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Saúde masculina
Cirurgia em homem adulto com fimose evita o câncer
São José do Rio Preto, 19 de setembro de 2006
  Orlandeli/Editoria de Arte  

Fabiano Ferreira

Uma simples cirurgia chamada de postectomia melhorou a qualidade de vida do professor A.F.C, 28 anos. Ele tinha fimose, o que dificultava suas relações sexuais e a higienização correta do pênis. Depois de poucos minutos e algumas semanas de recuperação ele passou a se sentir melhor com seu órgão sexual. A. fez o que a maioria dos urologistas recomenda para homens adultos com fimose, que é a cirurgia para evitar complicações. Isso porque o acúmulo de substâncias encontradas na urina pode provocar desde pequenas infecções no pênis a cânceres que levam à morte. Por falta de informação ou vergonha, muitos homens deixam de procurar ajuda e se expõem a riscos. A fimose é a condição da impossibilidade de exteriorizar a glande do pênis (cabeça) pela presença de uma alteração da pele que recobre o órgão genital masculino chamada de prepúcio, que de forma congênita (o indivíduo nasce com ela) ou adquirida ao longo dos anos, apresenta um estreitamento localizado. A incidência na infância é em torno de 8%, sendo que esse número decresce no início da adolescência.

A fimose pode causar dificuldade para urinar, levando à infecção urinária; dor durante a relação sexual; dificuldade para a limpeza completa do pênis, ocorrendo o acúmulo de secreções (esmegma); parafimose (condição na qual o prepúcio, uma vez retraído sobre a glande, não pode ser colocado na sua posição normal, levando ao inchaço e dor). De acordo com o urologista Carlos Abib Cury, chefe do Serviço de Urologia do Hospital de Base de Rio Preto, a junção do esmegma com a urina provoca a balanopostite, que pode evoluir para infecções e cálculos. Esta semana, por exemplo, Cury operou um homem casado, de 41 anos, que sofria com a fimose, pois como sua glande ficava úmida por causa da dificuldade de higienização, estava mais sujeito ao desenvolvimento de fungos. “Os diabéticos estão entre as principais vítimas porque a doença faz com que o açúcar seja expelido também pela urina”, diz.

Mas os especialistas lembram que a cirurgia para a correção da fimose só pode ser feita em homens que possuem um anel fibroso no prepúcio. Segundo o urologista Geovanne Furtado Souza, de Rio Preto, a cirurgia de fimose no adulto é feita com anestesia local, sem necessidade de internar o paciente. O procedimento compreende a retirada do excesso de pele do pênis. Com isso, a glande fica parcialmente exposta durante todo o tempo. Após a retirada do excesso de pele, a sutura (pontos) é feita com fio absorvível, ou seja, não é necessário retirar os pontos, pois eles “caem” sozinhos. A cicatrização completa ocorre em duas semanas, mas o adulto pode voltar às atividades normais em dois dias, exceto para o sexo, que pode ser feito entre 3 e 4 semanas de pós-operatório.

Em crianças
Para a Associação Americana de Pediatria, somente as crianças com fimose devem se beneficiar da cirurgia. “Não se tem nenhum benefício comprovado da realização de cirurgia em todos os recém-nascidos”, diz Souza. Segundo o médico, já existe no mercado um creme para tratar a fimose em crianças, com bons resultados, conforme aponta um trabalho científico feito pelo núcleo de urologia pediátrica da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Prepúcio retrátil
O prepúcio é retrátil em somente 4% dos recém-nascidos, sendo que ele vai se liberando com o desenvolvimento da criança. Aos 3 anos de idade ele já é retrátil em 90% das crianças. Com 17 anos, somente 1% dos garotos têm fimose. “O problema é uma condição clínica fisiológica do desenvolvimento masculino com tendência natural de resolução espontânea num prazo de meses a anos”, diz o urologista Geovanne Furtado Souza. Segundo a fisioterapeuta Lucélia Ribeiro Gouveia Lofego, especialista em reeducação uroginecológica, quando a criança tem de ser submetida à circuncisão também sai do hospital no mesmo dia, assim como os adultos, e pode retornar às atividades normais em quatro dias (exercícios físicos só podem ser feitos depois de um mês).

Serviço:
- Geovanne Furtado Souza, urologista, fone (17) 4009-9191
- Carlos Abib Cury, chefe do Serviço de Urologia do Hospital de Base de Rio Preto, fone (17) 3232-5318
- Lucélia Ribeiro Gouveia Lofego, fisioterapeuta especialista em reeducação uroginecológica, fone (17) 3235-4203

Perguntas e respostas:


O que é prepúcio?
:: Prepúcio é a pele que cobre a parte final do pênis, também conhecida como cabeça ou glande. Quando o prepúcio estiver maduro, deve ser totalmente retrátil, de forma a permitir a exposição da glande. Sua função é permitir a proteção da parte mais sensível do pênis (a glande) e sua redundância provavelmente facilita a movimentação do corpo do pênis na vagina durante o ato sexual

Como o prepúcio se desenvolve?
:: Com 6 meses de gestação o pênis já está completamente formado, incluindo o prepúcio. Ao nascimento é incomum a exposição da glande (apenas 4%), entretanto durante o decorrer dos 3 primeiros anos de vida, ocorre um processo de liberação da pele da glande, ao mesmo tempo em que ela fica mais maleável e elástica. Um estudo clássico acompanhou as crianças desde o nascimento até os 3 anos de idade e constatou que nesta idade 90% das crianças já tinham o prepúcio descolado e completamente retrátil.

A fimose pode dificultar a micção?
:: Nos casos mais graves de fimose é comum a chamada micção em dois tempos, na qual a urina sai pela uretra mas encontra um bolsão de prepúcio estreitado na sua extremidade. Observa-se assim um abaulamento da pele prepucial pela urina antes da saída da mesma deste bolsão na forma de jato afinado e sob alta pressão. A umidade do prepúcio freqüentemente favorece o crescimento de fungos e bactérias, o que pode facilitar as infecções urinárias

O que é o esmegma?
:: O esmegma é a secreção gordurosa e esbranquiçada, que lembra o “queijo suíço” e trata-se da descamação de células do prepúcio interno e do produto das glândulas sebosas da região coronal. Estas glândulas são pequenas pápulas ou bolhas na circunferência da glande. Muitas vezes elas formam bolsões por baixo da pele prepucial, que os pais interpretam como pus. Na verdade elas contribuem para o descolamento do prepúcio da glande

Existem outras patologias de prepúcio?
:: Além da fimose existem outras patologias do prepúcio que podem confundir o diagnóstico e portanto a conduta. É importante assim a avaliação médica e em casos duvidosos a opinião de um urologista pediátrico. Dentre estas destaca-se a hipospádia, pênis embutido, epispádia, linfedema peniano primário, anomalias de fusão penoscrotal

Fonte - site www.fimose.com.br
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