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Bombadeiras
Silicone do mal
São José do Rio Preto, 5 de março de 2006
  Hélio Tuzi  
Travesti mostra seio criado com aplicação de silicone industrial

Andrea Inocente

O sonho de ficar com seios fartos e quadril delineado virou pesadelo na vida de Alexsandra (os nomes dos entrevistados são fictícios), um travesti de 33 anos, de Rio Preto. Há cinco anos, ela decidiu “ficar mais feminina” e colocou silicone - fez as mamas, bumbum, culote. Mas não chegou a desfrutar das novas curvas. O produto migrou pelo corpo, desceu pela pernas e, devido à lei da gravidade, se alojou nos pés, deformando-os. O silicone aplicado nela não era cirúrgico, mas sim industrial. Do tipo usado para lustrar peças de avião, o mesmo utilizado na limpeza de pneus e painéis de automóveis. O produto foi aplicado por uma ‘bombadeira’ - travesti mais velho, que faz as vezes de cirurgião plástico e ‘opera’ outros transgêneros. Porém, sem qualquer conhecimento médico ou pelo menos mínimas condições de higiene. Como o serviço é feito de forma clandestina, a identidade dos travestis que aplicam o silicone industrial é guardada a sete chaves pelas clientes. Ninguém sabe, ninguém viu. É a lei do silêncio, pois a prática, classificada como curandeirismo, é proibida por lei e considerada crime segundo o Código Penal Brasileiro.

Quem prescrever, ministrar ou aplicar, habitualmente, qualquer substância em outrém, segundo o artigo 284, está sujeito à pena de reclusão de seis meses a dois anos. O delito pode ser agravado se a vítima tiver complicações ou morrer. O autor pode ser indiciado por lesão corporal ou até homicídio. Pelo menos metade dos travestis de Rio Preto (há 246 em atividade, segundo o Programa Municipal de Controle e Prevenção às Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST/Aids) aplicou o silicone industrial em alguma parte do corpo e teve complicações sérias. No caso de Alexsandra, o produto causou entupimento de veias e trombose nas pernas e ainda há risco de amputação de membros. A primeira aplicação foi em 2001, em São Paulo. “Fiz seio e quadril”, relembra. No ano passado, já em Rio Preto, Alexsandra refez algumas partes do corpo com bombadeiras da cidade - atualmente são três que prestam o serviço - mas o produto desceu para as pernas e se alojou nos pés, deixando-os parecidos a patas de elefante.

Causas
O travesti, que nasce homem e é homossexual assumido, prefere se portar como mulher, tanto nos modos como na forma de vestir. Para se tornar mais feminino, têm duas opções, segundo eles: o uso de hormônios ou a aplicação de silicone. O primeiro não é liberado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Eu usava anticoncepcional feminino, mas com o tempo ele deixa de fazer efeito”, diz Jaqueline, 28 anos. O segundo não é aplicado por médicos em homens, pois fere o Código de Ética dos profissionais do ramo, segundo o Conselho Federal de Medicina. A prática é interpretada como mudança de sexo. Assim, o baixo custo do produto em comparação à colocação de prótese cirúrgica aliado à negativa dos médicos por uma cirurgia figuram como os principais fatores apontados pelos travetis para optar pela técnica clandestina. Enquanto a aplicação de uma prótese de silicone nos seios no consultório de um cirurgião plástico, gira em torno de R$ 10 mil, o litro do silicone industrial em uma bombadeira não passa de R$ 300. A aplicação completa sai por menos de R$ 1 mil.

"Antes de colocar o tipo industrial, fui a quatro cirurgiões mas nenhum quis colocar uma prótese de seios em mim. Todos alegaram que eram especializados apenas em estética feminina e não estavam familiarizados com a prática em homens", afirma Alexsandra. O fácil acesso ao silicone industrial também colabora. A reportagem conseguiu comprar bisnagas de silicone industrial em lojas que comercializam produtos automotivos e materiais de construção sem quaisquer restrições por parte dos vendedores. Um tubo de 100 gramas custa, em média, R$ 4,50. Outro motivo que leva os travestis ao uso de silicone industrial é a cobrança de outros travestis. “Os mais velhos viram pra gente e dizem que se não tivermos bunda, peito, não vamos pegar ninguém. Somos chamados de surfistas”, afirma Jaqueline, 28 anos.

