S. J. do Rio Preto - Quinta, 24 de abril de 2014 




 
 
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Imigrantes em Rio Preto
A habilidade árabe no comércio
São José do Rio Preto, 19 de março de 2008
  Edvaldo Santo  
Rola Hussei Ibrahim em seus restaurante Al Baba: estabilidade finaneira

Rita Fernandjes

A imigração dos sírios e libaneses em Rio Preto começou no final do século 19 e se intensificou no início do século 20. Síria e Líbano - que integram a Liga Árabe (aprendem a cultura e são chamados de árabes) - foram dominados pelo regime turco, mas para deixar a terra natal as pessoas precisavam obter um passaporte turco. “O povo estava justamente fugindo dos turcos e quando chegava no Brasil, devido ao passaporte, era chamado de turco. Até hoje, alguns mantêm a gozação e chamam a gente de turco”, diz o sírio Hayssam Mohamad Akad - o Salim, do Kiberama. As pessoas vendiam todos os bens que possuíam para zarpar em navios cargueiros, em busca de liberdade, paz e fortuna. Os imigrantes que chegaram no Brasil começaram a mascatear, no interior do Estado, para negociar em fazendas, sítios e colônia. Foi assim que os primeiros árabes chegaram em Rio Preto em 1890 - ou seja, quatro anos antes da criação do município. Após juntar um pouco de capital, os árabes abriam uma loja e recebiam seus patrícios, que seguiam os mesmos passos no comércio até conseguir fortuna. Mascatear era tão rentável a este povo, que uma das primeiras ações da Câmara Municipal de Rio Preto foi aumentar as taxas para inibir o comércio ambulante. Em abril de 1896, o Legislativo determinou a cobrança de imposto no valor de um conto de réis por caixa. A taxa era exorbitante, já que o salário do prefeito era de um conto e duzentos mil réis.

Os árabes derrubaram a concorrência dos mascates portugueses e italianos com a venda a prazo, baseada no respeito à palavra do consumidor, que se comprometia a pagar sem a necessidade de notas promissórias. A confiança depositada nos “fregueses” e a visão futurista para o comércio fizeram o sucesso deste povo, que marcou história na cidade. A partir de 1913 que começou a imigração em massa. Neste ano, foram registradas 11.101 entradas no Brasil. Em 1920 a população árabe era de 50.337, sendo 19.285 no Estado de São Paulo. De acordo com dados do Censo, em 1920 existiam 730 árabes em Rio Preto. A região noroeste recebeu o segundo maior número de imigrantes sírios-libaneses, perdendo apenas para a capital. “Em 100 anos, Rio Preto, Onda Verde, Nova Granada, Palestina e o Triângulo Mineiro, praticamente foram habitada por uma região só do Líbano - que é Vale do Bekaa”, diz o trader Tarek Sarout, proprietário do Café Conte. As primeiras famílias que chegaram no município foram Ajdar, Arif, Azem, Barcha, Bassitt, Buchala, Buzaidi, Calil, Chalela, Cury, Daud, Fahad, Fauaz, Gorayeb, Haddad, Hawilla, Homsi, Jamal, Kfoury, Madi, Mahfouz, Mitaini, Mussi, Muanis, Naffah, Rahad, Raduan, Scaff, Suriani, Tarraf, Taufic e Younes. E é por conta dessas (e outras) famílias que atualmente mais de 20% da população de Rio Preto é formada por descendentes sírios e libaneses. “Na região, o que mais tem é libanês. Depois vem o sírio, e os Palestinos”, diz Sarout.

E um século após a chegada dos primeiros imigrantes ainda há sírios e libaneses que desembarcam em Rio Preto em busca de uma vida melhor. A libanesa Rola Hussein Ibrahin adotou a cidade em 1992. Aqui se estabilizou financeiramente, onde montou o restaurante Al Baba (que em árabe significa Ao Papai) e teve dois filhos. “O povo rio-pretense é muito bom. É fácil fazer amizade”, diz. Além da surpresa com a hospitalidade, Rola diz que no início estranhou a cultura brasileira. “Aqui as pessoas são acostumadas a beijar uns aos outros. No começo me esquivava, mas agora gosto. No Líbano, não temos o hábito de beijar ou abraçar as pessoas”, conta. A educação dos filhos é uma das principais preocupações do povo árabe. “O árabe tem orgulho em ver seus filhos formados e dizer: ‘meu filho foi prefeito’, ‘meu irmão foi governador’. Os árabes querem ver os filhos como um bom médico, bom advogado ou dentista, porque o costume é manter a educação e a cultura em primeiro lugar. Temos orgulho em dizer: meus filhos nasceram aqui e se formaram”, diz Salim.


