O Vinho e os Prazeres
   
21 de agosto
2014
Lago Iseo, norte da Itália
 
De Trento fui para o Lago Iseo, para visitar a vinícola Montenisa, que fica na região produtora de Franciacota.

O lago de Iseo fica na região da Lombardia, entre as províncias de Bergamo e Brescia.

Em uma região vinícola, este lago glacial está rodeado de altas montanhas e cachoeiras. Às margens do lago encontram-se pequenas vilas de pescadores.

O lago hospeda a maior ilha lacustre da Italia, a Ilha de Monte Isola.

Fiquei hospedado no hotel International Hotel Iseo Via Martiri della libertà, 9 - 25049 Iseo lago Tel. +39 030.98.40.091
(http://www.internationalhoteliseo.it/ING/HOTEL.html) Valor do período, com café da manha e taxas e de E$ 206,00 o apto single. É um hotel simples próximo do lago.

Passeei pela simpática cidade de Iseo, com suas casas coloridas e uma feira no centro, que ocorre aos domingos.

Aproveitei a manhã para visitar a ilha de Monte Isola. Fui até o atracadouro e peguei um barco até a ilha.

No caminho pude ver uma linda ilhota, com uma bela casa, que no entanto não pode ser visitada.

Monte Isola é muito animada, com pessoas de várias idades circulando pelos seus simpáticos vilarejos.

Parei num bar para provar um espumante Franciacorta Ferghettina Brut, que no entanto não estava bom, com poucas bolhas e com um amargor de fundo.

Decepcionado continuei caminhando pela ilha, com suas flores e Restaurantes. Achei interessante um secador de peixe que ficava próximo ao lago.

Acredito que deve ser interessante visitar o Lago Iseo no verão, se tiver como objetivo praticar esportes náuticos.

Voltei à cidade e aproveitei o fim de dia para visitar de novo a cidade de Bergamo.

 
 

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17 de agosto
2014
Restaurante Casa Santo Antonio
 
Como queríamos nos reunir, um grupo de 8 amigos, em um restaurante, aceitamos a proposta do fotógrafo Johnny Mazzilli, para conhecer a Casa Santo Antonio (av. João Carlos da Silva Borges 764, Granja Julieta. Fone: 4328-6205).

Como o Johnny já conhecia o local, pois produziu belas fotos dos pratos para este restaurante, conseguiu que levássemos vinhos, sem que nos cobrassem a rolha.

Este restaurante foi idealizado por três pessoas, que vieram do grupo Fasano, composto pelo chef Sandro Aires e os sommeliers Bruno Taddeuchi e Mateus Turner.

O menu da casa oferece pratos criativos e com bela aparência.

Ficamos ansiosos para provar suas criações.

Iniciamos nossa refeição com uma lasanhetta recheada com creme de espinafre, ao molho de parmesão, com manteiga de trufas brancas e gema mole de ovo poché. Estava muito bom!

Os demais pratos foram:

Tortelli de queijo brie com molho "tartufado"(Manteiga de trufas brancas);

Medalhão de filé com molho de trufas pretas;

Spaghetti alla Chitarra com fonduta de parmesão;

Ravioli de vitelo com molho arrabiata.

Para a sobremesa, pedimos uma torta rústica de maçã, que estava deliciosa!
E ainda nos mandaram para provarmos, o café gourmet, que nada mais é que um apanhado de doces da casa, composto de:

Torta mousse de chocolate amargo com chocolate branco e maracujá (esquerda);

Tiramisù (centro);

Mousse de doce de leite com pão de mel (direita).

A sobremesa deliciosa e variada foi acompanhada pelo excelente vinho Kozlovic, que eu mesmo trouxe da Croácia. Ele é feito com a uva Muskat e tem uma cor amarelada com toques esverdeados. A sua fermentação dura de 2 a 3 dias, sendo então interrompida. Este vinho tem 12,2% de álcool. No nariz é notável o aroma de peras, abacaxis e pêssegos em conserva, além de toques florais. Na boca, tem boa acidez e também podemos sentir levemente o gosto de frutas secas, doces em compota, citrinos e maçãs. Achei muito bom o vinho!

