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Divulgação
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Hoje consagrada até com estatueta do Oscar, Natalie Portman teve seu primeiro papel de destaque como a princesa Amidala em “Star Wars: Ameaça Fantasma”
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Duas estreias fracas marcam a programação de cinema em Rio Preto neste fim de semana: a ficção científica “Star Wars: Ameaça Fantasma 3D”, de George Lucas, e a comédia “Cada um tem a Gêmea que Merece”, de Dennis Dugan. Lançado em 1999 - como o quarto filme da saga a ser rodado e o primeiro em ordem cronológica - “Star Wars Episódio 1: Ameaça Fantasma” volta às telonas,hoje, com recursos tridimensionais.
Em setembro de 2010, a Lucasfilm anunciou que os seis filmes da série seriam convertidos nesse formato. A estreia mundial consolida uma tendência de mercado, que deu seus primeiros sinais com as animações “O Rei Leão” e “A Bela e a Fera” e segue nos próximos meses com “Titanic” e outros clássicos. Porém, a crítica não tem visto a iniciativa com bons olhos.Exceto pela alegria dos fãs mais ardorosos, que não se cansam de rever as lutas com sabre de luz, o único motivo para o feito seria a lógica capitalista - que já planeja a venda de bonequinhos e de outros produtos inspirados nos personagens a preços salgados.
Ou seja, a produção não seria capaz, por si só, de atrair os jovens que ainda não conhecem as aventuras intergaláticas do diretor e roteirista norte-americano. A história volta no tempo narrativo para criar uma espécie de prólogo da trilogia, lançada em 1977 com “Guerra nas Estrelas”. Entra em cena Obi-Wan Kenobi (Ewan McGregor), aprendiz de Jedi, sob a tutela do mestre Qui-Gon Jinn (Liam Neeson). O jovem é escalado para escoltar a rainha Amidala (Natalie Portman) até o encontro com líderes da República, a fim de protegê-la e de impedir que a Federação de Comércio domine o planeta Naboo.
Entretanto, um problema durante a viagem faz com que a nave aterrisse no planeta Tatooine. Neste local, a tripulação conhece o menino Anakin Skywalker (Jake Lloyd), que vai se transformar no maldoso Darth Vader.
A versão original foi indicada ao Oscar 2000 nas categorias efeitos sonoros, efeitos visuais e som, mas não levou nenhuma estatueta. O fetiche da vez é justamente o 3D. Porém, é nítida a diferença entre os filmes pós “Avatar” (2009), de James Cameron, que dispõem de equipamentos de última geração para captar imagens, e a “reciclagem” deste longa, filmado há mais de uma década. Em algumas cenas, a terceira dimensão é praticamente imperceptível e, em outras, os planos ficam desfocados ou borrados. Para piorar, a grande quantidade de efeitos especiais ficou confusa.
Mesmo assim, não se pode ignorar que o antecessor arrecadou mais de US$ 924 milhões em todo o mundo e está entre as maiores bilheterias da história do cinema. O filme é apontado como um dos responsáveis por revolucionar a indústria da sétima arte, com uma combinação de cultura pop e arquétipos mitológicos. Então, nem que seja pela pipoca, a nostalgia está liberada.
Assista o trailer do filme abaixo
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