Pierre Duarte
Ao chegar em Rio Preto Hayssam Mohamad Akad foi trabalhar no Kiberama; hoje é dono do restaurante

Sírios, sempre engajados na política
O sonho de conseguir paz e uma vida melhor num país sem guerra motivou Hayssam Mohamad Akad, de apenas 18 anos, a fugir de Damasco, capital da Síria, em 1964. “Saí sozinho, fugido. Naquele tempo não deixavam a gente sair (do país) sem fazer o serviço militar”, conta. Não foi por acaso que o rapaz desembarcou no porto de Santos. “Como o país lá está sempre em conflito, a gente tem de procurar paz e pensar no futuro. Saí à procura de uma vida melhor, mas tinha de ser num lugar que aceitasse imigrante. O único que aceitava na época era o Brasil”, diz. A vontade de alcançar a tão sonhada paz foi maior e deu forças para Akad acreditar que seria possível desembarcar num país estranho - onde não teria parentes, amigos ou, sequer, conhecidos. “A única certeza é que eu teria ajuda de alguém de origem árabe”, revela. O sírio tinha apenas o passaporte e um pouco de dinheiro no bolso e permaneceu um tempo em São Paulo, antes de se instalar em Rio Preto, em 1966. “Desde que cheguei no Brasil, nunca parei de trabalhar”, afirma. Em São Paulo, Akad arrumou emprego no restaurante Almanara, onde aprendeu as técnicas necessárias para tocar o principal restaurante árabe de Rio Preto - o Kiberama.

Akad, que no Brasil ficou carinhosamente conhecido por Salim, se tornou sócio de Michel Zerati - um brasileiro de origem síria e se casou em 1975 com Jamile Tarraf, com quem tem quatro filhos. Salim conta que Zerati não era do ramo de restaurantes, por isso saiu da sociedade. “Fiquei sozinho com o Kiberama”, diz. O local se tornou o quartel-general dos árabes em geral. “Quando chegam autoridades, visitantes, clientes, amigos (de árabes), todos procuram em primeiro lugar o quartel-general”, diz. “Aqui as pessoas se encontram, batem papo, conversam sobre a política local, nacional e internacional, sobre o comércio e sobre a origem das famílias,” comenta. Salim transformou seu restaurante num pedacinho da Síria. A singularidade da arquitetura e decoração árabe faz do Kiberama um lugar agradável e aconchegante. Nas paredes, além de tapetes e quadros trazidos do Oriente, reproduziu janelas feitas em madeira treliçada. “Antigamente, essas janelas eram muito usadas porque as mulheres não podiam ser vistas sem o véu. De dentro da casa, a pessoa enxerga quem está fora, mas quem está fora, não vê quem está dentro”, conta. Akad também reservou um espaço para uma tenda árabe, com almofadas e tapetes de parede. “A gente procura fazer alguma coisa que saia bem. Muitos tiveram sucesso com comércio de tecidos, de roupas, indústrias ou fazendas. Eu parti para o ramo de restaurante, porque o árabe é atraído pela boca”, brinca.

Política
A história do Kiberama também é marcada pela força política, seja regional ou estadual. “Em Rio Preto temos várias atividades e histórias, mas acho que o mais importante é a união dos patrícios quando temos um candidato para a política”, diz. “Os legítimos patrícios gostam de política, eles brigam pela política. E aqui (no Kiberama) temos uma força para apoiar o candidato, seja para prefeito, deputado ou governador de São Paulo”, diz. Um dos políticos influentes que têm o Kiberama como reduto é o ex-prefeito de São Paulo e ex-governador Paulo Salin Maluf. “A gente se reunia em torno dele. Aqui era o quartel-general de Maluf”, afirma. “Antigamente, o quarteirão entre a rua Silva Jardim e Tiradentes (não tinha calçadão) fechava e era uma movimentação em torno dos candidatos”, recorda. Foi na calçada do Kiberama, também conhecida como “senadinho”, que nasceram as candidaturas dos prefeitos de Rio Preto João Lotf Bassitt (1964 a 1968) e Wilson Romano Calil (1973 a 1976).

Quibe frito


Ingredientes:
1 quilo de carne magra moída
1/2 quilo de trigo para quibe
Sal
Pimenta-do-reino
2 cebolas médias
Folhas de hortelã

Recheio:
450 gramas de carne moída
Sal
Cebola picada
Tempero a gosto

Modo de preparo:
Lave o trigo, coloque numa tigela com água e deixe descansar por uma água. Acrescente a carne moída, o sal, pimenta, as cebolas e o hortelã. Misture bem e passe duas vezes na máquina de moer ou processador fino. Amasse bem. Refogue a carne moída com a cebola e o tempero a gosto. Separe bolinhas do tamanho de um limão, abra a massa do quibe e recheie com o refogado. Frite em óleo bem quente.
Pierre Duarte
Padre Benedito Mazetti foi convidado para celebrar ritos maronitas em sua paróquia