Os demais vinhos, que casaram perfeitamente com os pratos degustados foram:
Pasionato 4 cepas (Malbec, Merlot, Cabernet Franc e Sauvignon), da Andeluna Cellars;

Crasto Etiqueta Negra Reserva Vinhas Velhas 2009;

Mjita Tokaji Beres édes cuvée 2007;

Altesimo Brunello de Montalcino safra 2004 teve 95 pts WS;

Quinta da Mieira Branco, da cepa Rabigato.
Este vinho tem aromas de frutas brancas e cítricas maduras e é um pouco herbáceo. Na boca ele é frutado, com bom volume e acidez. Sua persistência é média. Ganhou, este ano, medalha de prata no concurso mundial de Bruxelas.

O encontro foi muito agradável,pois é sempre bom comer bem e estar com amigos queridos!

A descoberta de um novo restaurante, com excelente serviço e ótimas instalações coroou a nossa noite!

Por estas e outras, pretendemos voltar lá, mesmo que o restaurante seja um pouco longe de minha casa.

 
 

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14 de agosto
2014
Visita à espetacular Vinicola Masi - Itália
 
Desde que fui apresentado por um amigo, aos vinhos Amarones, fiquei fã deles!

O Amarone é um vinho único na Itália, produzido no Vêneto, região de Valpolicella, a noroeste da cidade de Verona.

O Amarone é um vinho pouco conhecido, produzido de forma muito particular e por isto tão especial e caro também. É feito das uvas semi-desidratadas.

As variedades de uvas utilizadas para fazer este vinho são: Corvina, Rondinella, e Molinara. A origem do nome da uva Corvina provém de corvo, devido à sua cor escura. As demais uvas tem nomes de outras aves.

As uvas são secas em caixas com temperatura e umidade controladas (atualmente), para que não formem o fungos “Botrytis Cinerea”, que provoca amargor no vinho. Este processo é chamado de “Appassimento” ou ”rasinate” em italiano.

Este processo concentra o açúcar residual e os sabores e aromas das uvas.

No Amarone, a preservação das cascas é muito importante, pois é delas que vem os taninos, a cor e aroma do vinho. Este processo além de concentrar o suco dentro da casca, aumenta o contato dele com a casca.

Este processo leva em geral de 3 a quatro meses, dependendo do produtor e da qualidade da safra. A desidratação da uva, reduz o seu peso em 30% a 40%.

As uvas são então esmagadas e levadas para fermentação, com temperatura controlada, por um período de 30 a 50 dias.

Depois da fermentação, o vinho é envelhecido em barricas francesas ou eslovenas.

O Amarone é um vinho bem estruturado, complexo, elegante e aveludado, com intensa cor rubi. Tem um bouquet quente, de especiarias, com aroma de uvas. Este vinho tem um alto teor alcóolico, por volta de 15 e 16%. Ele é vendido, em geral, 5 anos após a safra.

A visita:

Como eu pretendia passar uma semana no norte da Itália, procurei o enólogo Vincenzo Protti, que conheci em feiras de vinhos e que representa a Masi (importado pela Mistral) no Brasil, para combinar com ele, uma visita à vinícola.

Vincenzo me colocou em contato com a Mistral, que prontamente me agendou uma visita à vinícola.

A Masi é uma das melhores e mais tradicionais cantinas do Vêneto, que produz, entre outros, deliciosos Amarones.

Depois de um longo trajeto saindo do lago Iseo, onde estava hospedado, até a Mais, cheguei finalmente na bela propriedade da vinícola.

Lá chegando, me levaram a um local da antiga cantina, onde existe uma bela casa da família dos produtores.

A sala de recepção fica numa casa, onde estão expostos tubos de vidros nas paredes, com os diferentes tipos de solo da região, assim como artigos enquadrados, sobre prêmios dos vinhos Masi.

Passamos pelo caminho, pelas parreiras da Masi, que ocupam grande área da região.

