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Gravidez
Fim seguro da gestação de risco
São José do Rio Preto, 11 de outubro de 2009
  Banco de Imagem  

Ariana Pereira

Em alguns casos de gravidez múltipla ou para mulheres que já sofreram aborto espontâneo em gestações adiantadas, o médico pode optar pela técnica da cerclagem para garantir o término da gravidez em tempo aceitável para completar a formação do bebê. A cerclagem consiste em aplicar um ou dois pontos no colo do útero para mantê-lo fechado por tempo suficiente para que a gestação se complete sem oferecer riscos aos fetos.A cerclagem é um procedimento cirúrgico, por isso deve ser indicada e orientada pelo profissional que acompanha a gestante. “Algumas pacientes têm o útero entreaberto. Isso favorece um aborto espontâneo ou o desenvolvimento de infecções. Por isso, há o procedimento da cerclagem, que pode ser feito durante todo o período de gravidez ou entre a 12ª e 14ª semana de gestação”, explica o ginecologista e obstetra Djalma Rodrigues Martins.

O período ideal de gestação é de aproximadamente 40 semanas. Crianças gestadas em torno desse período estão completamente aptas a sobreviver fora do útero. Por isso, os médicos esforçam-se para manter a gravidez dentro desse tempo e, para as mulheres que têm algum tipo de disfunção que impede esse espaço gestacional, a cerclagem é uma opção. O ginecologista e obstetra Mário Antônio Martinez Filho explica que a técnica consiste em fazer um ou dois pontos em volta do colo do útero com material não absorvível pelo organismo. Tais pontos são retirados na hora do parto, sem qualquer prejuízo à mulher. “O objetivo é impedir que o peso do útero force o parto antes do tempo, principalmente quando esse colo está muito encurtado, oferecendo o risco de se abrir antes que a gestação se complete.”

Para as mulheres que apresentam um quadro de ‘incompetência istmo cervical’ a cerclagem é um dos principais procedimentos indicados, uma vez que o quadro é a incapacidade do colo uterino de manter uma gravidez. Assim, por causas anatômicas ou funcionais a incompetência istmo cervical leva a perdas gestacionais a partir da 18ª semana, período em que o bebê ainda não está pronto para sobreviver fora do útero materno. As perdas são inevitáveis, pois o colo do útero dilata sem que a gestante sinta dor ou a bolsa simplesmente estoura sem sinais prévios. Apesar de ser um procedimento cirúrgico, a cerclagem é segura, de acordo com Martinez Filho. “Na verdade é um procedimento cirúrgico, portanto requer anestesia e traz consigo todos os riscos que uma intervenção como essa oferece. Mas não tem contraindicação, apenas requer que o profissional tenha experiência e técnicas adequadas para realizar a cerclagem.”

O ginecologista e obstetra Djalma Rodrigues Martins frisa a importância de um acompanhamento médico adequado da gestação para a indicação da cerclagem. “É possível chegar à conclusão de que há a necessidade da aplicação da técnica da cerclagem por meio de um diagnóstico feito por ultrassom. Se for feita a opção pelo procedimento cirúrgico, o profissional responsável tem de ter o domínio da técnica para não pegar a bolsa amniótica, o que seria desastroso.” De nada adianta, no entanto, realizar o procedimento da cerclagem se aliado a isso não for respeitado o repouso orientado pelo médico, de acordo com Martinez Filho. “O acompanhamento médico durante a gravidez é imprescindível.”
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