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Divulgação
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O Banco Central realizou compras de dólar a termo na BM&F
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O Banco Central voltou a compra dólares ontem, depois de ficar fora do mercado por quase cinco meses. Em meio à enxurrada de dinheiro que tem entrado no Brasil, a instituição realizou leilão para adquirir a moeda norte-americana com entrega em 20 de março, uma operação conhecida como compra “a termo”. Mesmo com a intervenção, a entrada de estrangeiros falou mais forte e o dólar fechou o dia em queda de 0,29%, a quarta baixa seguida, cotado a R$ 1,7170.
Exatamente como nos dias anteriores, a sexta-feira começou com o dólar em queda e investidores de olho na entrada de recursos obtidos por empresas no exterior. Após bilhões captados nos últimos dias, às 11h10 o BC confirmou a expectativa de boa parte do mercado e anunciou que compraria a moeda. Após o leilão de cinco minutos, o dólar mudou de tendência e passou a subir 0,29%, no preço mais alto do dia: R$ 1,7270.
Mas o movimento perdeu força em menos de meia hora e, antes do almoço, já estava mais barato que na quinta-feira, em queda pelo otimismo com a notícia de que os Estados Unidos criaram quase o dobro de empregos previstos para janeiro. Assim, mesmo com a intervenção, a moeda fechou o dia em queda.
Operadores de mesas de câmbio disseram que o BC pode ter negociado até US$ 7 bilhões. O dólar no balcão encerrou em baixa de 0,29%, a R$ 1,7170, após registrar a mínima de R$ 1,7150 (-0,41%) por volta das 16 horas. Nestes quatro dias em baixa, a perda acumulada é de 1,83%. No mês, a moeda acumula queda de 1,60 ante o Real e, no ano, desvalorização de 8,13%. Na BM&F, o dólar spot encerrou no piso do dia, a R$ 1,7150, baixa de 0,32%.
Bovespa
O Ibovespa terminou a sexta-feira com ganho de 0,97%, aos 65 217,37 pontos. Trata-se do maior nível de pontos desde 2 de maio do ano passado, quando registrou pela última vez os 65 mil pontos, com 65.462,75 pontos. Na mínima da sessão, registrou 64.137 pontos (-0,71%) e, na máxima, os 65.619 pontos (+1,59%). Na semana, subiu 3,68%, no mês, 3,40%, e, no ano, 14,91%. O giro financeiro totalizou R$ 7,911 bilhões.
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