Iniciamos a visita pelo local que eu tinha mais sede em conhecer, o local onde as uvas são desidratadas em cestas de madeira. Ali, os aromas de uva passa impregnavam o local, nos dando boas vindas.

De lá, passamos para a cantina, onde as uvas são prensadas e depois fermentadas.

Fomos depois para a área de envelhecimento, onde os vinhos ficam evoluindo. O que chamou a minha atenção foram os diversos tipos e formas de barrica, inclusive algumas barricas quadradas como caixas.

Vários tóneis tinham placas, como o da safra de 1993, que foi premiada pelo famoso crítico Hugh Johnson.

Também o que me pareceu interessante foi um enorme tonel com escultura e inscrições de prêmio que a Masi recebeu da civiltà Vêneta.

Assim como outras pessoas do resto do grupo, compradores Ingleses, eu não resisti e tirei uma foto junto a um grande tonel vertical.


A degustação:

Passamos então à espetacular degustação dos vinhos da Masi, dirigida pelo Direttore de Enologia, Andrea Dal Cin.

Devido à grande quantidade de vinhos (19), inclusive aqueles produzidos na Masi Tupungato (Argentina), a prova foi dividida em 2 etapas.

Todos os vinhos se mostraram de grande qualidade, no entanto, vou me ater aos que mais me chamaram a atenção:

Masianco 2012 IGT , da cepa Pinot Grigio e Verduzzo, um vinho moderno, com aromas e sabores intensos e muita personalidade.

Rosa Dei Masi 2012, um vinho rosado, feito com a cepa Refosco, onde 85% das uvas são vinificadas frescas e 15% são passificadas por 50 dias. Sua cor é salmão e os seus aromas são de frutas vermelhas, em especial framboesa e cereja. Na boca, ele é macio e bem balanceado, com boa acidez e persistência.

Nectar Costasera Amarone 2009, com 15% de álcool, feito com as uvas tradicionais: Corvina (com porcentagem aumentada em relação aos demais Amarones), Rondinella e Molinara. Sua cor é rubi, com aromas de frutas secas e cerejas. Na boca apresenta tabém notas de café e canela. Um vinho muito bom, intenso, equilibrado e pronto para beber.

Campolongo di Torbe 2007 (Amarone Clássico), com 16% de álcool. Ele se mostrou um pouco mais doce do que os outros e muito bom.

Finalmente chegamos ao divino Costasera Clássico 1988, com 15% de álcool. As uvas, que produzem este vinho, são plantadas nas áreas de melhor insolação da Masi. Elas ficam desidratando por um período de 3 a 4 meses, em cestas de bambu. Este vinho expressou uma delicadeza, majestade e complexidade e mostrou a capacidade de sua evolução com o tempo.

Um momento muito importante desta degustação foi quando provamos 3 vinhos, cada um feito com uma das cepas que compõe o Amarone. Foi uma experiência única, onde foi possível sentir o que cada uva traz de contribuição para o vinho.

A Corvina, cepa que obrigatoriamente precisa ter uma participação de 45 a 95% no Amarone, dá um típico aroma, sabor de cereja e cor intensa ao vinho.

A Rondinella, que obrigatoriamente tem uma participação de 5 a 30% no Amarone, dá a ele, uma estrutura de taninos e cores específicas.

A Molinara, que pode ter uma participação de 0 a 10% no Amarone, dá a ele, uma frescura, acidez e toques de especiarias.

Agradeço por fim, ao enólogo Vincenzo Protti, a Mistral e à Masi pela bela oportunidade que me proporcionaram.

 
 

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08 de agosto
2014
Trento, Nordeste da Itália
 
Trento é uma cidade no norte da Itália e a capital da região do Trentino-Alto –Adige. Ela fica no pé dos Alpes e é um dos caminhos para a Áustria. (www.youtube.com/watch?v=EMBWnsP4Ync)

A cidade fica numa região montanhosa e junto com a província de Bolzano e o Tirol Austríaco, forma a região do Tirol Europeu. Isto é fácil de notar, pela arquitetura de seus vários prédios, parecida mesmo com a austríaca.

