Carlos Eduardo
   
09 de fevereiro
2012
Liberação de suco de laranja com carbedazim
 
Nota do jornal Valor Econômico informou que as cotações do suco concentrado ce laranja (FCOJ) caíram depois da divugaçõ da Agência Americana de Alimentos e Drogas (sigla em indlês FDA) aceitaria a importação de suco brasleiro. Liguei pela manhã para a assessoria damCitrus BR e eles ficaram de checar a procedência da informação. Dizem que a concentração do fungicida no suco concentrado superava o que é proibido nos Estados Unidos, mas como o xarope de laranja é diluído em água para ser consumido, o teor teria níveis aceitáveis.
 
 

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06 de fevereiro
2012
Agronegócios na Rio + 20: nova rodada de perseguições contra o produtor rural?
 
Espero que a Rio+20, programada para junho não desencadei mais uma campanha de vinalização dos produtores rurais que foram taxados pelas ongs como desmatadores, mercenários inimigos do meio ambiente e da saúde do planeta beneficiados por anistias por crimes cometidos contra a natureza intocada. .os meios de comunicação deram voz a quem quis falr contra os produtores rurais. Lembro da Marina Silva insinuando que uam tragédia em área onde a lei de parcelamento do solo nunca foi cumprida era culpa do Código Florestal.
O evento.sugerem, deve propiciar um especial momento de discussão sobre modelos de desenvolvimento nacional e global. O desafio do desenvolvimento sustentável vai além da dimensão ambiental, incorporando variáveis de ordem econômica e social. De forma resumida, esse é o entendimento que Fernando Antonio Lyrio Silva, assessor extraordinário para a Rio+20 do Ministério do Meio Ambiente, pretende apresentar no Fórum “Despertar para a Rio+20”, que será promovido pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) nesta quinta-feira (9/2), em São Paulo.
Além de Lyrio Silva, que foi chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais do Ministério do Meio Ambiente de 2003 a 2011, o Fórum ABAG reunirá ainda diversos especialistas governamentais ligados aos ministérios de Relações Exteriores e da Agricultura, e que estão diretamente envolvidos com a preparação do encontro no Rio, que celebra os 20 anos da Rio 1992, a conferência que resultou em diversos documentos importantes que norteiam as políticas ambientais do mundo até hoje. Também participarão do Fórum ABAG o embaixador André Correa do Lago, chefe do Departamento de Meio Ambiente e Temas Especiais do Ministério das Relações Exteriores e Erikson Camargo Chandoha, secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Todos os participantes do Fórum Abag estão envolvidos diretamente com a preparação da Rio +20 e possuem longa experiência no tema ambiental. O embaixador André Corrêa do Lago, por exemplo, foi o chefe da delegação brasileira durante a 16ª Cúpula da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP17), realizada em dezembro, em Durban, na África do Sul. O embaixador tem dito, em diversas entrevistas à imprensa, que a Rio+20 tende a ceder espaço a processos, com missões de longo prazo em vez de mecanismos legais firmados de última hora. Ele sustenta que a conferência abrirá enormes oportunidades econômicas para o Brasil.
 
 

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06 de fevereiro
2012
Embrapa Seringueira na região Noroeste paulista
 
Pelo que conversei ontem com o Sílvio Di Jachinto, diretor de agronegócios da Acirp, a implantação de um núcleo ou centro da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que já estão chamando de Embrapa Seringueira, na região deve se concretizar.
Começou agora a disputa para saber em qual unidade da Agência Paulista de Tecnologias do Agronegócio (Apta) vai funcionar. Pindorama e Votuporanga tem seringais adultos, clones sendo avaliados e gene qualificada para isso. A nova série de clones IAC 500 está em teste em Votuporanga. O pesquisador Paulo Gonçalves falou que existem outros clones em teste.
Rio Preto conta com a sede da Apabor, gente igualmente qualificada, Curso de Agronegócios da Fatec que vai celebrar convênio com a Michelan para plantio de seringal dentro do Parque Tecnológico. Tem localização geográfica estratégica, aeroporto, hotéis e, não sei se já ficaram prontos, vai contar com quartos na Apta de Rio Preto para acomodar pesquisadores da instituição e de outras que precisem vir a Rio Preto.
A visita do Carlão Pignatari ao José Carlos Rossetti, coordenador da Cati, permite pensar que a Embrapa Seringueira em Rio Preto ainda não é consenso.
Foto: Reunião foi realizada com a secretária de Agricultura Monika Bergamaschi

 
 

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06 de fevereiro
2012
Índice quadrissemanal aponta alta de 0,54% nos produtros agrícolas
 
O Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista (IqPR), que mede os preços pagos ao produtor rural, encerrou janeiro em alta de 0,54%, de acordo com o Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento. O índice de preços dos produtos de origem vegetal subiu acima da média (3,84%), enquanto o índice de preços dos produtos de origem animal apresentou for queda (8,28%). No acumulado de 12 meses, o índice geral aumentou 13,43%, devido à alta de 18,68% do índice de produtos vegetais, uma vez que o índice de produtos animais caiu 1,86%.

Entre os produtos analisados em janeiro, oito (todos de origem vegetal) apresentaram alta nos preços, enquanto 12 produtos sofreram redução (seis do setor vegetal e todos os do segmento animal). As altas mais expressivas ocorreram nos preços da batata (91,10%); do feijão (35,05%); do tomate para mesa (24,12%) e da laranja para indústria (5,55%).

O aumento vertiginoso no preço da batata deve-se ao final da safra atual e à perspectiva de escassez conjuntural acirrada, em virtude das dificuldades de colheita e transporte para o mercado, ocasionadas pelas chuvas, que deixam o solo encharcado e as estradas vicinais alagadas, dizem os pesquisadores Luis Henrique Perez, Danton Leonel de Camargo Bini, Eder Pinatti, José Alberto Angelo e José Sidnei Gonçalves.

