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Cuidados com sexo oral evitam contrair doenças
São José do Rio Preto, 30 de setembro de 2003
 

Fabiano Ferreira

Cuidados simples como a higienização dos órgãos genitais e o uso de preservativos são fundamentais para evitar a contaminação de doenças por meio do sexo oral. A felação (sexo oral feito no homem pela mulher) e a cunilíngua (feita na mulher pelo homem) são considerados preliminares importantes na prática sexual, porém devem ser acompanhadas de medidas para evitar a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). Muitas dessas doenças passam pelas mucosas e também estão presentes nos líquidos que lubrificam os órgãos genitais masculinos e femininos. Daí a necessidade dos cuidados para evitar que o prazer se transforme em dor de cabeça futura. O preservativo é um dos dispositivos mais eficazes para fugir de doenças como sífilis, cancro mole ou HPV (Papiloma vírus). Segundo o ginecologista rio-pretense Newton Carneiro da Costa, não é comum acontecer, mas há casos em que o herpes ou a candidíase, por exemplo, são transmitidos pelo sexo oral. Geralmente, quem usa a boca para o estímulo sexual (e não quem recebe), corre mais riscos de contrair algum tipo de doença. “A boca tem tantas bactérias como a vagina. A transmissão depende muito das circunstâncias”, explica.

Quem pratica sexo oral sem preservativo entra em contato direto com o sêmen ou as secreções vaginais, que não fazem mal à saúde desde que não tenham vírus e bactérias. O sêmen, por exemplo, é formado por espermatozóides, proteínas, frutose, vitaminas e sais minerais, o que o deixa com um gosto que varia do salgado ao amargo. Se engolido, não traz nenhum dano para o organismo. “O estômago contém ácidos que destróem facilmente os vírus”, diz Gomes. Mas isso não exclui o uso da camisinha. Entre as DSTs, a Aids é a mais temida quando se fala de sexo oral. Há muitas dúvidas se a felação e a cunilíngua transmitem o HIV. O site oficial do governo, que atualiza diariamente informações sobre Aids (www.aids.gov.br), diz que não há comprovação da contaminação do vírus por meio do sexo oral, mas que algumas situações contribuem para a infecção. Cortes abertos na boca, úlceras, machucados, garganta inflamada e doenças nas gengivas são porta de entrada para o vírus.

No caso da Aids, especialistas consideram o sexo oral como uma prática de risco moderado, uma vez que a contaminação está ligada às condições da boca que está em contato com o órgão genital de uma pessoa infectada, por exemplo. Nem sempre se notam os pequenos machucados na mucosa da boca, que pode ter microlesões causadas até mesmo pelo sangramento na escovação dos dentes. O médico Ricardo Sobhie Diaz, professor adjunto da disciplina de doenças infecciosas da Escola Paulista de Medicina (Unifesp), confirma que as informações sobre a contaminação por meio do sexo oral são conflitantes. “O risco é pequeno, porém não pode ser ignorado”. Diaz cita dois estudos feitos nos Estados Unidos em que ficou comprovada a “plausibilidade biológica”, ou seja, mesmo que pequenas, há possibilidades de contaminação. Há, porém, uma diferença entre os sexos. Quando o sexo oral é feito na mulher contaminada com o HIV, o risco de o homem contrai-lo é menor do que o contrário. Isso porque a presença do vírus na região vaginal é pequena se comparada ao pênis. De acordo com Diaz, a saliva também contém protease, uma substância com anticorpos, que ajuda a inativar o vírus.

Evite doenças:

:: Ao fazer sexo oral num homem, recomenda-se que o parceiro use preservativo para evitar o contato direto da boca com o pênis
:: Na prática do sexo oral numa mulher aconselha-se o uso de uma barreira que impeça o contato direto da boca com a vagina. A barreira pode ser uma camisinha cortada - formando um retângulo - ou filme de PVC, usado na cozinha
:: Evite fazer sexo oral se tiver algum machucado, lesão ou inflamação na boca (inclusive gengivite)
:: Evite fazer sexo oral se tiver algum sangramento na boca ou se acabou de escovar os dentes e houve sangramento
:: Quem faz sexo oral em um homem deve evitar ejaculação na boca
:: Na mulher, deve-se evitar sexo oral durante o período menstrual

Fonte - www.aids.org.br

Higiene da área é o ponto de partida
Há quem alegue não fazer sexo oral por nojo, aversão ao cheiro ou gosto do órgão genital ou por ter uma visão negativa da sexualidade, como algo sujo e proibido. No passado, se cogitava o sexo oral como uma prática feita somente por garotas de programa. Mas hoje, os casais estão descobrindo que ele pode ser um grande exercício de intimidade. A psicóloga e sexóloga rio-pretense Sandra Valéria Sanitá diz que muitas pessoas não o praticam por falta de informação. A ignorância leva a crer que engolir as secreções faz mal ou que basta um contato para contrair doenças. O primeiro passo para desmistificar o sexo oral é cuidar bem da higienização. O mau cheiro na região pode ser traumático e afastar os parceiros da prática. Um dos parceiros pode sugerir uma ducha antes do sexo, mas de forma sutil, como se o ato fizesse parte do jogo a dois.

Esta modalidade do sexo também deve ser de livre e espontânea vontade dos parceiros. “Tudo o que é obrigado causa conflitos e desestimula”, ressalta. Sandra aponta o sexo oral como um trunfo para alcançar o orgasmo, uma vez que o prolongamento das preliminares garante maior relaxamento e intimidade entre os parceiros antes do ápice da relação. Para se ter idéia, para ficar excitado, o aparelho genital masculino precisa, em média, de 70 mililitros de sangue. Já a mulher precisa de 600 a 800 ml. Portanto, tempo e estímulo, neste último caso, são fundamentais. Os profissionais de saúde afirmam: com responsabilidade e respeito o sexo oral pode ser extremamente prazeroso e uma forma a mais para atingir a satisfação a dois.

Serviço:
- Newton Carneiro da Costa, ginecologista, fone (17) 227-2663
- Sandra Valéria Sanitá, psicóloga e sexóloga, fone (17) 227-2663
- Ricardo Sobhie Diaz, professor adjunto da disciplina de doenças infecciosas da Escola Paulista de Medicina (Unifesp), fones (17) 5571-2130 e 5579-8226
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