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Alimentar do rebanho
Abacaxi também para silagem
São José do Rio Preto, 13 de setembro de 2009
  Guilherme Baffi  
Abacaxizal é triturado para ser transformado em silagem para gado

Carlos Eduardo de Souza

Uma das estratégias adotadas pelos pecuaristas de corte e de leite para suplementar a alimentação do gado com silagem é utilizar resíduos de culturas disponíveis em maior abundância na região e que tenham preços inferiores aos produtos “tradicionais”. Na região de Frutal, em Minas Gerais, há cerca de 10 anos alguns pecuaristas vêm utilizando silagem de abacaxi. O engenheiro agrônomo da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater) de Frutal, Joel Couto Ferreira, informou que o município conta com 5 mil hectares dedicados ao plantio de abacaxi. A safra da fruta ocorre entre agosto e dezembro, período em que geralmente ocorre escassez de pasto.

O ciclo da cultura é de 20 meses e, após a colheita, a planta do abacaxi é utilizada para alimentação do gado. No caso de produtores que não têm equipamento, é comum soltar o gado para pastejo. “Mas, como a planta do abacaxi é áspera, o aproveitamento não é tão bom quanto o triturado, que tem qualidade boa (de nutrientes) e é bastante palatável”, afirmou. Segundo Joel Ferreira, em termos de proteína bruta, a silagem de abacaxi disponibiliza 7,8%, enquanto a silagem de milho tem 8,3%. Miguel Fernando Pulici trabalhava vendendo bagaço de cana hidrolizado, mas há três anos compra roças de abacaxi que já foram colhidas, corta e tritura a planta para vender para alimentação de gado. A vantagem do produto é o preço que costuma ser 25% inferior à silagem de milho ou sorgo.

Com elevado poder de fermentação, a silagem de abacaxi pode ser aberta poucos dias após o fechamento enquanto a silagem de milho leva cerca de 40 dias para poder ser usada. Joel Ferreira, no entanto, adverte que o material deve ser ensilado com os mesmos cuidados que o milho ou sorgo. “Tem de ser bem compactado com o trator e não deixar ar (sob a lona).” Miguel Pulici explicou que vários produtores da região de Rio Preto estão utilizando silagem de abacaxi.

É comum o silo convencional acabar antes do previsto, explicou, o pecuarista não contar com pasto para continuar a alimentação de gado e procurá-lo para fazer a suplementação. Ele afirmou que vende a tonelada do silo de abacaxi a R$ 65 posto em Rio Preto. Os preços variam em função da distância. Segundo Pulici, análise feita por técnico de um laticínio da região indicou que a silagem apresenta 24,5% de matéria seca, 14,36% de material mineral e NDT de 48,96%. “Vou encaminhar amostra para fazer uma nova análise este ano”, disse.

Boa qualidade a preços melhores
O produtor de leite Roberto de Lima Braga utiliza silagem de abacaxi há cinco anos e contou que desistiu da silagem de milho e de sorgo por causa da qualidade da suplementação e do preço. Na Estância Santa Elisa, em Rio Preto, ela já tratou do rebanho leiteiro de aproximadamente 90 cabeças de gado mais 100 novilhas nelore em confinamento, utilizando silagem de abacaxi.

”Não sei dizer o nível de proteína que tem, mas é muito palatável e deve ter quantidade de proteína perto da silagem de milho”, disse o produtor, argumentando que o desempenho do rebanho alimentado com silagem de abacaxi é semelhante a de outras silagens. Ele adquiriu um caminhão do produto a R$ 65 a tonelada. “Você faz o confinamento e dois ou três dias depois já pode abrir e servir para o gado. Não precisa nem usar inoculante”, disse.
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