S. J. do Rio Preto - Quarta, 20 de agosto de 2014 




 
 
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Nódulo
Lipoma incomoda e pode ser retirado com cirurgia

Renata Fernandes

Algumas células que ficam envolvidas numa espécie de cápsula em baixo da pele formam um nódulo que incomoda. É como se fosse um caroço mole por dentro da pele. Esse carocinho, que pode evoluir de tamanho, chama-se lipoma. O lipoma é um tumor benigno subcutâneo formado por um nódulo de gordura palpável. Dentro desse carocinho há células gordurosas, chamadas de adpócitos. Segundo a dermatologista Clarice Birraque Coimbra Pereira, não existe uma causa específica para o surgimento dos lipomas. O especialista em medicina estética e nutrólogo Roger Renzo, diz que as células de gordura perdem suas características locais, multiplicam-se e formam o nódulo. Essas células ficam envolvidas em uma espécie de cápsula de tecido cicatricial. “É como se fosse um caroço mole por dentro da pele. Como se fosse uma laranja em que a casca seria a cápsula e os gomos a gordura”, exemplifica.

Clarice explica que é como se ocorresse uma alteração na organização das células de gordura, que se unem e formam essa cápsula. Por isso é que são flexíveis e moles. Ela afirma que os lipomas podem surgir em qualquer parte do corpo, sendo mais raro nas palmas das mãos e pés. Os locais mais comuns para o aparecimento dos caroços são pescoço, ombros, costas e braços. Segundo a dermatologista, não existe prevenção para os lipomas. “Não há uma causa definida, por isso não há como se precaver”, comenta. Existe um tipo de lipoma, chamado de lipomatose familiar, que é genético. Nesse caso, Clarice diz que a causa é hereditária. Os lipomas podem aparecer sozinhos e isoladamente, mas é mais comum surgirem vários ao mesmo tempo. Eles podem atingir de dois a 10 centímetros.

As pessoas que têm lipomas, geralmente, não sentem dor. No entanto, quando os nódulos crescem podem comprimir os vasos sangüíneos e nervos da região em que estão localizados e por isso provocar algum tipo de dor. “Se não houver essa compressão, os lipomas são assintomáticos”, afirma. A freqüência de lipomas é mais comum na população feminina entre 40 e 60 anos de idade, segundo a dermatologista em São Paulo, Patrícia Guedes Rittes. Segundo ela, os lipomas desenvolvem-se lentamente e em determinado momento param de crescer. Ela alerta que os portadores de lipomas devem ficar atentos a essa característica porque muitas vezes os lipomas podem ser confundidos com doenças com as mesmas características dele.

Em dia com a libido:


Check-up:
:: Faça um check-up anualmente para detectar doenças que possam reduzir a libido

Exercícios:
:: Pratique exercícios físicos adequados para a idade regularmente. É importante manter-se ativo

Prevenção:
:: Procure saber se há doenças familiares e se podem ser prevenidas

Ajuda médica:
:: Se a intensidade do orgasmo diminuir, o melhor é procurar ajuda médica. Hoje, há tratamentos disponíveis para todas as idades

Dieta saudável:
:: Mantenha uma alimentação saudável. Pessoas com mais de 40 anos de idade devem comer carne e alimentos verdes e vermelhos, que contêm vitaminas E, A, B1 e B2, importantes para a idade, pelo menos duas vezes por semana

Diagnóstico
De acordo com Clarice, o diagnóstico definitivo dos lipomas somente é feito depois de realizado exame laboratorial histopatológico. “Verificamos o nódulo e recomendamos a retirada. Somente depois de tirado é que se faz a análise de constatação”, diz. A cirurgia para a retirada dos lipomas é simples, segundo Renzo. Ele diz que é aplicada uma anestesia local, feita a incisão e o lipoma é retirado. Uma substância chamada fosfatidilcolina (medicamento feito de lecitina de soja), geralmente usada de forma injetável para dissolver placas de gordura no sangue, já foi cogitada para ser usada na remoção dos lipomas. Contudo, Renzo informa que a substância está proibida pela Vigilância Sanitária por resolução que data do dia 8 de janeiro de 2003.

O médico, especialista em medicina estética, acredita que a cirurgia de retirada do lipoma é o tratamento mais adequado e de melhor solução. “Mesmo que a fosfatidilcolina estivesse em uso, não recomendaria, pois as células se multiplicam e a aplicação da substância não as removeria por completo. Desse modo, as restantes se multiplicariam e o lipoma voltaria. Além disso, a cirurgia é feita praticamente sem complicações”, explica. O advogado M.B.C., 28 anos, retirou um lipoma há cerca de dois anos das costas. Ele lembra que quando surgiu pensou que fosse uma espinha interna. “Pedia para minha mãe ou irmã espremer, mas não saia”, diz. Em um mês, aproximadamente, o que parecia uma espinha interna transformou-se num caroço do tamanho de uma bolinha de gude, conforme conta o advogado.

Segundo ele, o nódulo já estava tão grande que o dermatologista o encaminhou a um cirurgia plástica. “Foi muito simples mesmo. Não senti nada, a recuperação foi meio chata pelo fato de ser nas costas e era difícil limpar sozinho e até para dormir”, lembra. A retirada do lipoma foi um alívio para M.B.C., pois o incomodava. “Não gostava de tirar a camisa porque todos ficavam perguntando o que era.” Segundo Renzo, um novo método para a retirada dos lipomas tem sido usado por alguns cirurgiões plásticos. Seria uma minilipoaspiração, em que as células e a cápsula onde ficam abrigadas seriam retiradas. “Não conheço quem já use esse método em Rio Preto. A cirurgia é tão simples, que não sei se compensa”, comenta. Clarice também é adepta da cirurgia de retirada. Uma doença que às vezes é confundida com o lipoma é o lipossarcoma, um tumor maligno que também ocorre nas células gordurosas. No entanto, são patologias bem diferentes, segundo a dermatologista. Ela esclarece que os lipomas não evoluem para lipossarcomas e diz que os lipossarcomas são nódulos duros, doloridos e que podem se transformar em pequenas úlceras, grandes feridas.

Serviço:
- Clarice Birraque Coimbra Pereira, dermatologista, fone (17) 226-7959
- Roger Renzo, especialista em medicina estética e nutrólogo, fone (17) 235-1005
- Patrícia Guedes Rittes, dermatologista, fone (11) 3045-4167

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