Já os preços do feijão, segundo a análise do IEA, vêm sendo impulsionados pela menor oferta, gerada pela quebra de safra (estimada em mais de 10% nas regiões que fornecem produtos nesta época do ano), e a perspectiva de que apenas o início da colheita da próxima safra irá normalizar o mercado.

No caso do tomate, as perdas ocasionadas pelas chuvas neste final de safra reforçaram o declínio da oferta do produto, aumentando os preços recebidos pelos produtores, observam os técnicos do IEA. Por sua vez, a desvalorização cambial e a entrada da entressafra elevaram os preços da laranja para indústria em face das disposições contratuais.

As quedas mais relevantes foram verificadas nos preços da carne de frango (25,27%); dos ovos (8,86%); do amendoim (8,36%) e da carne suína (7,41%).

Acumulado de 12 meses

No acumulado dos últimos 12 meses, o índice geral registrou alta de 13,43%, sustentado pelos maiores preços da cana (acréscimo de 33,75%), de acordo com os analistas do IEA. Sem a cana-de-açúcar, o índice geral de preços agropecuários apresenta fechamento negativo de 2,20%. "Isto fica claro quando, ao se avaliar o IqPR-V (vegetais), o acumulado tem alta de 18,68%. Sem a cana a variação fica negativa em 4,50%."

A análise da variação mensal dos índices de preços agropecuários nos últimos 12 meses permite verificar comportamentos distintos, ou seja: os produtos vegetais crescem até maio de 2011 com salto, em decorrência do reposicionamento da cana na entrada da safra. Desde então, mostra-se queda abrupta em junho-julho, com manutenção de patamar até dezembro e elevação em janeiro.

Já os produtos animais, de acordo com os pesquisadores, apresentam desempenho errático, com idas e vindas de novembro de 2010 a abril de 2011. De abril de 2011 a junho de 2011, apresentam queda expressiva, seguida de alta puxada pela carne bovina na entressafra e pela carne de frango devido aos altos preços internacionais. Em setembro, verifica-se queda e, em outubro, ascensão, numa realidade em que todos os índices convergem para cima no novo ciclo de aumento dos preços agropecuários. Em janeiro, contudo, observa-se queda abrupta puxada pelo recuo dos preços das carnes.

Na variação de preços entre janeiro de 2011 e janeiro último, os maiores incrementos, todos em patamar acima da inflação (IPCA-IBGE), ocorreram no feijão (142,42%); na cana-de-açúcar (33,75%); na banana nanica (29,73%); no tomate para mesa (19,87%); no café (18,48%); no leite C (18,17%); no leite B (13,27%); nos ovos (9,58%); na batata (9,29%); e no milho (7,32%)

Já as reduções mais significativas foram verificadas nos preços da laranja para mesa (-50,75%); do algodão (-44,75%); da laranja para indústria (-29,17%); da carne de frango (-19,29%); da soja (-7,62%); da carne suína (-4,54%); do arroz (-4,35%); do trigo (-3,24%) e da carne bovina (-3,06%).

Em síntese, "na totalidade, os preços agropecuários mostram viés de alta comparativamente às cotações do ano anterior, em especial nos principais produtos da agropecuária paulista", concluem os pesquisadores do IEA.
 
 

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02 de fevereiro
2012
Pólo de excelência em heveicultura na Apta de Votuporanga
 
Começaram as disputas pela instalação de um centro de pesquisa para a heveicultura. Além da reunião que vai ser realizada na próxima segunda-feira e que solicitará a implantação da Embrapa Seringueira em Rio Preto, o deputado Carlos Pignatari, tucano de Votuporanga,
esteve na segunda-feira (30/1) na Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), onde se reuniu com o coordenador do órgão, José Carlos Rossetti e discutiu a possibilidade de se instalar um Polo Regional do Noroeste Paulista, um centro de excelência em seringueira, em Votuporanga.
Pignatari argumentou que a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta) de Votuporanga já possui técnicos capacitados, considerados, inclusive, os maiores e melhores pesquisadores nessa cultura no Brasil.
O deputado acrescentou que os dois polos com maior destaque no cultivo da seringueira no Estado de São Paulo são Votuporanga e Pindorama.
Ele lembrou que as grandes áreas de produção comercial concentram-se no sudeste asiático e a produção brasileira, ainda que tenha apresentado crescimento nos últimos anos, só responde por 18% das suas necessidades, sendo o restante importado de outros centros produtores, com reflexos negativos na nossa balança comercial.
Além disso, a seringueira é uma das plantas que mais sequestram o carbono da atmosfera por meio da fotossíntese no processo de constituição de seu tronco, galhos e folhas, mas principalmente na produção do látex, contribuindo significativamente com a neutralização dos Gases de Efeito Estufa (GEE’s).
Para o deputado, como a região Noroeste Paulista desponta como grande produtora de seringueira, a instalação de um centro de excelência para maior desenvolvimento e oferecimento de tecnologias avançadas aos produtores seria um avanço muito grande para o Estado, principalmente na geração de novas fontes de renda.
 
 

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Especializado em Agronegócios, Carlos Eduardo de Souza trabalha no Diário da Região.
O objetivo deste blog é veicular informações sobre o setor que deixaram de ser publicadas no jornal impresso por falta de espaço na edição e, também, permitir a publicação de comentários e a visão particular do próprio jornalista e de outras pessoas que atuam no agronegócio brasileiro.
Este blog também está aberto à publicação de estórias e casos um pouco exagerados ligados ao meio rural na seção Estórias e exageros.
Bem vindo.

carlos.eduardo@diarioweb.com.br
 
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