Estive na cidade de Trento em 2014, com o objetivo de visitar a vinícola Ferrari, produtora de espumantes, que fica ali pertinho da cidade.

Além da visita que fiz e que foi maravilhosa, aproveitei para visitar o centro velho da cidade, que é muito bonito.

Fiquei hospedado de um hotel (B/W Quid Hotel Via Innsbruck, 11 38121 Trento TN - Phone +39 0461 966811), localizado na zona industrial da cidade, pois seu acesso é mais fácil. Além disto, o hotel tem ótimas acomodações! O preço de duas diárias foi de E$ 148,00, incluindo café da manhã e taxas no apto single.

Para chegar ao centro, fui de carro e parei em um dos diversos estacionamentos perto do centro histórico.

Cheguei à cidade no domingo e encontrei o centro muito animado, com a população passeando pelas praças e museus e aproveitando a culinária local com certa influência alemã.

Os prédios do centro são muito bonitos, com afrescos nas paredes e balcões floridos.

Passei pela Piazza Duomo, construída no estilo românico do século XIII, com seu lindo chafariz, difícil de fotografar devido ao intenso movimento na região.
Esta é a principal praça da cidade, construída pelos romanos, para ser o mercado local ou o fórum.

Uma das possíveis origens do nome da cidade, tridentum, homenageia Netuno, que aparece segurando o tridente na fonte do século XVIII.

Outra atração da cidade é seu Duomo San Virgilio. Ele levou 3 séculos para ser construído, sendo concluído em 1515. O bom é que os construtores mantiveram o estilo em voga na época. O resultado foi o de uma igreja de incomum unidade e nobreza. Ele fica na Piazza Duomo.

O Castello del Buonconsiglio, construído no séculoXIII e ampliado posteriormente, faz parte das muralhas da cidade e é outra atração local. Trento era um ponto importante da fronteira da estrada que liga a Itália ao norte da Europa e suas grossas muralhas eram uma boa defesa. A parte sul do castelo corresponde ao maravilhoso Magno Palazzo (1530), construído pelos bispos-príncipes que governaram Trento.

Da cidade pode-se pegar um teleférico que sobe até as montanhas Dolomitas, onde ainda existia neve nos seus topos, no mês de maio, em plena primavera.

Através de indicação do ofício de turismo, fiz uma refeição no restaurante Green Tower, que fica próximo ao castelo Bonconsiglio. Na carta de vinhosdeste restaurante, eram sugeridos produtos da região. Quis experimentá-los!

Como estava na época dos aspargos, pedi um divino Tagliatelle di uovo spadellate con asparagi bianco e tartufo nero, que custou 13 euros.

O vinho, um Trentino Müller Thurgau 2013, branco, acompanhou perfeitamente o prato.

No dia seguinte fui visitar a vinícola, que tem um restaurante estrelado Michelin, onde fiz uma refeição inesquecível!

Um pouco de história:

A cidade se desenvolveu a partir de um assentamento “rético”, no vale do rio Ádige.

Trento foi conquistada pelos romanos no século 81 A.C. No ano 15, os romanos dominaram os réticos e a região foi totalmente conquistada. Resquícios do período romano podem ser encontrados no subsolo da cidade.

A partir do século VI, a região foi dominada por vários povos germânicos. Em 568 vieram os Lombardos, seguidos dos Francos. Em 982 Trento passa a ser parte do Sacro-império Romano Germânico.

O centro velho da cidade é chamado de bairro alemão, por que ali habitava, sobretudo, a antiga população alemã da cidade.

Durante a renascença, Trento sofreu várias modificações arquitetônicas, inspiradas nas cidades italianas. Muitas construções em estilo gótico alemão foram modificadas, assumindo caracteres "mistos". Durante esse período, Trento constituiu-se efetivamente enquanto "ponto de encontro" das culturas latina e germânica e podia ser considerada uma cidade bilíngue porque, além do italiano, falado pela grande maioria da população local, o uso da língua alemã era ainda bastante difuso na cidade.