Bombadeira:

:: Travesti que ‘bomba’, isto é, injeta silicone industrial por meio de seringas

Emplacar:

:: Termo utilizado para o tempo que o silicone leva para petrificar no organismo

Erguedor:

:: Sutiã com bojos recortados, utilizados para moldar os seios

Surfista:

:: Travesti que não tem silicone no corpo


Hélio Tuzi
Travesti Alexsandra aplicou silicone e produto migrou para os pés

Produto é aplicado com agulha veterinária
Deitado em uma cama ou sentado em uma cadeira, o travesti que vai colocar silicone industrial leva até 50 picadas de agulha por vez - que tem a espessura e tamanho de um palito de dente - para a inserção do produto. Em poucas situações, é aplicada anestesia. Na maioria dos casos, a bombadeira dá um pano para que a cliente morda e “esqueça” a dor. Cada aplicação dura, em média, quatro horas. Mas o tempo da intervenção pode variar conforme a parte do corpo e quantidade do produto a ser injetada. O silicone chega a Rio Preto por Sedex, é mais barato e vem puro. A encomenda é feita por litros e o fornecimento é realizado mensalmente às bombadeiras. Cada litro é comercializado por até R$ 300. A técnica de aplicação muda conforme a parte do corpo que será bombada. Para “criar seios”, o travesti coloca um sutiã sem os bojos, o “erguedor”, apenas com a armação e o amarra bem forte. Em seguida, a bombadeira com o auxílio de uma seringa de 40ml injeta o silicone sob a pele. O produto geralmente fica em um copo, desses normais, de vidro.

A aplicação dura até 4 horas. O travesti deve ficar em repouso por um mês, sem pegar peso ou levantar da cama. É o tempo que leva para “emplacar”, isto é, para que o silicone, que é injetado na forma líquida, se petrifique. Quando a aplicação ocorre nos quadris ou nádegas, cintos ou faixas são amarradas nas pernas para dar a forma arredondada ao corpo. Os buracos deixados pelas picadas de agulhas são tampados com esmalte ou com cola do tipo instantânea e papel laminado, que vem em maços de cigarro. “Quando fiz os seios, a divisão entre uma mama e outra foi feita com a própria seringa que foi apertada na pele para dar a idéia de separação. A dor das picadas é insuportável, mas o desejo de ficar bonita é maior. Mas me arrependi, não recomendo”, diz Alexsandra. A travesti Suelen, 28 anos, fez a aplicação no rosto e quadris. “Sou soropositiva e tive lipodistrofia (perda de gordura generalizada em determinados locais do corpo). O silicone desceu para minhas pernas e pés. Formou bolotas, o médico disse que não tem como retirar”, afirma.

Na região, o último registro de seqüelas graves atribuídas ao uso de silicone foi em 2004, quando dois travestis e uma mulher de 31 anos fizeram aplicações com uma bombadeira de Barretos. A.T.S foi submetida à mastectomia radical (dois seios) e retirada parcial do tecido peitoral após implante do produto. No caso de E.R.C e M.H.M, ambos de 18 anos, houve necrose de parte do tecido peitoral, além de infecção generalizada. Cada um injetou cerca de 300 mililitros de silicone industrial nos dois lados do peito. A aplicação foi feita por outro travesti, L.C.S, 33, conhecido como Stefanie, e seu companheiro, o desempregado V.S., 30, que foram presos na época após investigações pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Barretos. A dupla foi indiciada por le-são corporal gravíssima. Em caso de condenação, a pena varia de 2 a 8 anos de reclusão, como está previsto no artigo 129 do Código Penal.

