S. J. do Rio Preto - Sexta, 31 de outubro de 2014 




 
 
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Violência sexual
Polícia prende acusado de pedofilia
  Hamilton Pavam  
Senador Magno Malta, que preside a CPI da Pedofilia

Hélton Souza e Thiago Guimarães

Por meio de denúncia anônima, a Polícia Civil de Estrela D’Oeste prendeu em flagrante na manhã de anteontem, o sorveteiro Ivair Jacometti, 29 anos, acusado de pedofilia. Na casa dele, no bairro Santa Terezinha, foram apreendidos uma revista pornográfica, 14 DVD’s com imagens de pornografia infantil e um caderno com anotações de emails e nomes. A mãe de um menino de oito anos registrou boletim de ocorrência na delegacia e afirmou que o sorveteiro molestou o filho, quando ele tinha seis anos. De acordo com ela, na época não procurou a polícia em razão de sua religião e vergonha dos vizinhos e parentes. O caso está sendo investigado.

A polícia chegou até Jacometti depois que o Conselho Tutelar de Estrela D’Oeste recebeu três denúncias em junho. De acordo com a conselheira Elizabete Cerato Ferreira, a primeira ligação pedia para que o órgão ficasse atento aos passos do sorveteiro. “Foram informações evasivas, mas mesmo assim comunicamos a delegacia para que o investigasse”, contou Elizabete. Na segunda ligação feita pelo denunciante, já no final de junho, ele informou ao Conselho que no quarto do sorveteiro haviam várias fotos de crianças nus espalhadas pela parede, além de farto material envolvendo pornografia infantil.

Na última semana, o denunciante entrou em contato pela terceira vez e informou o endereço do menino de oito anos, como sendo a primeira vítima de Jacometti. “Uma de nossas conselheiras procurou a mãe do garoto e ela confirmou que na época do crime, o órgão genital do seu filho ficou machucado por conta das agressões sofridas e a partir daquele momento estaria se sentindo encorajada para denunciar.” De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, Jacometti usaria um pen drive para gravar as imagens pornográficas captadas em uma lan house e depois passaria para DVD. O material recolhido foi encaminhado para a perícia. O delegado Gerson Donizete Piva foi procurado, mas não quis comentar o caso. O sorveteiro está preso na cadeia da cidade e, se condenado, poderá pegar pena que varia de 4 a 8 anos de reclusão e multa.

Catanduva
O médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves e o empresário José Emanuel Volpon Diogo, suspeitos de integrar uma suposta rede de pedofilia em Catanduva, devem prestar depoimento em Brasília, no Senado Federal, na próxima quarta-feira. A convocação foi aprovada na noite de anteontem pelos senadores que compõem a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia.

Os dois suspeitos são os únicos que tiveram os nomes citados no inquérito policial pelas crianças vitimas de violência sexual e não foram ouvidos pela Comissão. Ontem, o advogado José Luis Oliveira Lima, que defende o médico, disse que seu cliente só vai comparecer para prestar informações à CPI se for convocado oficialmente. A reportagem também tentou falar com o advogado do empresário, Adriano Salles Vani. Mas em seu escritório, em São Paulo, a informação era de que ele estava viajando a trabalho e seu celular ficou à tarde toda desligado.

Justiça ouve nove menores
Nove menores acusados de atentado violento ao pudor, ameaça e lesão corporal foram ouvidos na tarde de ontem pelo juiz Marcelo Asdrúbal Augusto da Gama, no Fórum de Paulo de Faria. Eles são apontados como integrantes de um grupo de 17 pessoas que teriam agredido um garoto de 12 anos e uma garota de 13 em um clube da cidade, no dia 20 de abril. Dos oito maiores que também teriam participado das agressões, três estão presos e outros cinco continuam foragidos. O promotor José Vieira da Costa Neto solicitou à Justiça a internação dos adolescentes na Fundação Casa. Até o fechamento desta edição o juiz não havia se manifestado sobre sua decisão.

De acordo com o Ministério Público (MP), as vítimas foram agredidas pelo grupo quando namoravam no clube de Paulo de Faria. Devido às agressões, o menino teve uma fratura no braço e a garota um dente quebrado. Na delegacia, a menina contou que teria sido obrigada a praticar sexo oral em três homens. Laudos não comprovaram que a adolescente tenha sido estuprada. Duas estudantes que estavam no clube filmaram a ação dos criminosos por meio de um celular. As imagens foram entregues ao MP.

DDM apura caso de menina de 4 anos
A Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Votuporanga investiga um suposto caso de atentado violento ao pudor na cidade. A vítima seria uma menina de apenas quatro anos, moradora do bairro Vila Paes. A mãe levou a criança na Santa Casa da cidade porque suspeitou das atitudes da menina. Após o exame, a pediatra do hospital constatou uma alteração vaginal na criança e avisou a polícia. O caso foi registrado no Plantão Policial no último final de semana e encaminhado para a DDM. A delegada Célia Aparecida Moreno solicitou que fossem feitos exames de corpo delito no Instituto Médico Legal para comprovar o suposto atentado. Os resultados devem sair nos próximos dias. A mãe declarou não ter nenhum suspeito. Porém, ela disse em depoimento à polícia, que a filha havia passado todo o dia em companhia do pai.

O delegado-assistente Mauricio José Rodrigues, da Delegadia Seccional de Votuporanga, disse que os detalhes do caso ainda serão apurados. “As investigações ainda estão começando, por isso, não temos nenhuma posição sobre o assunto. São apenas a criança e mais duas pessoas envolvidas. O pai e a mãe da menina serão ouvidos na próxima semana, quando a DDM dará continuidade no caso. Mesmo que os pais não queiram temos que saber como isso ocorreu”, diz.

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