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Investigação
IML libera laudo sobre morte de soldado
São José do Rio Preto, 13 de março de 2003
  Carlos Chimba  
O soldado Cabrera foi encontrado morto no dia 20 de fevereiro

Luciano Guimarães

O Instituto Médico-Legal (IML) de Rio Preto liberou anteontem para as polícias Civil e Militar o laudo necroscópico com a conclusão sobre a morte do soldado da Polícia Militar André Luiz Cabrera, 30 anos. Cabrera foi encontrado morto no dia 20 de fevereiro com um tiro na testa dentro de um alojamento do Comando de Policiamento do Interior (CPI-5). Segundo o documento, o soldado morreu em conseqüência “de edema e destruição cerebral produzida por traumatismo crânio-encefálico devido à ação vulnerante de agente perfuro-condundente”. O tiro, disparado de uma pistola de calibre ponto 40, de propriedade do cabo J.C.T., atingiu um ponto acima de seu olho esquerdo e provocou um ferimento com quatro centímetros. A pistola foi encontrada no local e apreendida. O exame de balística do Instituto de Criminalística (IC) ainda não foi liberado.

De acordo com o delegado titular do 2º Distrito Policial, José Mauro Venturelli, 42, que colocou o inquérito policial à disposição da Justiça, as investigações estão paradas até que a juíza da 5ª Vara Criminal, Tatiana Pereira Viana Santos, decida a quem cabe o andamento das investigações - à Polícia Militar ou à Civil. O laudo, segundo o delegado, ainda é insuficiente para dizer se Cabrera foi assassinado ou cometeu suicídio. Venturelli prefere não revelar mais detalhes sobre o documento. A juíza Tatiana foi procurada ontem pela reportagem do Diário para esclarecer quanto tempo ainda demoraria para dar uma decisão sobre de quem seria a competência para investigar o caso.

Entretanto, a magistrada não quis dar entrevista. Por meio de uma assessora, disse apenas que ainda não havia tido conhecimento sobre a liberação do laudo do IML. O tenente Nelson Adriano Guiote, oficial designado pelo comando da PM para conduzir o caso, foi procurado ontem no final da tarde pela reportagem, mas não foi encontrado. De acordo com a versão contada pelo cabo J.C.T., o soldado Cabrera teria sido vítima de um disparo acidental. O militar foi ouvido pelo comando da PM. Segundo o seu depoimento, pouco antes do ocorrido, ele fazia a barba no alojamento e havia colocado a pistola a seu lado. O colega de farda de Cabrera disse que o soldado teria pedido para ver a arma e que ela teria disparado acidentalmente enquanto era manipulada. Ainda com vida, o militar foi levado ao Hospital de Base, onde morreu.

Família
A viúva do soldado André Luiz Cabrera, a cabeleireira Elizelma Patrícia Hilário Cabrera, 28, depois de passado quase um mês da morte do seu marido, não descarta a possibilidade de assassinato. Segundo ela, seu marido sabia manusear corretamente a arma. O soldado participou até de um curso sobre a pistola de calibre ponto 40, sendo um dos três primeiros colocados. “Além disso, meu marido jamais pediria uma arma a alguém com quem ele não mantinha um relacionamento mais próximo”, afirma Elizelma. A cabeleireira tem várias dúvidas a respeito do modo como seu marido foi encontrado. De acordo com ela, Cabrera foi atendido pela Unidade de Resgate dos bombeiros. Os bombeiros teriam dito que ele estava deitado de bruços, com as calças arreadas até a altura dos joelhos e com apenas um sapato calçado, o que indicaria que Cabrera estava se trocando.

“Só isso já mostra que ele não cometeu suicídio. Além disso, foram disparados dois tiros. Um acertou meu marido e o outro pegou embaixo de uma pia”, ressalta. Elizelma lembra que na época indagou o comandante do CPI-5, Edison Flora da Silva, 55, sobre essas suspeitas. Segundo a viúva, Silva teria dito que os dois disparos foram feitos com pouquíssima diferença de tempo um do outro. “Por ser uma pessoa criada numa família de policiais militares, acredito que a corporação vai conseguir resolver esse caso do modo que esperamos”, diz Elizelma. O soldado Cabrera deixou uma filha de 3 anos de idade. O advogado de Elizelma, Antônio Alberto Cristófalo Lemos, 35, que entrou no caso anteontem e ainda estuda todo o processo, afirma que não viu o laudo da perícia. “A família vai acompanhar de perto todas as investigações. Caso o resultado não seja o esperado, pretendemos recorrer ao Tribunal de Justiça do Estado ou ao Tribunal de Justiça Militar.”
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