbáceo forte presentes em alguns Sauvignons Blanc. Apresentou boa persistência e muito frescor. Acho que este vinho oferece excelente relação custo / benefício.

Moulin de Duhart 2011, de Pauillac. É o segundo vinho do CHâteau Duhart-Milon, produzido por videiras mais novas que o seu primeiro vinho. Os vinhedos são da área de Paulliac, ao lado dos Lafite. Ele é feito com as cepas: Merlot (69%) e Cabernet Sauvignon. É um vinho muito equilibrado, delicado, com personalidade.

Blason de L' Evangile 2009, do Pomerol, das castas Cebernet Sauvignon (70 a 80%) e Cabernet Franca. É o segundo vinho da casa. Ele é envelhecido por 15 meses em barrica. É um vinho encorpado e acredito que, gastronômico.

Chateau L' Evangile 2006, de Pomerol, feito com as cepas: Cabernet sauvignon 80% e Cabernet Franca. O vinho fica amadurecendo por 18 meses em barricas de carvalho (70% novas). Ele é um vinho encorpado, elegante, com muita delicadeza e persistência.

Carruades de Lafite 2005 Pauillac, feito das cepas: Cabernet Sauvignon (50 a 70%), Merlot (30 a 50%) e Cabernet Franc e Petit Verdot (0 a 5%). Este é o segundo vinho do Château Lafite Rothschild. Ele usa as uvas que não são utilizadas em seu Grand Vin (primeiro da casa). O envelhecimento é feito por um período de 18 a 20 meses em barrica de carvalho (10%novo). Em termos de vinho, foi a melhor expressão do evento.

Alguns dos vinhos apresentados estão à venda no Empório Sta Maria:

Château L’Evangile 2006 (750 ml) .............................................................................. R$ 1.390,00
Château Duhart-Milon 2008 (750 ml) ........................................................................ R$ 1.100,00
Moulin de Duhart 2011 (750 ml ) ................................................................................... R$ 298,00
Réserve Spéciale Rouge 2011 (750 ml) ............................................................................ R$ 85,00
Réserve Spéciale Médoc 2012 (750 ml) ......................................................................... R$ 125,00
Réserve Spéciale Blanc 2013 (750 ml) ............................................................................. R$ 85,00
Champagne Barons de Rothschild Blanc de Blancs (750 ml) ……………………………………… R$ 420,00
Champagne Barons de Rothschild Brut (750 ml) ……………………………………………………… R$ 319,00
Champagne Barons de Rothschild Rosé (750 ml ) ……………………………………………………… R$ 450,00
Chablis Daniel-Etienne Defaix Premier Cru Les Lys 2003 (750 ml) ................................ R$ 340,00
Chablis Daniel-Etienne Defaix Vieilles Vignes 2009 (750 ml) ......................................... R$ 190,00


Posso afirmar que este evento superou as minhas expectativas, com a bela apresentação de Champagnes e vinhos da sua Maison, além dos maravilhosos Chablis apresentados.

A MktMix Assessoria de Comunicação cuidou da divulgação deste evento, com muito esmero.
 

 

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Me chamo Alberto Andaló Júnior. Nasci em Rio Preto no dia 23 de junho de 1947. Aqui nestas terras de São José fiz o primário no antigo Grupo Escolar Cardeal Leme. Em São Paulo, me formei em engenhariana pela Faap e em administração pelo Mackenzie. Hoje, trabalho como autônomo prestando consultoria. E-mail para contato: aajconsult@terra.com.br


O objetivo deste blog é falar sobre vinhos, viagens e gastronomia. A harmonização com os alimentos, assunto muito em voga, era feita de uma forma bem básica: o vinho tinto harmonizava com carnes vermelhas e o branco com os pescados. Hoje se sabe que uma boa harmonização entre o prato e a bebida acaba por valorizar a ambos. Sobre esse assunto, clique aqui e veja trabalho que fiz para a revista Lola da editora Abril.


Minha experiência com a bebida vem da infância, quando na minha casa, meu pais misturavam vinho com água, para que as crianças também participassem dos festejos. Quando morei em Rio Preto pela segunda vez, meu pai era então prefeito, desta cidade. Nesta época, eu tomava escondido um pouco do seu vinho português Grandjó, e apreciava sua doçura. Desde então, decidi incluir nas minhas viagens internacionais, algumas visitas às vinícolas.


Fiz curso de Sommelier na Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo, o que me ajudou a entender melhor este universo. Mantenho o blog O Vinho e os Prazeres, que pretendo dar continuidade aqui neste espaço. Espero que aproveitem os posts e agradeço desde já a participação de todos vocês com seus comentários!


 
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