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Floristas prevêem ampliar vendas em 50%
São José do Rio Preto, 24 de novembro de 2005
  Pierre Duarte  
Mercado das Flores, no Ceagesp de Rio Preto: vendas no atacado e no varejo

Gisele Bortoleto

Animados com a proximidade das festas de final do ano, produtores e distribuidores de flores da região de Rio Preto apostam na emotividade do consumidor e no 13º salário do trabalhador para aumentar as vendas em até 50% em relação aos dias normais. A expectativa é de que mercado de flores de corte deve até dobrar. "Além da grande quantidade de festas realizadas nesta época, as pessoas entram no clima e gostam de deixar a casa mais bonita e enfeitada", disse Nilson de Souza. Além das flores de corte, segundo Souza, a venda de plantas para jardinagem também melhora muito nesta época. "Começam as chuvas e as pessoas se animam", disse. Segundo ele, 90% da produção comercializada por ele vem de Campinas, Holambra e São Paulo. O mercado de flores, segundo produtores, depende de datas comemorativas e o Dia das Mães é o carro-chefe. No entanto, 40 permissionários encontram no Mercado de Flores da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais do Estado de São Paulo (Ceagesp) em Rio Preto uma opção a mais para comercialização da produção própria e distribuição. Flores naturais e artificiais, além de plantas ornamentais e acessórios, são vendidas por eles duas vezes por semana, quartas-feiras e sábado para floriculturas e no varejo. Os preços chegam a ser até 50% menores, dependendo do produto e são os mesmos cobrados para atacadistas e varejo. Isto tem gerado reclamações de floriculturas, que temem queda nas vendas.

O vendedor Alex Meireles Lima, que vende mais orquídeas, também acredita em um crescimento de 50% nas vendas. Parte das flores comercializadas é produção própria, em Ribeirão Preto.Rosalina Panim trabalha para um permissionário que tem parte da produção em Rio Preto. O restante, é trazido da Ceagesp de Campinas e de Holambra. "As vendas melhoram 40% nesta época porque as pessoas compram muitas plantas para jardinagem e também para os jardins de inverno", afirmou. Outro produtor, Genilton Santos de Oliveira, também produz na região parte das flores que comercializa. "Vendemos pelo mesmo preço tanto para o atacado quanto para o consumidor, o que atrair os consumidores", afirmou. "Para nós, o mercado está excelente", disse a distribuidora Vilma Almeida Silvestrini. Ela diz adorar trabalhar com plantas acredita que deva melhorar ainda mais no final do ano. "Vendemos o ano todo porque as pessoas gostam de viver em meio às flores, mas, nos próximos dias, as vendas devem aumentar porque existe um apelo emocional", afirmou.

O permissionário Antonio Rozallez, o "Toninho do verde", como é conhecido, reclama que o principal problema enfrentado pelo setor atualmente é a concorrência desleal. "Alguns aventureiros chegam a vender as plantas por preço menor do que o de custo e isto atrapalha um pouco nosso trabalho", disse. No entanto, ele garante que, apesar disso, o setor ainda está melhor do que muitos outros da economia brasileira. O produtor de crisântemos Paulo Sérgio de Oliveira, afirma que o final do ano não é a melhor época para o tipo de flor que produz. "Essas plantas são mais procuradas em datas como Dias dos Pais e das Mães e Finados", afirmou. Mesmo assim, segundo ele, o Mercado de Flores é uma opção a mais de comercialização.

Mercado de Flores atende 30 cidades da região
Os proprietários de floriculturas de 30 cidades da região de Rio Preto, que fazem as compras de flores e plantas ornamentais na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais do Estado de São Paulo (Ceagesp) em Rio Preto, garantem que o preço e a qualidade do produto são os principais atrativos do Mercado de Flores. A praticidade de encontrar tudo o que se procura com produtores e distribuidores locais também foi destacado pelos comerciantes. No entanto, a maior reclamação dos lojistas é de que o preço é o mesmo cobrado dos consumidores que também têm livre acesso. Produtores e distribuidores se defendem e garantem que existe negociação e, se a quantidade comprada for maior, é possível reduzir preços. A comerciante Rosa Lacerda, proprietária de uma floricultura em Rio Preto, reclama da igualdade de preços. "Deste jeito, não é tudo o que compensa comprar aqui e por isto às vezes recorro diretamente aos viveiros de plantas", afirmou.

Já Lúcia Alves Garcia, dona de uma floricultura em Tanabi, disse que a o preço e a qualidade das plantas encontradas na Ceagesp são compensadores. "Aqui tem muita concorrência e isto faz com que você consiga negociar um preço melhor", afirmou. Antes da inauguração do mercado, em 1999, as floriculturas dependiamdos caminhões dos distribuidores que faziam entregas na porta. A qualidade e a falta de opção eram o maior problema, segundo os comerciantes. A comerciante Silvana Borguesan trabalha no ramo de venda de flores artificiais em Rio Preto e afirma que o mercado é uma boa opção principalmente pela praticidade. Maria da Conceição Pereira é proprietária de uma floricultura em Mirassol e também disse estar feliz com a opção de poder comprar as plantas em Rio Preto, ao invés de depender da distribuição feitas pelos produtores em caminhões.

Consumidores podem comprar direto
O consumidor tem a opção de comprar flores naturais e plantas diretamente do produtor e distribuidor pelo mesmo preço que os produtos são vendidos no atacado no Mercado de Flores da Ceagesp. Ida Gonçalves de Barros sempre faz as compras acompanhadas da amiga Isaura Signorini de Araújo. "Quase toda quarta-feira estamos aqui porque compro flores para enfeitar a clínica do meu filho e a Isaura para a casa delas", disse Ida. Além da variedade, as duas destacam os preços que, segundo elas, são compensadores. A médica Lúcia Helena Tático disse que só não vai mais ao mercado comprar as flores por causa do horário de abertura ao público. "Você encontra qualidade e preço bom para muita coisa, principalmente para plantas naturais", disse. A dona-de-casa Marli Assunção disse que, sempre que surge uma oportunidade, vai com o marido comprar flores para decorar a casa e ornamentar o jardim. "Além do preço vantajoso, tenho o maior prazer em saber que, ao comprar aqui, estou ajudando a fomentar a produção muitas vezes regional", disse.

Ceagesp incentiva produção regional
O principal objetivo do Mercado de Flores da Ceagesp é incentivar a produção regional, afirma o gerente Lupércio Fontana. Segundo ele, a maior dificuldade enfrentada anteriormente pelo produtor da região era a falta de local específico para comercialização. A opção era ir para São Paulo o que, dependendo da produção, não compensava. Além disto, o mercado que foi criado em fevereiro de 1999 tem como papel propiciar uma melhor opção de compra para as floriculturas da região. "Antes, elas tinham de comprar dos caminhões que passam e nem sempre encontravam o que queriam ou a qualidade era a mesma."

O mercado funciona todas as quartas-feiras e sábados, das 6h30 às 12 horas para o atacado e das 9 às 12 para o varejo. No sábado, a feira funciona das 9 ao meio-dia. Em média, passam 400 pessoas por dia pelo local. Apesar de crescer 10% ao ano, Fontana afirma que esse mercado é movimentado principalmente por datas comemorativas, a principal é o Dia das Mães. "Aqui, floriculturas e o público em geral podem encontrar plantas a partir de R$ 1", disse Fontana.
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