Religiosidade do povo árabe
A fé é marcante no povo árabe - independentemente da religião, que pode ser católica maronita, ortodoxa ou muçulmana (Islamismo). Apesar de grande parte dos libaneses ser católica, Rio Preto somente ganhou uma igreja maronita em 2003. O padre Benedito Mazeti, pároco da igreja São Benedito, na Ercília e capelão dos ritos orientais (maronitas, armênios e melquitas), foi convidado para para celebrar ritos maronitas na sua paróquia. O objetivo era resgatar esta crença religiosa, que estava perdendo espaço para os ritos ocidentais. Em 30 de março de 2003, a Igreja Maronita de Rio Preto foi fundada por Dom Joseph Mahfouz, na época arcebispo maronita de São Paulo, e Dom Orani Tempesta. Como não tem ainda espaço físico próprio, a Paróquia Nossa Senhora do Líbano ‘funciona’ na Igreja São Benedito. O padre Mazeti, descendente de baiano e italiano, explica que foram os monges discípulos de São Marun que conservaram esta liturgia e seu cunho de simplicidade grandiosa.

“As orações maronitas são o clamor da alma dorida, confiante em Deus e pedindo o Seu auxílio em meio de sangrentas perseguições e inumeráveis dificuldades”, explica. A igreja maronita é a única do Oriente que permaneceu católica apostólica romana, ligada ao Papa. Usa como língua litúrgica o aramaico - idioma falado por Jesus Cristo e utilizado na Última Ceia para a instituição da sagrada eucaristia. O aramaico era falado no Líbano, Síria, Iraque, Antioquia e Palestina. A missa maronita é celebrada no último domingo do mês, às 19 horas, e na segunda segunda-feira do mês, às 16 horas, na capela do cemitério da Vila Ercília. “A missa tem um trecho cantado em aramaico e as pessoas acompanham em português”, diz Mazeti.

Ortodoxa
Os primeiros imigrantes sírios e libaneses que chegaram em Rio Preto fizeram questão de manter os costumes árabes. Além de fundar clubes como o extinto Sírio-Brasileiro e Coligação Libanesa (atual Monte Líbano), fizeram da Igreja Ortodoxa Antioquina outro importante ponto de encontro. O abuna (padre) Nicolas Ferzli é o líder espiritual ortodoxo que celebra aos domingos de manhã a missa dolente com canções orientais. Ortodoxo - que vem do grego orthos (correto), e doxa (louvor), ou seja, aqueles que professam a fé correta e assim louvam a Deus - começou em Jerusalém, com a pregação e ministério de Jesus Cristo. Após a morte, ressurreição e subida aos Céus (Ascensão), a igreja de Jerusalém se fortaleceu sob a direção dos próprios Apóstolos de Jesus, continuadores de sua obra.

Muçulmanos
O islamismo é uma das principais religiões do Oriente Médio, especialmente no Afeganistão, Paquistão, Nigéria, Malásia, Indonésia, Uzbequistão, Tadjiquistão, Camarões e Gana. Apesar de também ser tradicional em países de cultura árabe, poucos imigrantes que chegaram em Rio Preto eram muçulmanos, tanto que nenhuma mesquita foi construída na região. O Alcorão, livro sagrado do islamismo, rege a vida religiosa e a conduta dos muçulmanos, desde o casamento e divórcio até a atividade profissional. A religião criada por Maomé no século 7 propaga a paz, a tolerância com outras crenças monoteístas, o esforço em viver bem com os outros e a submissão à vontade de Deus.
Rubens Cardia
Muçulmano, Fadl Al Haj diz que a religião é o segredo de sua boa forma

Um libanês brasileiro
O processo de industrialização em Rio Preto talvez não fosse o mesmo se o destino não tivesse providenciado a imigração do libanês Fadl Al Haj. O jovem, que em 1943 foi voluntário da interligação entre as partes da Revolução da Independência do Líbano, ficou encantado com a grandeza do Brasil - descrita por um tio que estava instalado na cidade - e resolveu deixar Beirute em 1947, aos 22 anos idade. Em terra rio-pretense, passou a ajudar seu patrício na Casa ABC e depois de dois anos já tinha juntado dinheiro suficiente para abrir o próprio negócio. “Era comércio de armarinhos. Compra e revenda”, diz. Confirmado o talento para o comércio, Fadl Al Haj decidiu mudar de ramo e comprou uma fazenda de café em Nova Itapirema. “Me dei muito bem tanto no comércio como na agricultura”, diz. Mas o libanês não sossegou. A visão empreendedora o empurrou de volta a Rio Preto, porém desta vez na área industrial. “Vendi a fazenda e montei uma indústria de máquinas agrícolas (1963), que se chamava Máquinas Fadl Al Haj Indústria”, conta. Foi nesta época que o então prefeito Adail Vetorazzo se entusiasmou em montar o Distrito Industrial de Rio Preto, próximo ao aeroporto, e convidou o libanês para empenhar o projeto e levar mais indústrias ao local. “Graças a Deus, até hoje, é um Distrito bem desenvolvido”, afirma.