Letal
Para o cirurgião plástico Antônio Roberto Bozola, a aplicação de implante de silicone industrial é totalmente contra-indicada. "Essa substância deve ser utilizada apenas para fins automotivos, não em um ser humano", diz. O médico explica que o produto não é autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e sequer reconhecido pelo Ministério da Saúde. Em contato com o organismo, o silicone industrial pode causar contaminações bacterianas dos tecidos onde foi aplicado, além de fibrose progressiva, em que o material fica petrificado e endurece as regiões por onde migrou dentro do corpo da vítima. Em alguns casos, o silicone industrial ataca o sistema linfático, obstruindo a passagem da linfa, o que pode causar embolias e inchaços nas áreas atingidas. "O produto pode causar danos irreversíveis aos pulmões, fígado, rins e cerébro”, afirma Bozola.

Travesti aprendeu a aplicar em si mesmo
Roberto, 26 anos, nasceu homem. Aos 13 anos se descobriu homossexual. Dois anos depois, foi expulso de casa pelo pai. Mudou-se de Rio Preto, foi para São Paulo e começou a se prostituir. Mudou de nome, virou Sheila. Logo fez amizade com um travesti mais velho e, aconselhado por ele, fez sua primeira aplicação de silicone industrial em uma bombadeira. Gastou R$ 850. Anos depois, já de volta a Rio Preto, queria ter mais corpo, então decidiu se bombar sozinho.

Diário da Região - Por que decidiu se bombar?
Sheila - As bombadeiras cobram caro e sabia que o produto era bem mais barato se fosse comprado direto, sem atravessadores. Um litro sem passar por elas custa só R$ 70.

Diário - E como conseguiu o produto?
Sheila - Tenho algumas amigas que aplicaram o silicone desses comprados em lojas de carro, mas como vem pouco no tubo, não compensava. Então descolei o endereço de uma empresa, não lembro mais o nome da cidade, e enviava uma carta pra eles, dizendo o produto que queria e a quantidade. Eles respondiam e mandavam um boleto, que eu pagava em qualquer agência bancária.

Diário - E como eles enviavam o silicone industrial?
Sheila - Pelo correio, por sedex. Vinha o galãozinho de um litro na porta de casa. Sem preocupação.

Diário - E para se aplicar, o que você usava?
Sheila - Uma seringa de 40ml e agulha 12 por 42.

Diário - 12 por 42?
Sheila - É a espessura, é de uso veterinário, de dar injeção em cavalo.

Diário - E onde se compram a seringa e agulha?
Sheila - Qualquer loja de produtos veterinários. É lógico que a gente não fala pra que é, mente dizendo que é pra algum bicho.

Diário - E como é a aplicação?
Sheila - Amarrava umas borrachinhas pretas na seringa pra não vazar o silicone, ficava de pé e aplicava.

Diário - Sem anestesia?
Sheila - Mais ou menos, tomava uns comprimidos lá pra agüentar a dor.

Diário - E a dor?
Sheila - É insuportável, mas vale tudo pra ficar bonita.

Diário - Já bombou alguém?
Sheila - Já ajudei algumas amigas a se bombar, mas todas já tinham silicone. Na primeira vez, a gente vai na bombadeira, geralmente quando quer um serviço bem feito, mas depois muitas se aplicam.
Hélio Tuzi
Silicone industrial migrou das nádegas para a perna de travesti

Projeto vai orientar sobre o uso
O registro freqüente de deformações em travestis pelo uso de silicone industrial levou o Programa Municipal de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST)/Aids de Rio Preto a iniciar a elaboração de um projeto específico para redução de danos do produto, que deve ser lançado ainda neste semestre. Segundo Vivian Maria de Araújo, coordenadora do programa Sidadania, que orienta sobre formas de prevenção a profissionais do sexo, as primeiras ações do projeto foram realizadas em 2005 com a aplicação de um questionário, que foi respondido pelos travestis. Composto por perguntas que pediam a descrição de como foi a aplicação do silicone industrial e o porquê da adesão à prática, o questionário foi preenchido por 20 travestis de Rio Preto e duas bombadeiras. Foram gravados ainda o depoimento de cada um e realizadas fotos das partes do corpo que ficaram deformadas.