Em 1802, as tropas francesas de Napoleão invadem o Império Austríaco, O Tirol é inicialmente invadido através da região e, posteriormente, pelo norte, através da Baviera(aliada de Napoleão). A fortificada Trento não resiste e é invadida também.

Com a queda de Napoleão em 1816, a cidade de Trento retorna ao domínio austríaco.

Em 1866, durante as incursões de Giusepe Garibaldi a Áustria, perde o reino Lombardo-Vêneto, para o reino da Itália.

Após a segunda grande guerra, o Tirol é divido entre a Áustria e a Itália. O nome histórico "Tirol" é mantido apenas para a porção austríaca, enquanto a porção italiana é dividida em duas províncias: Província de Trento (Trentino), com maioria da população de língua italiana, e Província de Bolzano (Alto Adige/Südtirol/Sudtirolo), com maioria da população de língua alemã.

De Trento, fui para Udine, para visitar a vinícola Di Lenardo.

 
 

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03 de agosto
2014
Restaurante Jardim de Napoli
 
Já conheço o restaurante Jardim de Napoli (rua Martinico Prado 463) há longo tempo.

Sua história começa em 1926, quando Francesco Buonerba embarca de Napoli para o Brasil, trazendo o seu restaurante à São Paulo, 4 anos depois. Sua esposa fazia pizza Mozzarella que ficou famosa, pela sua qualidade, conhecida como a pizza dos Buonerba.

Em 1949 nasceu a Cantina Jardim de Napoli. A pizza era então o prato principal, além de outros pratos de massa e carne.

Toninho, filho de Francesco, desenvolveu os famosos polpetones desde o tempo que a cantina ficava na rua Maria Paula, transformando-se no caro chefe da casa.

O polpetone é um bolinho de carne moída, recheado com mozzarella, empanado com farinha de rosca especial, coberto com molho de tomate e parmesão ralado.

A cantina mantém até hoje, o ar de tratoria, com uma divertida decoração simples, com antepastos no balcão, quadros antigos de filmes e figuras italianas proeminentes.

Saímos cedo de casa num domingo, para ir à cantina, pois sabíamos que ela sempre lota aos domingos.

Pedimos, como entrada, um prato de Shimeji no azeite, que estava delicioso.

Como prato principal, dividimos um polpetone, que mantinha sua boa qualidade.

Para sobremesa, solicitamos uma pastiera de grano que estava muito boa.

A casa não nos desapontou e continua, a meu ver, com o melhor polpetone da cidade!

Voltaremos sempre que possível.

 
 

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Me chamo Alberto Andaló Júnior. Nasci em Rio Preto no dia 23 de junho de 1947. Aqui nestas terras de São José fiz o primário no antigo Grupo Escolar Cardeal Leme. Em São Paulo, me formei em engenhariana pela Faap e em administração pelo Mackenzie. Hoje, trabalho como autônomo prestando consultoria. E-mail para contato: aajconsult@terra.com.br


O objetivo deste blog é falar sobre vinhos, viagens e gastronomia. A harmonização com os alimentos, assunto muito em voga, era feita de uma forma bem básica: o vinho tinto harmonizava com carnes vermelhas e o branco com os pescados. Hoje se sabe que uma boa harmonização entre o prato e a bebida acaba por valorizar a ambos. Sobre esse assunto, clique aqui e veja trabalho que fiz para a revista Lola da editora Abril.


Minha experiência com a bebida vem da infância, quando na minha casa, meu pais misturavam vinho com água, para que as crianças também participassem dos festejos. Quando morei em Rio Preto pela segunda vez, meu pai era então prefeito, desta cidade. Nesta época, eu tomava escondido um pouco do seu vinho português Grandjó, e apreciava sua doçura. Desde então, decidi incluir nas minhas viagens internacionais, algumas visitas às vinícolas.


Fiz curso de Sommelier na Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo, o que me ajudou a entender melhor este universo. Mantenho o blog O Vinho e os Prazeres, que pretendo dar continuidade aqui neste espaço. Espero que aproveitem os posts e agradeço desde já a participação de todos vocês com seus comentários!


 
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