Renata Fernandes
   
30 de agosto
2010
Dica
 



O livro “A beleza está nos olhos de quem vê”, de Camila Cury, lançado pela editora Sextante, não me trouxe novidades surpreendentes, mas confesso que fortaleceu conhecimentos obtidos no decorrer dos últimos anos.

Sim, é mais um livro de autoajuda, desses que a maioria das pessoas, em especial jornalistas, olha e critica sem ao menos ler. Também fiz isso, principalmente por saber que a autora é filha de um escritor de sucesso: Augusto Cury.

Camila, no entanto, mostra de maneira bastante simples, por meio de exemplos, como a sociedade nos faz acreditar mais naquilo que deseja mostrar, para vender, do que no que podemos, de fato, ver. É o ter em prevalência ao ser.

Recomendo o livro a homens e mulheres, principalmente a algumas amigas que, mesmo lindas, insistem em se menosprezar e se colocar para baixo, só por não estar no “padrão”. Pode até parecer piegas, mas não é. Também não é fácil desconstruir alguns padrões, confesso, mas temos de tentar todos os dias, sempre!!!

A autora mostra, inclusive, como pensamentos autodestrutivos podem ficar ‘inseridos’ no subconsciente, de maneira infinitamente desastrosa.

Por isso, pense bem antes de olhar no espelho e se autodepreciar. Talvez não saiba o poder da mente sobre tais julgamentos.

Fica a dica!
;)



 
 

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08 de agosto
2010
Leia!
 


Recebi o texto abaixo por e-mail e poderia ter sido mais um dos vários que recebo... Mas não!

Esse texto, não sei o por quê, talvez o momento, mexeu comigo. Espero que gostem também.

Perca (ou ganhe) alguns minutinhos e leia-o!
Vale a pena refletir sobre a mensagem de George Carlin...

;)



 
 

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02 de agosto
2010
Infidelidade
 


Esses dias soube de mais uma história de infidelidade. Ou melhor, ouvi mais uma mulher contar como tem se saído no papel de amante.

Voltei a me questionar sobre o por quê de as pessoas não terminarem o relacionamento, em vez de trair. Me parece tão simples: se não está mais afim coloque um ponto final e pronto. Pode ser que na prática, como geralmente ocorre, não seja tão simples, mas...

Outra dúvida é: como algumas pessoas conseguem se submeter a isso? Já que, em geral, o (a) amante fica com 'migalhas' oferecidas por quem já tem alguém no posto "oficial"?

Pense bem se o que deseja para você é ser o (a) outro (a) ou se prefere ser especial e único (a) - pelo menos em tese... né?!!!

Algumas dessas dúvidas foram respondidas em uma matéria que escrevi. A quem interessar possa, para lê-la clique aqui!


;)


 
 

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23 de julho
2010
Mude...
 

Há algum tempo recebi, por e-mail, um artigo escrito por Airton Luiz Mendonça, publicado no jornal o Estado de São Paulo. O texto fala sobre o cérebro e a qualidade do tempo.

É muito interessante e vale a pena refletir sobre o que ele escreveu. Confira:

"O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos. Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio... você começará a perder a noção do tempo.

Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea. Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.

Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar: Nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho. Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.

Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.
Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.

É quando você se sente mais vivo.
Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e 'apagando' as experiências duplicadas.

Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.

Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.

Como acontece?

Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência).

Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa... São apagados de sua noção de passagem do tempo...

Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida. Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir - as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.

Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década. Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a... ROTINA

Não me entenda mal.

A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.

Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque). Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos. Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.

Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia). Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.

Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.

Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente. Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.

Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.

Seja diferente.

Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos..... em outras palavras...

V-I-V-A. !!!

Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo. E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o... do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.

Cerque-se de amigos.

Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes. Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?

Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.

E S CR EVA em tAmaNhos diFeRenTes e em CorES di f E rEn tEs !

CRIE, RECORTE, PINTE, RASGUE, MOLHE, DOBRE, PICOTE, INVENTE, REINVETE.....

V I V A !!!!!!!!




;)
 
 

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19 de julho
2010
Índios
 


No post abaixo postei a música Índios, do Legião Urbana. Volto a publicá-la hoje na voz de Leila Pinheiro, que acaba de lançar o CD "Meu segredo mais sincero", com composições de Renato Russo.

O CD está muito bom! Recomendo...

Índios é uma das músicas que mais gosto do Legião. Além de ser uma das letras mais lindas e perfeitas, me lembra muito um primo querido que se foi.

Quem me dera
Acreditar por um instante
Em tudo que existe
E acreditar
Que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas
São felizes...

;)


 

 

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Alegre, autêntica e espontânea jornalista, que também é fotógrafa e professora universitária. Em constante processo de amadurecimento, é uma eterna criança! Escreve sobre comportamento e outras variedades há mais de 5 anos no Diário da Região.
renata.fernandes@diarioweb.com.br






 
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