De posse das informações, o DST/Aids já realizou uma oficina de orientação com o grupo e explicou as técnicas que podem reduzir os danos causados pelo uso do silicone, que é inadequado. O material coletado servirá de base para o lançamento de uma cartilha que será distribuída aos travestis e também para novas capacitações. “Fui para Petrópolis conhecer o trabalho de uma bombadeira de lá, que não teve problemas com as clientes. A partir daí, foram elaboradas sugestões de como diminuir os riscos de infecção. Não adianta somente condenar a prática, porque ela vai continuar acontecendo na surdina. É preciso orientar sobre os perigos implícitos”, afirma Vivian. A coordenadora afirma que umas das conclusões do programa é de que os travestis recorrem ao uso de silicone industrial por pura falta de opção. “A rede de saúde não disponibiliza tratamento hormonal para eles, apenas para mulheres. Os cirurgiões plásticos se negam a colocar próteses neles, a única saída é recorrer à clandestinidade.”

Sidadania
Os 2,2 mil profissionais do sexo de Rio Preto - sejam eles homens, mulheres ou travestis - são assistidos pelo Programa Sidadania, que prevê orientação sobre doenças sexualmente transmissíveis e sexo seguro. O projeto atende atualmente 2.216 pessoas, sendo 1.883 mulheres, 246 travestis e 92 garotos de programa. Criado há mais de 10 anos e mantido pelo Programa Municipal de DST/Aids, o projeto tem três agentes de saúde e uma coordenadora que orientam os profissionais do sexo "in loco" - são visitadas avenidas, a área central da cidade e também a zona do meretrício. "Eles recebem explicações sobre os sintomas das doenças que podem ser contraídas no sexo sem proteção, conseqüências da ingestão de hormônios sem acompanhamento médico e os perigos da aplicação de silicone industrial", diz Vivian.

O Sidadania promove ainda semanalmente oficinas para debate sobre doenças mais graves e que também ser adquiridas por meio do sexo sem prevenção como a hepatite e Aids. Semanalmente, todos os envolvidos também recebem preservativos, que são distribuídos gratuitamente. O projeto ainda mantém um convênio com a Unidade Básica de Saúde (UBS) da Vila Mayor onde os profissionais do sexo são atendidos por médicos da rede pública. "Poucos têm convênios particulares, a maioria depende do SUS (Sistema Único de Saúde)", afirma a coordenadora do Sidadania.
Hélio Tuzi
Cirurgião plástico Bozola condena o uso do silicone industrial

Médicos não põem silicone em homens
Segundo o médico Antonio Carmo Graziosi, coordenador estadual da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, os médicos não realizam intervenções para inserção de próteses de silicone, principalmente mamárias, em homens. “Não é eticamente correto, pois seria o mesmo que realizar uma mudança de sexo. Não há legislação para isso ainda, apenas no caso de transexuais (indivíduos que nascem com disforia de gênero, são homens ou mulheres, mas não pensam, não agem e nem se sentem como sendo de tal sexo)”, diz Graziosi. O coordenador explica que existe um consenso geral entre os cirurgiões plásticos para não adotar a prática. “Seria necessário que o indivíduo fosse submetido, como no caso dos transexuais, a uma série de critérios como avaliação psicológica e autorização do Conselho Regional de Medicina (Cremesp)”, afirma.

Para o coordenador do Departamento de Cirurgia Plástica do Hospital de Base, Antônio Roberto Bozola, como o procedimento não é regulamentado, caso ocorra algum erro em uma possível intervenção masculina, o médico pode ser processado. “São três formas de proibição - por nós, médicos, pela Justiça e pela sociedade, é consensual”, diz. A única forma apontada por ele para um homem receber silicone legalmente é pedir permissão ao Conselho Federal de Medicina, por requerimento. A direção do órgão foi procurada pela reportagem, mas não retornou o contato.
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