“Cheguei a receber um diploma de honra do próprio Adail em reconhecimento pela industrialização da nossa cidade”, lembra. O peso da contribuição deste industrial para o desenvolvimento da cidade é motivo de muito orgulho. O amor pela cidade fez o libanês ser o único estrangeiro naturalizado a integrar a Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra. “Isso era apenas para brasileiro nato, mas eu consegui porque fiz muito por essa terra. Eu fiz para Rio Preto mais que qualquer brasileiro de Rio Preto.” Depois de oito anos à frente da indústria, fundou a Agrometal em 1978. “Fazíamos a perfuração de poço artesiano e caixas d’água. Era um campo a ser explorado naquela época, devido ao crescimento populacional, comercial e industrial de Rio Preto”, diz. “Foi nesta época que começou o verdadeiro progresso da cidade”, afirma. Apesar da sua importância para o desenvolvimento do município, Fadl Al Haj diz que se sente privilegiado apenas por estar na melhor região do mundo. “Aqui tem de tudo. Fartura, água abundante e clima bom. O que mais vamos querer?”, questiona.

Raízes
Com os bons frutos da empresa que carrega até hoje o logotipo desenvolvido pelo libanês, Fadl Al Haj construiu uma bela casa em estilo árabe no bairro Alto Rio Preto. Rica em detalhes - a contar pela moldura de cerâmica com a escrita em árabe “Deus é maior” a cinco metros de altura - a casa é frequentemente visitada por estudantes, historiadores e arquitetos. Quem entra nesta residência se sente no Oriente Médio. Uma das salas foi transformada em uma tenda árabe, com sofá rente ao chão, inúmeras almofadas e quadros que remetem ao Alcorão. É na ampla sala, enfeitada com narguiles, bules e quadros que recebe alunos e amigos para falar sobre a cultura árabe e os princípios islâmicos.

Muculmano, Fadl Al Haj diz que a religião é o segredo da sua boa forma. Embora o islamismo pregue a reza cinco vezes ao dia, o libanês faz suas orações somente pela manhã, tarde e noite. “Os movimentos proporcionam a melhor atividade física. É bom para a coluna e ao encostar a testa no chão, há irrigação e lubrificação cerebral. O meu cérebro é lubrificado 16 vezes por dia”, diz. Aos 83 anos, Fadl Al Haj diz que baseou sua vida nos princípios islâmicos: dedicação e honestidade. “A diferença da cultura oriental para a ocidental é que aqui as pessoas valem aquilo que tem. Enquanto no oriente as pessoas trabalham para desfrutar, no ocidente as pessoas trabalham até morrer”, ensina.

Chich Barak:


Ingredientes:
350 gramas de farinha de trigo
250ml água
2 colheres (sopa) de manteiga
1 colher (chá) de sal
1/2 colher (chá)
de fermento em pó
50 gramas de manteiga

Recheio:
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 cebola pequena picada
1/2 quilo de carne moída
Sal, pimenta-do-reino e pimenta síria a gosto
1 colher (chá) de canela em pó
Cheiro-verde picado a gosto
100g de nozes picadas

Molho:
1 colher (sopa) de azeite
1 dente alho socado
800 ml de coalhada fresca
3 colheres (sopa) de amido de milho dissolvido em
1 litro de leite
Sal a gosto
2 colheres (sopa) de hortelã

Modo de preparo:

:: Massa: Misture a farinha com a água, manteiga, sal e fermento em pó, até obter uma massa lisa. Deixe descansar por uma hora, coberto com papel-filme. Abra a massa com o auxílio de um rolo. Corte círculos, recheie com a carne moída e dobre a massa em forma de pastel. Doure os pastéis numa frigideira com manteiga. Reserve.

:: Recheio: Refogue a cebola no azeite e acrescente a carne moída. Tempere a gosto e acrescente nozes. Misture bem e deixe esfriar.

:: Molho: Numa panela doure o alho socado em azeite e acrescente os ingredientes mexendo até levantar fervura. Coloque a hortelã e cozinhe os chapeuzinhos, por cinco minutos até ficar macios.

>> RAIO X
:: Países de origem: Síria e Líbano
:: Chegada dos imigrantes: a partir de 1890
:: Moravam em Rio Preto em 1920: 730
:: Região da cidade em que se estabeleceram: Área central
:: Participação destacada: comércio e indústria

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